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21 de junho de 2012

Movimento #Yosoy132 - a mudança que o México precisa

Da Redação SICOM PET,
por Gerardo Martínez - estudante intercambista da Universidad Nacional Autónoma de México



O ano de 2012 é significativo para a situação social e política do México porque os jovens estudantes mexicanos começaram a mudar por meio das redes sociais e aproveitando ao máximo a tecnologia na internet a visão que se tinha deles com o movimento chamado #Yosoy132.

O movimento surgiu em 11 de maio na Universidade Iberoamericana, na cidade do México, com a visita do candidato do Partido Revolucionário Institucional (PRI), Enrique Peña Niet. Os estudantes da universidade o recepcionaram com manifestações respeitosas sobre sua atuação quando foi governador do Estado do México, principalmente no caso Atenco onde ele decidiu utilizar a força pública contra a própria população daquela região. Depois do evento, os meios de comunicação difundiram que foi um êxito respaldando a imagem do candidato.

Daí, os estudantes decidiram fazer reclamações contra a mídia que ficam com o governo por se deixar manipular e mal informar. Não informam a realidade porque só difundem o que eles querem e ão controlados pelo governo para manipular a opinião pública.

Seus princípios são que é um movimento estudantil, cidadão, político e apartidário, não violento, de luta pelas demandas baseado nos direitos da liberdade de expressão e na soberania que a constituição mexicana nos conferiu, é um movimento horizontal unificado que não faz distinção entre universidades privadas ou públicas, não é só estudantil, mas, procura incorporar a cidadãos que compartilham os ideais do movimento.

É nesse ponto que se concentra a importância da tecnologia, neste caso em específico a internet. Isso porque a desinformação e a manipulação da informação ficam dentro dos problemas sociais na população mexicana e, com o acesso aos sites, a liberdade de expressão fica como direito fundamental do ser humano para sua livre difusão das idéias. Como meio de denuncia e escape dos jovens mexicanos, a internet tem papel importante na vida das novas gerações. Hoje as redes sociais no México representam a diferença com o passado, isso porque é o espaço onde as pessoas podem se comunicar sem censura e as informações chegam de um jeito direto, ou seja, não filtrada pelo governo ou um poder fático que decide que podemos saber ou devemos saber.

O movimento dos jovens mexicanos #Yosoy132 representa a mudança na mentalidade deles, no qual seu papel dentro da sociedade mexicana faz a integração de vários aspectos, entre eles o compromisso que eles tem com o futuro do país, o bem comum e o câmbio verdadeiro que o México precisa.



15 de junho de 2012

A instabilidade política e as reclamações das crianças no México

Da Redação SICOM PET,
por Gerardo Martínez
 - estudante intercambista da Universidad Nacional Autónoma de México 

Compreender a política mexicana é uma tarefa difícil e trabalhosa, não basta olhar apenas para os acontecimentos atuais. Uma boa análise crítica da situação social mexicana precisa acontecer mediante uma revisão d a história, ou seja, as bases do sistema político atual estão no passado mexicano, no qual existem os fatos e as respostas aos questionamentos em relação ao desequilíbrio social dos mexicanos.

A menos de um mês das eleições presidenciais do México, existe um ambiente de dúvida social sobre o que será do futuro político mexicano. Andrés Manuel Lopez Obrador, candidato da esquerda mexicana, e Enrique Peña Nieto, da direita, são os presidenciáveis definidos na competência presidencial na qual a candidata do Partido Acción Nacional (PAN), Josefina Vázquez Mota, ficou em terceiro lugar.

O poder da informação que tem a Televisa, empresa mexicana de televisão mais importante do país com presença na América Latina conhecida também como o gigante dos meios no México, é a base para sustentar o controle da população por parte do governo mexicano.

Na última semana, foi realizada uma entrevista com o candidato Andrés Manuel López Obrador no programa Tercer Grado, da empresa Televisa, na qual ficou nítida a oposição por parte dos jornalistas daquela empresa. Em contraste, para o mesmo programa também foi convidado o candidato Peña Nieto recepcionado com uma entrevista de tonalidade diferente.

Veja os vídeos de cada uma das entrevistas realizadas com candidatos:





 A violência, a corrupção, a pobreza e a criminalidade presentes na atualidade mexicana é um reflexo da instabilidade social que existe no país. É verdade que desde que a vantagem folgada do candidato do Partido Revolucionário Institucional (PRI) foi diminuindo e o apoio a Lopez Obrador foi aumentando desatou-se com força a campanha contra o candidato da esquerda. A situação do México está mudando para outros caminhos, outros desafios que nós mexicanos temos que enfrentar.

As novas gerações estão percebendo isso de uma maneira diferente, são ideias novas e revolucionárias que se acomodarão aos novos caminhos. Assista ao vídeo a seguir com as reclamações das crianças mexicanos:


3 de junho de 2012

México no Dia dos Mortos: quando a morte se encontra com os vivos.

Da Redação SICOM PET,
por Gerardo Martínez - estudante da Universidad Nacional Autónoma de México



Na etapa histórica, quando o domínio político e cultural pelos europeus não tinham chegado aos povos indígenas do continente americano, existia grande diversidade de tradições que, até agora, são parte de nossas origens. Um exemplo disso acontece no México com uma das tradições mais representativas e significativas para o povo, na qual os mexicanos fazem um ritual para lembrar seus parentes defuntos que voltam para o mundo dos vivos; é o chamado Dia dos Mortos. 

A UNESCO tinha declarado essa festividade como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade. No México, o dia é comemorada com grandes festejos; comida, bebida, música, danças e representações engraçadas e caricatas da morte (caracterizada pela personagem La Catrina). 

Conforme as crenças da civilização mexicana antiga, quando uma pessoa morre seu espirito continua vivendo no mundo terreno. No cemitério, o lugar onde eles podem descansar em calma e paz, é também designado para que as almas dos defuntos retornem à vida e possam reencontrar-se com suas famílias, e assim, poderem visitá-los. Tem-se a crença que ainda que as pessoas vivas não possam vê-los, eles podem percebê-los ou senti-los como se estivessem vivos. 

Faz parte da tradição que a imagem da morte não produza medo para o povo porque, para os indígenas mexicanos, tem-se a ideia de que a morte é uma questão de alegria. Já para os povos mesoamericanos antigos, a morte não tinha as conotações morais da religião católica, do inferno e o paraíso que servem para castigar ou premiar. Pelo contrario: eles acreditavam que os destinos das almas dos mortos estavam determinados pela morte que eles tiveram, mas não pelo seu comportamento na vida. 

Com a chegada dos espanhóis ao México no século XVI, aconteceu uma mistura de crenças e tradições, formando, assim, um conjunto de duas culturas diferentes e que agora faz parte da história e da memoria do povo mexicano.  De acordo com o calendário católico atual, o dia primeiro de novembro é dedicado a todos os santos e o dia dois aos fieis defuntos. Os indígenas tinham a crença de que todos os mortos se dirigiam para Mitlantecutli ou Mitlan, pois seria o lugar onde todas as almas vão permanecer pela eternidade.

Parte importante desta celebração é a ideia de que existe alguma coisa depois da morte, mudando o conceito de que há apenas tristeza. O Dia dos Mortos faz com que as pessoas contemplem a morte como uma filosofia de alegria, festividade e oração porque cada um dos elementos para a celebração contém misticismo, historia e cultura puramente mexicana.

17 de maio de 2012

Luto na Literatura mexicana e mundial

Da Redação SICOM PET,
por Gerardo Martínez - estudante da Universidad Nacional Autónoma de México

Exemplos de amor pelo México. Trabalho como sobrenome de direito. Acima de tudo, um escritor incrível. Esse foi o memorável Carlos Fuentes. O pensador mexicano, vencedor do Prêmio Cervantes, o mais importante da literatura espanhola, morreu no último dia 15 de maio, aos 83 anos, na Cidade do México. O anúncio do presidente do México Felipe Calderón despertou uma maré de reações pelo mundo. 

Um dos mais importantes intelectuais latino-americanos, Fuentes deixa um legado com mais de 60 livros, produzidos ao longo de mais de meio século. Ele costumava dizer que não trocava a literatura por nada, só lamentava não ter tido tempo suficiente para escrever todas as histórias que imaginou. 

Além de romancista, foi novelista, ensaísta e diplomata. Fuentes é conhecido por seu olhar crítico sobre a sociedade mexicana contemporânea e a política conservadora do ex-presidente americano George W. Bush. Seus artigos sobre o tema foram compilados em 2004 no livro Contra Bush. Outras obras de destaque são "Aura" (1962), Terra mostra (1975) e Gringo velho (1985). 

O escritor despontou na literatura latino-americana com a publicação de "A região mais transparente" (1958), com a qual recebeu os mais importantes prêmios literários em espanhol e seu nome foi cogitado para ganhar o prêmio Nobel em suas quatro décadas de atividade literária. 

“A eternidade de um livro depende de seus leitores”, afirmou Fuentes em uma entrevista feita pela jornalista e escritora mexicana Christina Pacheco em seu programa Conversando com Cristina Pacheco. Em 2008, ao completar 80 anos, o governo mexicano organizou para o autor uma festa nacional, na qual ele comentou sua relação com a escrita. "Deve-se ter muito medo de escrever. Não é um ato natural como comer ou fazer amor, é de certa forma, um ato contra a natureza. É dizer à natureza que não se basta a si própria, que precisa de outra realidade, da imaginação literária", confessou o genial literato. 


“O espirito não morre. Translada-se”, escreveu o autor no seu livro Em esto creo (2008). Da mesma forma ele também é considerado pelos milhões de leitores que não vão permitir a morte de seu legado histórico.

10 de maio de 2012

O Folclore do México

Da Redação SICOM PET,
por Gerardo Martínez - estudante da Universidad Nacional Autónoma de México


Parte da cultura de qualquer região ou pais são as suas tradições. No México, uns dos símbolos mais importantes do folclore, a ciência das tradições e usos populares, é a dança, que, em cada um dos estados da república, tem sua essência particular. Isso porque o México se caracteriza por ser um povo com vida, baile e tradição. 

A dança é vista como a linguagem dos povos, por meio da qual podemos conhecer parte da sua historia, aspirações e costumes. É o espaço onde nós podemos encontrar uma visão do passado pré-hispânico e a mistura feita pela conquista espanhola, ou seja, as raízes do povo mexicano. 

A dança regional mexicana, por meio de apresentações constantes, estabelece com as pessoas um vínculo entre o corpo e os movimentos, além de ter se tornado uma tradição. É um símbolo de divulgação da cultura, no qual a expressão corporal é o elemento mais importante por mostrar os sentimentos da dança. Essa é uma parte muito importante, porque México sempre mostra alegria, paixão e color. Os homens têm que mostrar sua força nos passos e as mulheres sua beleza em conjunto com a vestimenta. 


O “Ballet Folclórico de México de Amalia Hernandez” é o nome de um conjunto de ballet folclórico, cuja sede era localizada no Palácio das Belas Artes na cidade do México, é o grupo de dança regional mexicana mais famoso no México. Foi fundado por Amália Hernandez em 1952 e por seis décadas tem sido o conjunto emblemático dentro e fora do território mexicano. Além das apresentações no território mexicano, o grupo já realizou mais de 100 turnês internacionais em 60 países e mais de 300 cidades. 

Enfim, a dança representa para os mexicanos um encanto histórico que faz parte do país e que faz com que a cultura se torne a principal moeda de troca. Viva o México-tradição. 

Assista a alguns vídeos de das danças tradicionais mexicanas.

3 de maio de 2012

“El Chavo del 8” no México e “Chaves” no Brasil

Da Redação SICOM PET,
por Gerardo Martínez
 - estudante intercambista da Universidad Nacional Autónoma de México 

Foi por meio de um humor ingênuo e variado que “El Chavo del Ocho”, “Chaves” no Brasil, se tornou um dos seriados mais famosos da televisão na América Latina. 

Em 20 de junho de 1971, um grupo de autores, liderados pelo o escritor e roteirista Roberto Gomez Bolaños, começou a transmissão da famosa série de televisão “El chavo del 8”. Trata-se da história de um garoto órfão e muito humilde, que vive na periferia de uma grande cidade, e tem como "esconderijo" um barril localizado no pátio principal de uma vila de classe média baixa onde passa todo o seu dia. Lá, ele convive com vizinhos de personalidades únicas, com os quais sempre está envolvido em divertidas situações. A série aborda críticas sociais relativas à convivência entre vizinhos, satirizando atitudes genuínas com piadas rápidas e, às vezes, perspicazes a cada episódio. 

A série teve forte presença nas diferentes gerações no Brasil. Todos os jovens se lembram de que quando crianças eles assistiram a série, bem como seus pais também. No México também é a mesma situação, mas um pouco diferente. Lá, temos fortes lembrança da turma da vila, a cujo auge foi alcançado nos anos 1980. “El Chavo del Ocho” é uma série das gerações do passado, mas que vem conquistando novas gerações com a ajuda da tecnologia, como é o caso do recém lançado desenho animado. 

Foi no dia 21 de outubro de 2006 que “El Chavo, La serie animada”, conhecido também como “Chavo Animado”, queno Brasil foi chamado de “Chaves em desenho Animado”, estreou no México e, logo em seguida, teve presença marcada no mundo e passou a ser exibido pelos canais Cartonn Netmork e pelo Boomerang. 

Uns dos fatos que fez a série ser sucesso no Brasil foi a excelente dublagem, com vozes bem semelhantes aos originais e piadas adaptadas à cultura. Com essa mistura de sucesso, o seriado foi bem aceito pelo povo brasileiro desde as crianças até os adultos. Sem dúvida é uma série que marcou a presença da produção televisiva mexicana na América Latina e, sobretudo, no México e no Brasil. 

“El Chavo del 8” ou “Chaves” é a mídia entre duas culturas irmãs, dois países que compartilham lembranças. 


Assista aos vídeos das canções mais importantes do “Chaves” ou “El chavo del 8”:


1) Abertura do seriado "El Chavo Del Ocho":



2) "Que bonita Vencindad" - versão inédita no Brasil


3) "Eso, eso" - versão de 1979



4) "Cri cri"- inédito no Brasil


5) "Um Riconcito Especial" - inédito no Brasil

18 de abril de 2012

Un símbolo patriótico mexicano

Da Redação SICOM PET,
por Gerardo Martínez
 - estudante da Universidad Nacional Autónoma de México 


El siglo XIX lo pasamos en guerra, tomen espada y caballo, es una advertencia a posibles enemigos y hablando del propio hecho de guerra son las frases que construyen el coro de un símbolo nacional, de una identidad que los mexicanos poseemos. 

El Himno Nacional Mexicano es parte del valor histórico que los mexicanos tenemos, somos poseedores de uno de los himnos más bellos del mundo. Escrito por Francisco González Bocanegra y musicalizado por el español Jaime Nuno en 1823 y estrenado en septiembre de 1924, representa el sentimiento patriótico que nos identifica en el mundo. 

Desde el 20 de octubre de 1942, el gobierno de México determinó, a través de la Secretaría de Educación Pública, que la ejecución incluya sólo dos de las 10 estrofas, intercalando en ellas cinco veces el coro. 

Tiene medio siglo de existir y ser parte de la formación de los mexicanos. Desde el colegio se nos inculca el sentimiento patriótico que va evolucionando en cada uno a lo largo de la vida. 

El patriotismo mexicano es único e incomparable, se vincula por el amor que todos los mexicanos sentimos por las cosas que nos pertenecen como por ejemplo nuestra tierra, el campo, la comida, nuestras tradiciones y sin duda alguna nuestra gente. 

Nuestra tenacidad está presente en todas nuestras acciones y obras que realizamos en conjunto y es precisamente el Himno Nacional Mexicano que habla sobre todo ello describiendo exactamente quién es México. 

Podemos definir al Himno Nacional Mexicano como parte de nuestro patriotismo y que es el equivalente colectivo al orgullo que sentimos por pertenecer a una familia, a una nación. 

Les presento a continuación un video con el Himno Nacional Mexicano acompañado de imágenes de México y de nuestra historia con acontecimientos sociales importantes que han marcado la memoria del país hasta nuestros días.



Imagem: Divulgação
Vídeo: Youtube

27 de março de 2012

Panorama dos meios audiovisuais no México

Da Redação SICOM PET,
por Gerardo Martínez - estudante da Universidad Nacional Autónoma de México

Atualmente, o México está passando por uma situação complicada: os meios audiovisuais estão sendo utilizados como forma de protesto e mediação pública. A televisão, como já sabemos, é um meio de comunicação de massa que, até agora, tem apresentado um papel muito importante como intermediário na opinião pública e, na maioria das vezes, acompanha a lógica de produzir por lucro e controlar as tendências do telespectador mexicano. 

Este ano vai ser significativo para o controle dos meios eletrônicos e, sobre tudo, das redes sociais. Os vídeos que continuam na internet têm uma mensagem de protesto pelas situações eleitorais e a campanhas dos candidatos para a presidência da República. 

A página na internet mais famosa de vídeos no mundo, o Youtube, tem agora vídeos com características importantes que precisamos considerar. Como exemplo, existe uma nova página chamada Catolicadas feita pela organização Católicas por el Derecho a Decidir e que põe em evidência a falta de compromisso da Igreja Católica com os direitos humanos. A organização é uma associação civil que tem trabalhado no México desde 1994 pela defesa dos direitos das mulheres e jovens, especificamente seus direitos sexuais, incluindo o aborto seguro e legal, desde uma perspectiva ética, católica e feminista. A sua proposta é apresentar uma voz alternativa da hierarquia católica utilizando a animação para sua distribuição nos meios sociais da internet e, assim, chegar ao público jovem. 

A visita do Papa Bento XVI e o processo eleitoral no México foram as duas razões para a existência dessa organização. 

Veja abaixo um dos vídeos produzidos pela Católicas por el Derecho a Decidir:

20 de março de 2012

Abraji promove curso on-line gratuito sobre Copa do Mundo e Jogos Olímpicos

Da Redação SICOM PET, por Kelly de Conti.

A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) promove a terceira edição do curso on-line “Investigação em esporte: gastos com a Copa 2014 e os Jogos Olímpicos 2016”. As inscrições são gratuitas e vão até o dia 21 de março. Podem participar jornalistas formados ou estudantes dessa área.
O conteúdo do curso semanal, que acontecerá entre os dias 26 de março e 29 de abril, foi desenvolvido pela equipe da Associação Contas Abertas em parceria com o colunista esportivo José Cruz, do portal UOL. Também participará a jornalista Marina Atoji, responsável pelo Fórum de Direito de Acesso a Informações Públicas (www.informacaopublica.org.br). O curso ensinará os participantes a encontrar informações oficiais de interesse jornalístico sobre os investimentos do dinheiro público nas obras referentes à Copa do Mundo de 2014 e aos Jogos Olímpicos de 2016. Devido ao limite de vagas, a Abraji selecionará apenas alguns dos inscritos, cujos nomes serão divulgados até o dia 23 de março. Estes receberão um e-mail com ologin do ambiente virtual, onde poderão acessar o conteúdo do curso. Para realizar a inscrição, basta preencher o formulário neste site: http://70.85.172.253/adm/contasabertas/convite.php

14 de fevereiro de 2012

Pesquisa revela os novos hábitos de assistir TV dos brasileiros

País tem o maior percentual da América Latina de consumidores que acessam conteúdo de TV por meio de dispositivos móveis

via Olhar Digital

A terceira edição do Barômetro de Engajamento de Mídia, estudo global conduzido pela Motorola Mobility com 9 mil consumidores em 16 mercados, mostra que a TV móvel tornou-se uma realidade no ano passado e que os brasileiros são os consumidores que mais usam dispositivos móveis (PC, smartphone ou laptop) para ver TV na América Latina. Dos entrevistados, 34% mantêm o hábito no Brasil. Na Argentina, o percentual é de 25%, e, no México, 19%. O valor global para esse hábito é de 37%.

O estudo visa identificar os hábitos de consumo de vídeo dos telespectadores e dar uma compreensão dos tipos de serviços disponíveis aos consumidores e suas respectivas preferências. Os entrevistados são da Argentina, Austrália, Brasil, China, França, Alemanha, Japão, México, Rússia, Cingapura, Coreia do Sul, Suécia, Turquia, Emirados Árabes, Reino Unido e EUA. O resultado mostra os grandes temas que estão redefinindo o ecossistema residencial e a experiência de entretenimento do consumidor, como o aumento da procura por TV móvel, TV social, serviços de casa conectada (automação residencial) e serviços em nuvem personalizados.

Os números ainda demonstram uma alta demanda para o crescimento da TV social no País, que é um grande nicho de oportunidades, tanto para as operadoras quanto para seus anunciantes. O estudo reforça a questão de que as redes sociais mudaram a experiência de ver televisão. De acordo com o levantamento, os brasileiros gastam seis horas por dia em redes sociais, número semelhante à média global e de outros países da América Latina. Desses, 43% já usaram as mídias sociais para recomendar um programa a outra pessoa e 82% responderam que usaram a TV social em 2011, o que demonstra um aumento de 18%, na comparação com 2010. Além disso, 76% preferem usar as TVs sociais para comentar um programa.

Comparado com a Argentina, por exemplo, onde 25% dos entrevistados usam um dispositivo móvel para assistir TV, o país é considerado o de mais alto potencial para esse mercado na região. No Brasil, os laptops ainda são o meio mais utilizado para assistir TV, entre os equipamentos móveis citados na pesquisa, com quase 60% dos entrevistados. Porém, os smartphones estão gradativamente ganhando adeptos e já ocupam a segunda posição entre os mais acessados no país para assistir a seus programas preferidos de forma remota.

Ainda com foco nas novas demandas de sistemas televisivos, a pesquisa também explorou a questão da automação residencial, mercado que está em constante crescimento e que cada vez mais é conhecido pelos consumidores. O estudo mostrou que 78% dos entrevistados brasileiros estavam interessados nesse tema, acima da média mundial (66%). Mas 37% disseram que precisariam ser convencidos do valor de um serviço antes de pagar por ele. No Brasil, a preocupação é quando o assunto é pagar a mais por algo.

A pesquisa indica que a popularização desses serviços é necessária para que o consumidor os encare como desejo de consumo. A pesquisa da Motorola ainda mostra que os serviços de nuvem também começaram a se popularizar mais entre os consumidores, em evidência principalmente no mercado de dispositivos móveis. Pesquisas de mercado projetam que as receitas desse setor alcançarão US$ 6,5 bilhões até 2016.

Os resultados do estudo da Motorola reafirmaram essa projeção de crescimento, principalmente no Brasil, onde 75% dos consumidores têm interesse em um serviço que permita acesso aos seus dados pessoais (tais como vídeos, fotos e outras informações) em qualquer dispositivo, de qualquer lugar. Esse crescimento, ainda segundo a pesquisa da Motorola, será impulsionado por serviços de vídeo e música. Do total, 64% tiveram de apagar os dados antigos de seus aparelhos, porque estavam fora do espaço de armazenamento.

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