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Nova edição do Comunica PET!

Edição especial da Semana da Comunicação 2013

Premiação do Intercom Manaus

Unesp de Bauru ganha prêmios em categorias de produtos no Intercom 2013

Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental

Mais uma parceria inédita na Secom 2013

Parceria entre Secom e interdesigners

Dois eventos terão atividades conjuntas durante a Semana da Comunicação 2013

Projeto Morrinho

Projeto dismistifica a visão da favela como um lugar somente de violência através de ações culturais

29 de agosto de 2013

Arames e muita fluidez

Da Redação SICOM PET, por Vinícius Oliveira

A criatividade surge nos momentos e nos lugares em que menos se espera. De repente, em uma olhada para o lado, nos deparamos com algum tipo de material especial, enxergamos coisas fantásticas que podem ser feitas.
Por incrível que pareça este stop motion que foi produzido por Victor Haegelin, acompanhado da excelente música do Professor Kliq, foi produzido com arames, luzes e papéis, materiais que estão por aí normalmente e não têm seus devidos valores reconhecidos. 


É incrível perceber o quão fluída essa animação é após ficar pronta, mesmo sendo feita com um material que muitas vezes é considerado banal, pois os vemos todos os dias.
Confira o resultado dessa ideia que, apesar de simples, é fantástica!

19 de agosto de 2013

Envio de trabalhos para a SeCom 2013 termina na próxima sexta-feira

Da Redação SICOM PET, por Kelly De Conti

O prazo para submissão de trabalhos na Semana da Comunicação (SeCom) está terminando. Os autores que tiveram resumos aprovados têm até o dia 23 de agosto (sexta-feira) para enviar a segunda etapa. Os organizadores solicitam que os trabalhos sejam encaminhados em PDF pelo sistema de submissão do evento e em DOC ou DOCX (Word) para o e-mail trabalhos.secom@faac.unesp.br.

A SeCom acontece entre os dias 21 e 25 de outubro e vai reunir professores, estudantes e profissionais de todas as áreas da Comunicação Social. 

Confira as orientações para submissão da segunda etapa dos trabalhos:

1. Para a modalidade de COMUNICAÇÃO ORAL, há duas opções de envio nesta segunda etapa de submissão:


1.1 RESUMO EXPANDIDO: envio recomendado para aqueles que submeteram resumo simples na primeira etapa. O resumo deverá conter informações adicionais do trabalho. Deve conter entre 500 (mínimo) e 700 (máximo) caracteres (até duas páginas), conforme modelo disponível no site da SeCom (http://semacom.wix.com/secom2013). Os organizadores solicitam que os trabalhos sejam encaminhados em PDF pelo sistema de submissão do evento e em DOC ou DOCX (Word) para o e-mail trabalhos.secom@faac.unesp.br


1.2 ARTIGO COMPLETO: envio recomendado para aqueles que submeteram resumo expandido na primeira etapa de submissão. O paper deverá ter de 10 (mínimo) a 15 páginas (de 27 mil a 34 mil caracteres) com espaços entrelinhas de 1,5, incluindo referências bibliográficas, conforme modelo disponível no site da SeCom (http://semacom.wix.com/secom2013). Os organizadores solicitam que os trabalhos sejam encaminhados em PDF pelo sistema de submissão do evento e em DOC ou DOCX (Word) para o e-mail trabalhos.secom@faac.unesp.br


2. Para a MODALIDADE EXPOSIÇÃO DE PRODUTOS EM COMUNICAÇÃO: encaminhar um resumo expandido com informações adicionais do trabalho. Deve ter entre 500 (mínimo) e 700 (máximo) caracteres (até duas páginas), conforme modelo disponível no site da SeCom (http://semacom.wix.com/secom2013). Os organizadores solicitam que os trabalhos sejam encaminhados em PDF pelo sistema de submissão do evento e em DOC ou DOCX (Word) para o e-mail trabalhos.secom@faac.unesp.br


3. Para a MODALIDADE PAINEL: encaminhar o painel com a formatação solicitada por meio do sistema. Também é necessário enviar o resumo expandido da primeira etapa de submissão nos formatos .DOC ou .DOCX (modelos do Word) para o e-mail trabalhos.secom@faac.unesp.br



13 de agosto de 2013

IV Simpósio de Pesquisa e Pós-Graduação em Design acontece nesta semana


Da Redação Sicom PET, por Jakeline Lourenço

Na semana de 12 a 14 de agosto a Unesp de Bauru recebe o IV Simpósio de Pesquisa e Pós-Graduação em Design. 

O evento busca reunir pesquisadores ligados aos Programas de Pós-graduação em Design  para discutir a atual situação da pesquisa no país e discutir projeções sobre os estudos realizados no Brasil.
 A temática dessa edição será ''Os novos rumos da pesquisa em Design na contemporaneidade.''

O SPPGDesign  aconteceu pela primeira vez em  2007 e desde 2011 é um evento anual. A iniciativa  partiu dos próprios alunos da pós-graduação em Design da Unesp de Bauru, diante da necessidade de um evento que servisse de referência na discussão sobre a ampliação e desenvolvimento da pesquisa e da pós-graduação em Design no Brasil.

Entre as atividades estão palestras, mesas redondas, lançamentos de livros e apresentações de trabalho dos alunos de pós-graduação. Mais informações e a programação completa se encontram no site do evento e também na página do Facebook.

15 de julho de 2013

Programa audiovisual do PET-RTV estreia na TV Unesp

Da Redação PET-RTV,
Giovani Vieira

O grupo PET Interdisciplinar de Rádio e TV (PET-RTV) do câmpus de Bauru estreia produção audiovisual em parceria com a TV Unesp a partir desta segunda (15). O Programa Atalho vai apresentar as atividades de extensão realizadas por estudantes da Universidade e seus impactos para comunidade de Bauru e região por meio de videorreportagens produzidas com linguagem e estilo dinâmicos. 

O Atalho é um produto do Núcleo de Produção Audiovisual do PET-RTV iniciado em 2012 com produções destinadas às redes sociais do Grupo. Uma equipe multidisciplinar composta por estudantes de Jornalismo, Radialismo e Design é responsável por todas as fases de produção, desde o levantamento de pautas até a concepção de idéias para o videografismo. No primeiro ano de atividades, foram produzidos seis programas de temáticas diversas e que estão disponíveis no link http://www.faac.unesp.br/#762,770. 

Em 2013, o Atalho passou a ser produzido em parceria com a TV Unesp com formato de interprograma para veiculação durante os intervalos da emissora. As produções passaram a ser focadas nas atividades de extensão realizadas nas três Faculdades do câmpus de Bauru e suas repercussões para a comunidade local. Em cerca de dois minutos, serão divulgados projetos acadêmicos sustentáveis, esportivos e sociais das mais diversas áreas de ensino. 

Os programas podem ser acompanhados durante a programação diária da TV Unesp (canais 45 UHF e 32 NET) e também pela página http://www.tv.unesp.br/2474. 


Outras informações sobre as atividades de ensino, pesquisa e extensão do PET-RTV estão disponíveis no Portal de Notícias SICOM PET-RTV e também pela página do Facebook do Grupo.

26 de junho de 2013

Comunica PET de junho


O Comunica Junho vem com cara de comemoração. Produzido pelo PET-RTV, a edição desse mês veio para celebrar os 2 anos do projeto da universidade.


No boletim desse mês, você ficará por dentro do PET e saberá, o que, afinal, um grupo que une pesquisa e extensão faz. O Comunica Junho traz também uma entrevista com Dino Magnoni, tutor do projeto e um "fala povo" especial, com depoimentos de integrantes do programa.

Tudo isso com matérias de Rafael Rodrigues, Wanessa Medeiros e Luana Rodriguez. Não vai perder, né?

24 de junho de 2013

Vem aí a Secom 2013!


Da redação SICOM PET, por Jakeline Lourenço

Jornalismo, Radialismo e Relações Públicas, tudo junto no mesmo evento, discutindo e promovendo a interdisciplinaridade entre os cursos de Comunicação Social da FAAC. Assim será a Secom 2013 que acontece de 21 a 25 de outubro de 2013 na Unesp de Bauru.


Para os sete dias de evento, estão programadas atividades de oficinas, palestras, visitas técnicas, grupos de discussão, apresentações culturais, apresentações de trabalhos acadêmicos, além da promoção de atividades que objetivam fortalezar a ponte entre Universidade e Sociedade.

As inscrições do evento já estão abertas e vão até dia 18 de outubro. Mas para quem quer apresentar trabalhos, o prazo já estão se encerrando: hoje, dia 24 de junho, é o último dia para enviar os resumos.
Serão três modalidades de apresentação.
  1. Comunicação Científica, com exposição oral;
  2. Comunicação Científica, com exposição em formato painel;
  3. Exposição de Produções em comunicação.
Fique atento aos prazos e não perca! 


Mais informações na página do evento no facebook e também no site.



20 de junho de 2013

Professores da UFF expressam repúdio à prisão de estudante nas manifestações no Rio


Professores do Departamento de Comunicação Social da Universidade Federal Fluminense emitiram uma cartea de repúdio  à prisão arbitrária do estudante de Jornalismo Wesley Prado nas manifestações do dia 17 de junho no centro do Rio. Wesley fotografava a manifestação.

Segue a carta na íntegra:


''Os professores do Departamento de Comunicação Social da UFF repudiam veementemente a atuação abusiva de policiais durante a manifestação desta segunda-feira, 17 de junho, no Rio de Janeiro, ao prenderem arbitrariamente um grupo de pessoas, entre as quais um estudante de jornalismo de nosso curso, Wesley Prado, que fotografava as cenas de conflito diante da Assembleia Legislativa. 

Wesley foi preso porque não comprovou ser fotógrafo profissional e por não ter vínculo com qualquer órgão da imprensa tradicional. É um pretexto absurdo, incoerente com os tempos atuais, em que a precarização do emprego faz proliferarem os free-lancers e em que a disseminação da tecnologia digital e a comunicação em redes sociais estimulam todo cidadão a documentar e divulgar fatos de seu cotidiano. 

Na delegacia, o estudante, como os demais, foi inexplicavelmente autuado por “formação de quadrilha”. Conseguiu ser liberado na manhã desta terça-feira, depois de pagar fiança de R$ 1 mil, obtidos graças à solidariedade de seus colegas e amigos. 

Wesley está entre os alunos que têm intensa participação na cobertura de movimentos sociais, o que é motivo de orgulho para nós, professores que estimulamos o compromisso de nossos jovens com o papel social e político de quem integra uma universidade pública, a despeito da depreciação e do desvirtuamento que essa instituição vem sofrendo sistematicamente nas últimas décadas. 

Ainda estão para ser esclarecidas as condições que facilitaram a explosão de violência promovida por um grupo minoritário de pessoas ao final da grandiosa manifestação que tomou as ruas do Rio nesta segunda-feira. O que não se pode aceitar é que uma polícia incapaz de conter o vandalismo resolva atuar no varejo, prendendo arbitrariamente quem apenas documentava aquelas cenas

É condição elementar da democracia o respeito à liberdade de expressão e de imprensa. É fundamental entender que a atividade da imprensa não se restringe às empresas estabelecidas como tais, pois o exercício do jornalismo tem uma função social que ultrapassa de longe os limites impostos pelo mercado. Mas, sobretudo, é imprescindível exigir o respeito a todo cidadão que ouse exercer, nas ruas, seu direito de manifestação.

Niterói, 18 de junho de 2013''


18 de junho de 2013

O cinema do Morrinho

Da Redação SICOM PET, por Beatriz Haga

Criatividade e oportunidade. Foram as condições necessárias para que moradores do morro Pereira da Silva, em Laranjeiras, na Zona Sul do Rio de Janeiro, organizassem uma ação com o intuito de mudar a visão das pessoas sobre as favelas brasileiras. A história começou com uma brincadeira de criança, passou pela produção audiovisual, chegou à Europa e está longe de seu fim.



Projeto Morrinho

Em 1997, Nelcirlan Souza de Oliveira tinha apenas 14 anos e era recém-chegado no Rio de Janeiro. Logo de cara, o garoto se interessou pelo cotidiano e paisagem das favelas e em seu próprio quintal montou uma maquete de 350 metros quadrados com a ajuda de mais sete meninos. A construção foi chamada de Morrinho e servia como cenário onde as crianças recriavam a sua própria realidade com bonecos LEGO.



Foi assim que nasceu o Projeto Morrinho, em 1998, com o intuito de desmistificar a visão da favela como um lugar somente de violência, prostituição e tráfico de drogas, através de ações culturais e sociais. A ideia dos meninos atraiu os olhares dos diretores de cinema, Fábio Gavião e Markão Oliveira, que incentivaram os meninos a registrarem suas próprias histórias através de vídeos e os ensinaram a usar câmeras e fazer as edições.

As produções audiovisuais misturavam a ficção, com o uso dos bonecos, e o documental, por tratar de assuntos e situações da vida real dos moradores da comunidade. Os filmes de poucos minutos surpreenderam por sua linguagem e estética. A revolta dos bonecos, Saci no Morrinho e A piscina do Peri foram alguns dos vídeos filmados no Morrinho.



O projeto virou ONG em 2007 e é composto pela TV Morrinho, Turismo no Morrinho, Expo Morrinho e Morrinho Social. O grupo exibe maquetes em escala menor pelo Brasil e Europa, como no Fórum Urbano do Mundo (Barcelona), Ponto Ephémère (Paris) e Bienal de Veneza. Em 2008, foi lançado o documentário “Morrinho: Deus sabe tudo, mas não é X-9”, dirigido por Gavião e Oliveira.

Confira o trailer:


12 de junho de 2013

II Para Pensar o PET: final de semana de integração e debates

Petianos se reúnem para discutir a trajetória e as funções do Programa de Ensino Tutorial

Da redação SICOM PET, por Nathália Rocha

Mais um final de semana de integração entre PETs. No dia 25 de maio foi realizada a segunda edição do Para Pensar o PET em Araraquara. Tendo como objetivo a integração entre os projetos e a discussão sobre os objetivos e funções do Programa de Ensino Tutorial, a atividade reuniu petianos dos campi da Unesp de Araraquara, Bauru, Ilha Solteira e Rio Claro, e também da UFSCar. Para dar início à atividade, a Professora Edvanda Bonavina da Rosa, tutora do PET Letras, apresentou, na palestra “Trajetória do Programa de Ensino Tutorial”, um pouco da história do PET e de seu desenvolvimento ao longo dos governos pelos quais passou.

Após intervalo para o almoço, foi a vez dos representantes discentes contribuírem para a discussão sobre o projeto. Três grupos de discussão foram realizados com o objetivo de discutir o PET em suas várias instâncias: políticas, estruturais e burocráticas. No GD “Programa de Educação tutorial e suas bases”, o foco foram os três pilares em que o projeto se fundamenta: ensino, pesquisa e extensão. Ainda levando em conta esses pilares, mas também abordando aspectos mais técnicos e objetivos do PET, o segundo GD teve como tema “Síntese dos últimos eventos e portaria 343”. Para tratar da diretriz do PET que lhe permite discutir as questões político-pedagógicas de seus cursos, o terceiro grupo de discussões, “PET e o ensino superior” levantou debates sobre o modo como os petianos podem se posicionar em relação aos problemas estudantis.

Guilherme Rezende, Diretor de Planejamento do CENAPET e membro do PET Administração abordou a importância dos temas levantados no terceiro grupo de discussões e ainda opinou sobre eventos como o Para Pensar o PET. “A maior contribuição deste PPP é a discussão acerca da politização do PET e dos petianos. Há algum tempo as discussões ocorridas nos encontros regionais e no ENAPET tem tido um forte apelo "endógeno", ou seja, voltadas apenas para o debate dos assuntos pertinentes primordialmente ao PET em sua forma institucional.Não se trata de esquecer estes temas que são de grande importância para a consolidação e expansão do PET, entretanto, considero que precisamos mesclar a discussão de questões institucionais do programa com o debate sobre a educação superior, para montar assim, uma "pauta petiana" que faça a convergência de temas e dilemas que estão no cenário nacional”, completou Guilherme.





10 de junho de 2013

A felicidade pode ser encontrada nos games

Da Redação SICOM-PET,
por Giovani Vieira

Quem nunca se imaginou como um personagem de vídeo-game? Ou já percebeu que os temas estão cada vez mais parecidos com a realidade? É visível a influência dos jogos eletrônicos no comportamento dos indivíduos e mais uma vez a temática entrou em pauta. Desta vez, um grupo de pesquisadores norte-americanos aponta a urgência da criação de games que resolvam problemas científicos e promovam a felicidade na vida diária. 

O universo dos games sempre disponibiliza aos usuários grande parte do cenário para a resolução de determinados problemas ou conflitos da vida humana e por este motivo são constantes objetos de estudos. Tais jogos cativam pessoas de todas as idades e acabam criando mundos virtuais paralelos muito influentes. Segundo dados divulgados pelo The New York Times, um norte-americano de 21 anos passou 10 mil horas jogando games de computador, um tempo bem superior àquele destinado a analisar esse seu comportamento. 

Para Sandro Caramaschi, professor de psicologia da Unesp campus de Bauru, os jogos eletrônicos têm mais poder que a televisão de influenciar um comportamento. “No mundo virtual os jogadores não vivem as mesmas sensações que na vida real, mas acabam sendo peças fundamentais dessa atividade rotineira e, em certos momentos, escapistas”, exalta. 

O professor Caramaschi também confirma a força que esses jogos exercem sob os gamers, nome criado para designar aqueles que passam horas e horas com um controle na mão. “É uma forma interessante de transmitir conteúdos para uma geração que tem o nível de interatividade muito maior. Costumo dizer que o mundo online molda as atividades dos seus moradores, seja para o bem, como aprender termos novos, ou para o mal, como os diversos jogos que promovem violência gratuita”, conta ele. 

Foi exatamente pensando nos resultados negativos da influencia dos games que Jane McGonigal, desenvolvedora de games e pesquisadora do Instituto para o Futuro, escreveu o livro “A Realidade está quebrada: Por que os games nos fazem melhores e como eles podem mudar o mundo” com a intenção de estimular os demais desenvolvedores a pensarem em jogos que possam resolver problemas científicos ou promoverem a felicidade na vida diária. 

Lynn Rosalina Gama Alves, pesquisadora de jogos eletrônicos do Departamento Regional do SENAI, acredita que ocorrerá uma tendência de lançamentos de jogos que promovam alguma atitude de cidadania ou que possa ajudar a desenvolver a mente humana para eventuais pesquisas científicas. “É uma tendência o lançamento de jogos com esse intuito, embora o mercado não os absorva como deveria”.

A pesquisadora conclui que as tarefas que envolvem o lúdico, como as dos games, são capazes de fixar um ideal com mais facilidade. “Provavelmente, caso haja sucesso, muitos outros games envolvendo demais atividades importantes, como as atividades econômicas, políticas ou financeiras. Basta alguém ter iniciativa”, completa Lynn Alves.

Veja mais:

7 de junho de 2013

Dosando imagens e texto para boas produções

Da Redação Sicom PET, por Caroline Lima

Recentemente, a revista Bravo veiculou uma lista em que o Sindicato dos Roteiristas dos Estados Unidos - o Writers Guild of America - publicou, com os 101 melhores roteiros da história do cinema. 

Esses profissionais, inseridos no mercado cinematográfico norte-americano, selecionaram entre milhões de produções audiovisuais para cinema apenas 101 roteiros, que se destacaram por algumas características que as elevaram a essa posição de grande prestígio. A importância do texto no audiovisual é fundamental. A imagem combinada com um bom roteiro resulta nas grandes produções.

Aqui, no PET Interdsciplinar de Rádio e TV da Unesp- Bauru, nos classificamos como um projeto interdisciplinar. Temos alunos de Rádio e TV, Jornalismo, Design e Relações Públicas trabalhando juntos em diversas produções e projetos de pesquisa. Obviamente, as produções audiovisuais como o programa Atalho são coordenadas por alunos de Rádio e TV, que têm disciplinas específicas na graduação, possibilitando fazer um trabalho profissional. Mas os radialistas não estão sozinhos nessa, temos alunos de jornalismo que fazem captação de imagens, entrevistas e até se arriscam na edição dos vídeos. Também os designers que trabalham toda parte gráfica das produções. 

Ao assistir um filme ou simplesmente um vídeo de alguns minutos, todas essas etapas parecem muito simples até alcançar o resultado final. Para quem acompanha de perto a produção de qualquer material audiovisual fica nítido o trabalho e o tempo demandado para que tudo saia perfeito e para que o roteiro faça sentido. E casar imagens e texto nem sempre é simples. É preciso estar atento aos detalhes para fazer a combinação ideal.

Dessa forma, uma lista com os 101 melhores roteiros do cinema não pode ser subestimada. Esses gênios, juntamente com os diretores e toda a equipe envolvida, são criadores de obras de arte vitalícias na indústria cinematográfica e servem de referência. Para os alunos em formação na área do audiovisual é importante para aprenderem a técnica em si. Para as pessoas não diretamente envolvidas, assistir um filme desses é uma boa forma de engrandecer o seu repertório cultural.

A lista completa pode ser vista no site do Writes Guild of America.

5 de junho de 2013

Jogos e Educação: uma parceria de sucesso?


ONG brasileira busca mostrar à população que jogos de videogame podem ser plataformas atrativas de aprendizado e produção de conhecimento.

Da Redação Sicom PET, por Rafael Rodrigues

Desliga o videogame e vai fazer algo que presta!
Provavelmente qualquer um que já teve um videogame na infância deve ter ouvido esse tipo de frase vindo da sua mãe, pai, avó ou qualquer outro “adulto responsável”. Tidos como entretenimento barato, os videogames sempre sofreram grande preconceito quanto ao seu papel social, por pais, professores e “especialistas” que pareciam não entender as vantagens que a nova tecnologia poderia trazer ao processo pedagógico. Mas, conforme um cada vez maior número de estudos parece indicar, os videogames podem ser, muito mais do que apenas simples entretenimento, sedutoras plataformas de aprendizado. E é com isso em mente que existe a Jogos Pela Educação.



Sobre a Jogos Pela Educação

A Jogos Pela Educação é uma ONG (Organização Não Governamental) fundada em 2010 por Jaderson Souza, à época mestrando em Tecnologia da Inteligência e Design Digital da PUC-SP. A ONG é uma instituição sem fins lucrativos que visa contribuir na educação de crianças e jovens através do videogame.
Segundo Jaderson: “a ONG nasceu de uma pesquisa acadêmica, realizada na PUC-SP, pelo Programa de Tecnologias da Inteligência e Design Digital, que foi concluída no ano de 2011. Basicamente, a ONG trata das possibilidades de construção de conhecimento a partir dos jogos.” A ideia surgiu da necessidade de se levar a campo as pesquisas que eram realizadas apenas em âmbito acadêmico, para que essas pesquisas pudessem não só serem experimentadas como também validadas. Com a intenção de dialogar com todos os envolvidos nos processos de educação – não apenas os jogadores, como também os pais, professores, diretores de escola e demais responsáveis – a ONG pretende considerar a importância das diferentes esferas educacionais e buscar soluções que atendam aos interesses e necessidades de todas elas, sem nunca deixar de lado o envolvimento com a cultura local, o conhecimento cultural, científico e artístico, sem deixar de respeitar os interesses e possibilidades de todos os envolvidos no processo.


O Trabalho

Então quer dizer que a ONG trabalha com aqueles joguinhos educacionais chatos que deixam as crianças entediadas? Não. Muito pelo contrário. Como o próprio nome já diz, o projeto busca trabalhar com jogos pela educação e não, necessariamente, jogos educacionais. Sem a necessidade de transmitir conteúdo “de apostila”, a ONG direciona seu foco para o trabalho social que os jogos podem oferecer como exercício de cidadania. Com atividades já realizadas em parceria com o SESC e com o Criança Esperança, o foco hoje é a Jornada Gamer, realizada em parceria com a Casa Clamor Cavanis, na Zona Norte de São Paulo. Segundo Jaderson, a Jornada Gamer consiste da vivência dentro de mundos virtuais onde, a partir dessa vivência, os jovens se deparam com diversas situações de aprendizagem. “O programa é o que mais se aproxima é o que mais se aproxima daquilo que consideramos interessante em termos de jogos e educação”, explica Jaderson. “Nossa principal tese é de que, com os jogos que já existem nós podemos, de modo inerente, buscar essas aprendizagens. Utilizar o jogo como ferramenta para servir a escola me parece uma forma não muito adequada de se utilizar essa plataforma.” Jaderson ainda faz um paralelo com o videocassete e o dvd, que não foram bem aproveitados pelos professores, tornando-se apenas ferramentas interessantes mas que não faziam muito sentido no processo educacional. Mas, senão com jogos educacionais, quais são os jogos que a ONG trabalha? “O Jornada Game trabalha com dois tipos de jogos: para o atendimento de crianças e adolescentes, com idades entre 7 e 14 anos, nós utilizamos o jogo Pokémon. E o segundo jogo é o League of Legends, para jovens a partir de 15 anos”, explica Jaderson. Enquanto com as crianças é idéia é principalmente trabalhar conceitos de cidadania e do seguimento de regras, utilizando as diversas regrinhas existentes no jogo, exportando-as para forma da plataforma virtual e criando paralelos na vida dessas crianças, com League of Legends o objetivo é praticamente trabalhar a idéia do esporte virtual, exaltando aspectos como o trabalho em equipe e a coordenação das ações.  Atualmente, a Jornada Gamer acontece no espaço da Casa Clamor Cavanis e contempla mais de 70 crianças e adolescentes de baixo e médio risco social. Ao contrário de muitos programas, a ONG faz um trabalho artesanal, prezando mais pela atenção aos detalhes e na construção de uma melhor experiência educacional para todos os participantes. Qualidade acima de quantidade, uma filosofia que por enquanto vem dado muito certo.


Gostei do projeto, como faço para conhecer mais?

Você pode saber mais do projeto através do próprio site da Jogos Pela Educação, ou visitando-os na Casa Clamor Cavanis, que fica na Rua Cajati, 65, na Freguesia do Ó, em São Paulo-SP. Também é possível entrar em contato através do email ongjogospelaeducacao@gmail.com

24 de maio de 2013

2 anos de PET-RTV!

Na última quinta dia 23 foi aniversario de 2 anos do PET-RTV! Nesse tempo conseguimos nos consolidar melhor na faculdade, além de termos nos tornado um grupo mais unido. Para nos lembrarmos dos velhos tempos convidamos o pessoal que participou da criação do grupo para dar seus depoimentos sobre a experiencia de participar de algo inédito na Faac. Confira!


 

23 de maio de 2013

Encontro entre PET's - PET RTV e PET-Ilha Engenharia Mecânica



O fim de semana do dia 14 foi de integração entre PET’s da Unesp. Nós aqui do PET RTV recebemos a visita do PET Mecânica da Unesp de Ilha Solteira para uma troca de experiências e atividades. 



No sábado de manha fizemos um bate-papo sobre o PET e apresentamos nossos trabalhos. À tarde, foi oferecida uma oficina de Première ministrada pelo PET RTV e à noite fizemos uma confraternização entre os grupos.
No domingo de manhã o PET de Engenharia ministrou uma oficina de LaTeX . Confira aqui algumas fotos tiradas durante o nosso encontro

22 de maio de 2013

XV Jornada Multidisciplinar explora novas linguagens midiáticas


Acompanhando as novas tendências da comunicação, edição desse ano se propõe a analisar as novas formas de produção de conteúdo nos meios audiovisuais

Da Redação Sicom PET, por Nathália Rocha

Aconteceu, entre os dias 14 e 16 de maio, a XV Jornada Multidisciplinar realizada pela Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação da Unesp Bauru. Tendo como tema “a linguagem nas mídias na era da convergência”, o evento contou com palestras em que foi discutida a situação atual dos meios audiovisuais, a linguagem utilizada nesses e as mudanças técnicas e comunicacionais pelas quais esses meios vêm passando.

A professora Suely Maciel, uma das responsáveis pela organização da atividade, comentou a abrangência do tema e a possibilidade de diferentes abordagens a partir dele. “Esse tema permite discutir tanto linguagem nas mídias, quanto linguagem das mídias, produção de texto, produção discursiva, aspectos do próprio trabalho dos meios, novas propostas de produção. Então é um tema bem aberto, que abarca um amplo leque de possibilidades de pesquisa”, completa a professora.

Para abrir o evento, o professor José Javier Marzal Felici, diretor do Departamento de Ciências da Comunicação da Universitat Jaume I, da Espanha, liderou palestra sobre a cultura visual contemporânea, que teve como objetivo abordar o estudo da imagem como um produto da sociedade de massas e como um artefato estético.

No segundo dia, de forma bastante descontraída, a professora Carlas Andrea Schwingel, jornalista, doutora em ciberjornalismo e mebro do departamento de Comunicação da Universidade Presbiteriana Mackenzie, e o professor João Batista Freitas Cardoso, professor do programa de Mestrado em Comunicação da Universidade de São Caetano do Sul falaram sobre a adaptação da linguagem aos meios em que é utilizada durante a palestra “Linguagens Múltiplas e Produção de Conteúdo”.

Para encerrar a jornada, o professor Wilton Garcia Sobrinho, doutor em Comunicação pela USP, e o professor da Fundação Getúlio Vargas, Rodrigo Chagas abordaram a comunicação sob um prisma mais mercadológico, falando sobre marketing e a nova configuração midiática.

Além das palestras, a programação da Jornada Multidisciplinar também contou com oficinas ligadas à comunicação e à produção audiovisual, como a de folkcomunicação e a de marketing móbile. O evento ainda contou com a apresentação de trabalhos e pôsteres.

20 de maio de 2013

Afinal, qual a relação do PET com o Banco Santander?

Da Redação SICOM PET,
por Giovani Vieira

Há cerca de um ano, o Grupo PET-RTV passou a desenvolver suas atividades de ensino, pesquisa e extensão no chamado Espaço Digital Santander Universidades, a tão famosa Sala Santander. A partir desse momento, uma série de especulações ganharam foco e muitos até acreditam em parceria do grupo com o banco espanhol. Aproveitamos o aniversário de dois anos de atividade d
o grupo para explicar essas e outras questões.

1. Exite parceria do PET-RTV com o Banco Santander?
Não há nenhum tipo de vínculo entre o projeto e o banco. 

O Programa de Educação Tutorial (PET) é um programa do Governo Federal criado em 1979 ainda sob o regime da ditadura militar. Nessa época, com denominação de Programa Especial de Treinamento, o PET era vinculado à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e . Logo em seguida, o programa passou a ser ligado à Secretaria de Educação Superior (SESu) do Ministério da Educação e em 2004 ganhou a atual denominação. 

Atualmente, o PET está sob a responsabilidade da Coordenação-Geral de Relações Estudantis da SESu. Para ter um grupo PET aprovado, cada Universidade precisa indicar um projeto para participar dos editais de seleção. A UNESP é a universidade com o maior número de grupos PET MEC/SESu. São trinta grupos em dezesseis unidades universitárias de dez campi.

O PET Interdisciplinar de Rádio e TV segue as mesmas orientações e normas dos grupos PET vinculados à SESu, mas não está ligado diretamente ao Ministério da Educação. Algumas Universidades, entendo a importância do programa para a melhora das dimensões da graduação, criaram bases para a constituição de seus PETs institucionais vinculados às Pró-Reitorias de Graduação. Cada ProGrad é responsável pela manutenção administrativa e financeira dos projetos selecionados.

A UNESP abriu edital de seleção para a criação de novos treze grupos com as mesmas características dos grupso MEC/SESu. As três unidades do câmpus de Bauru tiveram seus programas aprovados: o Interdisciplinar de Rádio e TV, na FAAC, o de Sistemas de Informação, na FC, e o de Engenharia Civil, na FE, sendo esse interrompido pela desistência do coordenador.

2. Mas por que o PET-RTV usa o Espaço Santander?
O Espaço Digital Santander Universidades faz parte de uma parceria do Portal Universia, pertencente à rede Santander, e as universidades brasileiras. De acordo com o convênio, o banco oferece o espaço laboratorial para os parceiros e esses destinam a sua utilização de acordo com as demandas específicas. 
A Sala Santander da FAAC foi inaugurada em agosto de 2011 na gestão do Prof. Dr. Roberto Deganutti e passou a ser utilizada como espaço laboratorial dos programas de pós-graduação da unidade.

Com a aprovação do Grupo PET, o Departamento de Comunicação Social buscou acomodar a equipe de bolsistas e colaboradores. Por ser um programa permanente e com demandas mais complexas, a conquista de um espaço era o primeiro passo para a consolidação do Grupo.

Por meio de conversas do chefe do DCSO e do tutor PET-RTV com a direção da Faculdade, a gestão organizativa  da estrutura do espaço laboratorial foi repassada para o grupo em agosto de 2012.

3. O PET-RTV não recebe nenhum financiamento do banco?
As parcerias entre PET e agências financiadoras são permitidas de acordo com o Manual de Orientações Básicas, mas, no momento, não há nenhum projeto construído conjuntamente. O banco também não repassa nenhuma contribuição financeira para o desenvolvimento das atividades do projeto.



17 de maio de 2013

Daqui a uma semana, o PET-RTV completa 2 anos!

Para iniciar as comemorações, relembre o que o projeto já produziu

Da Redaçção SICOM PET, por Mariana Caires

Presente na Unesp de Bauru desde 2011, o nosso PET sempre contou com a participação de alunos de diversas áreas de ensino. O grupo já teve estudantes de Jornalismo, Rádio e Televisão, Design, Relações Públicas e Ciências da Computação.

Ué, mas não era PET de Rátevê?

A produção do grupo, tanto em pesquisa, como em ensino e extensão é enquadrada na área audiovisual, por isso esse é o nome do nosso Programa de Educação Tutorial.

Explicada a dúvida, é hora de olharmos tudo o que o grupo já produziu nesses dois anos de existência. No início, o PET Interdisciplinar em Rádio e Televisão estudou diferentes possibilidades de produções e o primeiro produto que o grupo divulgou ao público foi este Portal.

Aqui no nosso espaço na internet, publicamos textos, vídeos e podcasts de assuntos variados, feitos colaborativamente por todos os petianos. No portal você encontra a cobertura das nossas atividades, tais como do grupo de estudo de Comunicação e Entretenimento e as oficinas que o PET promove.

Comunica PET

O Comunica PET é o nosso jornal Impresso, que existe desde abril do ano passado. Ele também está disponível online. Neste mês, o Comunica passou por uma reformulação: Aqui em baixo estão a primeira e a última edição do Comunica

COMUNICA PET DE ABRIL DE 2011


COMUNICA PET DE MAIO DE 2013

RADIOFÔNICO

Em parceria com a Rádio UNESP FM, o PET produz o programa Cidade Universitária, que informa o ouvinte duas vezes ao dia sobre os eventos acadêmicos de Bauru e de todo o Brasil.

Os petianos também estão preparando uma novidade no meio radiofônico, é o Programa INFO, que vai mostrar as novidades tecnológicas também na Rádio Unesp FM.

PROGRAMA ATALHO

No começo do ano passado, os petianos começaram a pensar em um programa informativo pela internet. Depois de quase quatro meses de estudo, foi produzido o primeiro Programa Atalho, sobre o Projeto Taquara:



Sete programas Atalho já foram produzidos para a internet e a partir de agora ele está sendo produzido para ser veiculado a partir de Julho pela TV UNESP.

ASSESSORIA

Por trás de tudo isso, ajudando a organizar e divulgar todo esse trabalho, está a Assessoria PET, que foi premiada na Exposição de Pesquisa Experimental em Comunicação (Expocom) no XVII Congresso de Ciências da Comunicação na Região Sudeste, o Intercom Sudeste 2012.

Esse é só um resumo da nossa produção nos nossos dois anos. O grupo hoje conta com 17 bolsistas e 20 colaboradores.

Se você quer ser voluntário no Programa e produzir com a gente, fique atento aos nossos editais!

13 de maio de 2013

A computação nos desenhos animados

Da Redação SICOM PET, por Mariana Belo

O uso de computadores facilitou muito a criação do desenho animado e os movimentos ao longo das décadas ficaram cada vez mais reais.

Entre as muitas técnicas que surgiram, uma das que mais contribuiram para isso foi o keyframing, que consiste basicamente em dois desenhos: um definindo o ponto de início e outro o ponto de término do movimento onde o computador calcula transição entre um e outro de acordo com o tempo do filme. Essa técnica geralmente é utilizada em animações simples, sem muitos movimentos complexos.

O criador do processo foi Walt Disney, que desenhava vários quadros-chave e em seguida tentava desenhar vários quadros intermediários de forma que a sequência ficasse realista. O resultado dependia muito da habilidade dos animadores, que chegavam ao final por um processo de tentativa e erro, e várias vezes eram obrigados a alterar os quadros-chave para chegar a um resultado desejável.
Exemplo com 3 quadros-chave (keyframing) e 4 interpolações

No final da década de 70, uma nova técnica entra para o mundo da animação: O Motion Capture, processo que consiste em capturar movimentos de um ator real e jogá-los em um computador, em um modelo virtual. 

Conhecido também como Mocap, é muito utilizado pela indústria de filmes e videogames, para a construção de personagens e objetos 3Dque resulta em um movimento mais realista. 

Apesar de ser muito mais rápido, o processo ainda é muito caro, e em virtude disso é utilizado apenas por grandes estúdios. Um dos grandes problemas dessa técnica é a de não criar possibilidades para o animador. Para isso, são então criados parâmetros para a inserção de outras técnicas.


Exemplo das etapas do Mocap
Os sistemas de captura do Mocap estão divididos em cinco categorias: sistemas ópticos, acústicos, magnéticos, mecânicos e o último mais utilizado atualmente, de mapeamento. Nos quatro primeiros, o ator veste uma roupa que transmitirá para o receptor o movimento. No último, técnica mais recente, um mapeamento é feito por um laser, que envia para o receptor, no caso o computador, as dimensões desse ator, fazendo com que ele tenha mais liberdade de movimentos. 

Os filmes de animação nos surpreendem todos os anos. O sentimento a cada filme é de que a imagem e os efeitos estão tão reais e perfeitos que não podem melhorar. No entanto, as pesquisas no ramo da animação só aumentam, fazendo com que a evolução continue.














9 de maio de 2013

Comunica PET de cara nova!

O Comunica está de cara nova. Produzido pelo PET-RTV, a partir de agora o boletim será voltado para a produção audiovisual. Com edições temáticas, o Comunica PET abordará temas que vão desde a a industria cinematográfica até os mais diversos gêneros de filme.

Nesta edição, você ficará sabendo tudo sobre cinema Western, aqueles filmes de "bang bang" e cawboys que voltaram às telonas com "Django Livre'. As matérias desse mês são de Luana Rodriguez, Wanessa Medeiros e Rafael Rodrigues.


Curioso pra ver a nova cara do Comunica?

7 de maio de 2013

Unesp de Bauru paralisa atividades

Da Redação Sicom PET, por Jakeline Lourenço

Os estudantes da Unesp de Bauru paralisaram suas atividades nesta terça feira (07), como forma de protesto à aprovação do Pimesp pela universidade,  ao pequeno número de refeições que serão oferecidas pelo Restaurante Universitário a ser inaugurado em 2013, às condições de segurança e localização da Moradia Estudantil, ao atraso e ao corte de bolsas-auxílio, e também como forma de apoio aos campi de Marília e Ourinhos, que estão em greve.


Intervenções dos alunos no campus durante a paralisação

A paralisação foi aprovada em assembléia ocorrida no dia 30 de abril, que contou com a participação de cerca de 300 alunos das três faculdades do campus de Bauru:   FC, FEB e FAAC. A data escolhida foi o dia 07 de maio, pois nesse dia também ocorre o III Fórum de Extensão Universitária, evento que reúne as três unidades do campus com o objetivo de ampliar e valorizar as ações de extensão universitária e estimular a integração entre alunos e professores.

Apesar da paralisação, os alunos decidiram manter as apresentações de trabalhos no Fórum. Os participantes irão usar uma faixa preta amarrada no braço como ato simbólico de protesto durante o evento.

Para a paralisação foram programadas diversas atividades, como forma de debater, protestar e ocupar o espaço da universidade. Serão feitos grupos de discussões, oficinas, atividades e intervenções culturais e, ao final do dia, uma assembléia de encerramento vai debater e direcionar as ações a serem realizadas após a paralisação.

Grupo de discussão sobre a permanência estudantil, RU e bolsas realizado pela manhã

Mais detalhes sobre as reivindicações estudantis, o  posicionamento dos alunos e a agenda completa das atividades do dia  podem ser encontradas na página do movimento.

2 de maio de 2013

Murilo César Ramos discute regulamentação da comunicação em aula magna na Unesp de Bauru

Da Redação SICOM PET, por Wagner Alves

Professor criticou as políticas de comunicação no país

No último dia 24, o professor Murilo César Ramos, da Universidade Estadual de Brasília, veio à Unesp de Bauru para uma aula magna aos alunos do curso de Pós-Graduação em Comunicação. Um dos nomes mais conhecidos em termos de políticas públicas, Ramos discutiu a regulamentação da comunicação no país, levantando um histórico desde a Constituinte em 1986 até o atual Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação. 

Nessa ocasião, Ramos criticou as leis criadas desde a Constituição de 1988 que não dão respaldo aos jornalistas. De acordo com o professor, a lei é falha e não tem previsão de mudança, embora tramite em discussão, pois não é de interesse dos grandes conglomerados. 

A aula magna fez parte do curso de Pós-graduação em Comunicação da Unesp e contou com a presença do Vice-Diretor da FAAC, Marcelo Carbone Carneiro, de professores dos Departamentos de Comunicação Social e de Ciências humanas, e de alunos da pós-graduação e graduação da Unesp. Murilo César Ramos veio à faculdade a convite do professor Juliano Maurício de Carvalho.

29 de abril de 2013

Mídias Sociais e a comunicação multimídia

Da Redação Sicom PET, por Wanessa Medeiros

Timeline, curtir, compartilhar, twitar, hashtag, drive, groups...Essas são as novas vozes de comando do cenário comunicacional, as palavras de ordem para a divulgação de informações. A cultura de massa não está mais somente atenta às telinhas, mas também a um espaço cibernético, abstrato e complexo promovido pela internet. A Mídia Social elegeu Barack Obama, está revolucionando o jornalismo, está reinventando as propagandas e ainda é fonte de informação de todo tipo, da saúde à política.

Mas afinal, o que seriam as Mídias Sociais? Uma resposta simples pode ser dada a essa pergunta: é a comunicação de todos para todos; meios de relacionamentos. Vamos explicar melhor. 



Até pouco tempo atrás, a comunicação de massa era de um para todos, ou seja, da TV para o telespectador, do jornal para o leitor, da rádio para o ouvinte e assim por diante. Agora todos podem produzir e receber informação através da maior rede de comunicação do planeta: a Internet. Lógico que algumas ressalvas devem ser feitas: a credibilidade ainda não é equivalente aos meios tradicionais e a apuração de fatos e acontecimentos muitas vezes é insuficiente, mas o espaço promovido pela internet para debates sobre temas da atualidade e organização de movimentos de denúncia ou manifesto é incontestável. 

As pessoas, agora, usam a web como ferramenta de expressão, e passaram a perceber o seu valor e papel na sociedade enquanto consumidoras e produtoras de informação. É nesse âmbito que as mídias sociais servem como um canal de comunicação, uma vez que, por meio de artefatos simples, a divulgação de informação se torna eficaz e cria um sistema funcional de informar e formar opiniões. Dessa forma, a fronteira entre jornalistas e público está ficando cada vez menor, pois qualquer pessoa, independente da formação acadêmica, assume em várias situações o papel de produtor da notícia, transmissor de fatos e analista de conteúdo. 

A relação que era quase unidirecional dos meios para o consumidor, agora com o espaço proporcionado pela internet se torna mais democrática e dinâmica, já que o produtor de informação é também o consumidor. Diante disso, essa coexistência de material produzido pelos “internautas” e jornalistas de fato poderia se complementar, gerando pluralidade de assuntos, alcance do interesse público e aproximação dos fatos relatados à realidade dos cidadãos. 

Porém, nesse âmbito de sedução e apelo audiovisual, até mesmo as notícias mais informativas se tornam um ramo da publicidade, e a eficiência dessa inserção do consumidor no processo construtivo da informação é colocada em segundo plano. No intuito de atingir uma parcela significativa para determinada discussão, os profissionais de comunicação estão cada vez mais utilizando ferramentas de entretenimento, em detrimento de suportes técnicos já padronizados pela mídia tradicional. A utilização das mídias sociais é um exemplo disso, onde os meios mais tradicionais usam o ”interesse do público” para reformular a maneira de fazer informação, muitas vezes perdendo a essência e seriedade necessária para se transmitir um acontecimento, e atribuindo visões e interesses voltados para o entretenimento. Ou seja, a informação virou um objeto a comercializado em troca de audiência.

25 de abril de 2013

Museu de Imagem e Som de São Paulo é referência em tendências audiovisuais

Da Redação SICOM PET, por Pepita Ortega

Localizado na Avenida Europa, o Museu de Imagem e Som (MIS) de São Paulo é uma instituição  pública estadual que tem por objetivo registrar o som e a imagem na vida brasileira, com seus aspectos humanos, sociais e culturais. Ele conta com um acervo permanente, além de organizar exposições, oficinas e abrigar um laboratório de novas mídias, o LABMIS. 

O MIS foi a primeira instituição museológica do país que documenta a atividade oral permanentemente, e é uma das primeiras instituições culturais do Brasil a organizar e acomodar festivais de vídeo e mostras audiovisuais e de fotografia. Assim esse museu expõe tendências e obras contemporâneas, como a videoarte. 

Trabalhos visando à criação do museu começaram em 1967, e sua inauguração foi realizada três anos depois, em 1970. Em 1975 ele foi transferido para a sede atual, planejada pelos arquitetos Roberto Fasano e Dan Juan Antonio. A exposição que estreou as novas instalações foi Memória Paulistana, e contou com várias apresentações musicais. 

O museu foi criado com o intuito de colher, conservar e registrar a documentação produzida pelos novos suportes, como a televisão e o cinema. Essas produções, muitas vezes ligadas à manifestações culturais, eram desprezadas até então mas, com a criação do museu, foi criado um espaço onde o público teria maior acesso à elas. 

Uma das características do MIS é a tendência vanguardista, que pode ser observada até na arquitetura e decoração do prédio. O museu abriga e expõe obras de produtores culturais contemporâneos, como o artista chinês Ai Weiwei. 


Ai Weiwei ajudou na concepção do estádio Olímpico de Pequim, mais conhecido como ninho de pássaro.

O acervo do museu conta com mais de 200 mil peças e é de responsabilidade do Centro de Memória e informação do MIS (CEMIS). A população tem fácil acesso a essa coletânea, onde é possível consultar cópias do acervo através da midiateca, aberta de terça a sábado das 12h às 19h, e nos domingos e feriados das 14h às 18h. Para consultar objetos não disponíveis na midiateca é preciso realizar um agendamento. Há também o Banco de Dados do MIS online, que amplia as possibilidades de acesso às obras. O departamento de artes gráficas, criado em 1991, é o núcleo mais recente do acervo: ele reúne capas, folhetos, selos, adesivos e cartazes mostrando o trabalho de mais de 120 designers. 



O mês de maio é o mês da fotografia no MIS: haverá a exposição de fotografias de artistas que desenvolveram o panorama diverso dos séculos XX e XXI, como Chico Albuquerque, Willy Ronnis, Joakim Eskildsen e Carlos Ebert. Outro evento agendado para o mês é a inauguração da mostra Paquistão – Um País, Diversas Guerras, de Luiz Maximiano. Além disso, o local ainda abrigará o II Encontro Pensamento e Reflexão na Fotografia, que será realizado nos dias 6,7 e 8 de Junho, e que tem como objetivo refletir a criação fotográfica. 

Além de exposições, mostras e eventos o Museu de Imagem e Som também oferece diversas oficinas, seminários e concursos, gratuitos e pagos. As inscrições são realizadas através do site do museu, onde também é possível acessar a programação dos eventos que acontecerão no local. 


O Cinemis é um espaço permanente de lançamento de filmes inéditos


O MIS também abriga um laboratório para desenvolvimento de experimentos que combinam cultura e tecnologia, o LABMIS. Esse é o primeiro laboratório de novas mídias instalado em um museu público no Brasil; um centro de pesquisa de produção, onde são realizados cursos, palestras e workshops. O LABMIS conta com boa infra-estrutura e trabalha para aproximar as relações entre ciência, sociedade, arte e tecnologia. 

O museu de Imagem e Som de São Paulo fica na Avenida Europa, número 158, Jardim Europa. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (11)2117-4777, ou através do site ou página no facebook do museu. O horário de funcionamento é de terça a sexta das 12h às 22h e das 11h às 21h nos sábados, domingos e feriados.


O Museu de Imagem e Som de Bauru 

Bauru também possui um museu do audiovisual, com um acervo de imagem e som que abrange a história de Bauru e do Brasil, além de objetos e mídias em geral. A ideia é promover o conhecimento da herança cultural, a apreciação de imagens, sons, inovações tecnológicas e cientificas, e disponibilizar à população o acesso à esse conhecimento. Ele tenta instigar o gosto do público para a produção bi e tridimensional midiática da cultura de Bauru, com um acervo que mostra o passado e a evolução da sociedade bauruense.


O acervo no MISB alia o contemporâneo com o tradicional


O Museu de Imagem e Som de Bauru fica na rua Rio Branco, número 3-16, Centro. O telefone para contato é (14)3232-4621. O MISB funciona de segunda à sexta, das 8h às 12h e das 13h às 17h. Além disso, no terceiro domingo de cada mês é realizada a Feira Estação Arte, no pátio dos Museus Histórico e MISB. A programação conta com uma feira de artes e artesanato e passeios na composição da Maria Fumaça, como parte do projeto "Ferrovia para todos".

22 de abril de 2013

Iniciativas promovem e incentivam a leitura pelo mundo

Da Redação Sicom PET, por Maria Luiza Leopassi

Segundo a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, encomendada pelo Instituto Pró-Livro e divulgada em março de 2012, o brasileiro lê, em média, 4 livros por ano, e apenas dois deles até o final. A mesma pesquisa também revela que 75% da população nunca entrou em uma biblioteca. É nesse contexto, com apoio da agência Leo Burnett Tailor Made, que a Livraria da Vila e a Cesta Nobre (distribuidora de cestas básicas no país) lançam o Projeto Leitura Alimenta. A iniciativa convida a população a colaborar doando livros, que serão incluídos em cestas básicas e distribuídas a famílias de todo país. Para participar do projeto, que vai até 26 de abril, é só doar os livros em qualquer loja da Livraria da Vila ou contribuir com uma doação virtual, pois a renda obtida com o livro digital será 100% revertida na compra de livros reais, que serão inseridos em cestas básicas. 

Outras iniciativas como essa já foram implantadas pelo mundo todo. Em julho de 2011, com um compartimento traseiro que tem capacidade para armazenar até 150 kg de livros, a primeira “Bicicloteca” passou a atuar, levando um pouco de cultura a centenas de famílias em São Paulo. Já na Argentina, é o automóvel Ford Falcon de 1979, usado por militares na época da ditadura e reformulado pelo artista Raul Lemesoff, que carrega uma coleção de mais de 900 títulos e os distribui pelo país. Chamado de “Arma de Instrução em Massa”, a biblioteca móvel também incentiva outros artistas e instituições a espalharem conhecimento pela sociedade em que vivem. 

A Arma de Instrução em Massa

Parte de um projeto cultural que só deve ser concluído em 2014, a Fundação Alumnos47 adaptou um caminhão e também criou uma biblioteca móvel com 1200 livros. Foi uma alternativa rápida e eficiente de disponibilizar à população da Cidade do México o acesso a livros e à cultura.
Biblioteca Móvel da Fundação Alumnos47

Em Madrid, a campanha “Livros para a Colômbia”, promovida pela empresa Telepizza, convidava seus clientes a doar um livro usado e em bom estado cada vez que recebessem em casa o seu pedido. A iniciativa durou de janeiro a fevereiro de 2012, e mais de 120 escolas e bibliotecas foram contempladas. 

Em Nova York, o arquiteto John Locke criou uma minibiblioteca ao lado de um telefone público. Com o objetivo de promover encontros e trocas de experiências, lê-se na prateleira a frase take a book, leave a book (pegue um livro, deixe um livro).

Take a book, leave a book

A mesma ideia está por trás do projeto Little Free Library, que começou nos Estados Unidos e já se espalhou pela Europa, África, Ásia, Oceania e América Central. O projeto prevê a instalação de caixas de correio, capazes de abrigar alguns livros, e promover um espaço comunitário onde qualquer um pode pegar um livro e devolvê-lo depois de lido. Quanto mais pessoas contribuírem, melhor.


Little Free Library

No Brasil, os mecanismos de incentivo à leitura ainda são muito escassos, e boa parcela da população sequer tem acesso a bens culturais. Iniciativas como essas são importantes para estimular a leitura e promover a cultura em comunidades mais carentes. 


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