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Parceria entre Secom e interdesigners

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Projeto Morrinho

Projeto dismistifica a visão da favela como um lugar somente de violência através de ações culturais

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4 de novembro de 2013

Rede Social é destaque no auxílio à Educação

Da Redação SICOM PET,
por Giovani Vieira

As redes sociais costumam ser consideradas inimigas dos estudos por muita gente. Mas já existem projetos que foram desenvolvidos para serem aliados na preparação dos estudantes e na comunicação entre professores e aunos. Esse é o caso do Conecta Mundo, uma rede social de aprendizagem colaborativa para a elaboração de atividades pedagógicas. 

De um modo diferente das tradicionais redes como Facebook e Twitter, com o Conecta Mundo é possível desenvolver projetos temáticos com temáticas relacionadas ao currículo escolar e com o auxílio de objetos digitais de aprendizagem, como vídeos, jogos e animações. A interação é garantida por meio da elaboração de perfis pessoais, enquetes, tópicos de debates em fóruns, wikis e blogs.

Foi por esse diferencial que a rede entrou para a lista de ferramentas inovadoras do Guia de Tecnologias Educacionais do Ministério da Educação. A ferramenta recebeu o selo oficial de qualidade do MEC e está entre as principais ferramentas tecnológicos para o auxílio e desenvolvimento de atividades de ensino-aprendizagem. Além de Agudos, também são desenvolvidas ativdades com o Conecta Mundo em escolas públicas e particulares de Pederneiras, São Carlos, Araraquara, Itirapina, Monte Alto e Conchal.

Todas essas cidades participam do ProInfo, programa do Governo Federal que objetiva implementar na rede pública dispositivos e ferramentas de informática no auxílio ao desenvolvimento de atividades pedagógicas.



Tecnologia e educação aliadas

Na cidade de Agudos, as atividades com o Conecta Mundo começaram no ano passado e atualmente quatro escolas da Rede Municipal de Ensino utilizam a ferramenta: EMEFEI “Professor Sergio Augusto Mainini, EMEFEI e Creche "Professora Silvia Maria Amato Trigo"; EMEF "Professor Fausto de Marco" e EMEFEI e Creche “Professora Lydia Thiede”. Os projetos são planejados pelas professoras das turmas de 3º a 5º ano e realizados durante as aulas de Informática. Ao todo, são 712 estudantes e 61 educadoras envolvidos e as atividades ainda contam com o suporte de equipes técnicas da Secretaria Municipal de Educação.

Desde o ano passado, já foram desenvolvidos mais de 54 projetos com temáticas sobre ciências, meio ambiente, matemática e astronomia. Ao todo foram criadas mais de 170 enquetes; 120 tópicos em fóruns de discussão e textos colaborativos. O envolvimento de professores e estudantes por meio do Conecta Mundo é cada vez maior e a rede social ultrapassou a marca de 1 milhão de cliques.

O projeto “Direito de Ser Criança” desenvolvido pelas professoras Augusta Teresa Barbosa Severino e Daniele P. de Campos Perazzoli ganhou destaque na EMEF "Professor Fausto de Marco" durante o primeiro semestre. Com a turma do 4º ano A, foram desenvolvidas atividades relacionadas com os direitos das crianças e dos adolescentes, bem como a atual situação dos menores na sociedade.

22 de março de 2013

Novas Plataformas de Ensino

Da Redação Sicom PET, por Vinícius Oliveira

Como uma maneira de introduzir novas formas de abordagem ao ensino, tanto no fundamental, quanto médio ou superior, o design e o audiovisual surgem como grandes ferramentas auxiliadoras na difícil tarefa da educação.

Estamos em um mundo no qual os velhos métodos de transmissão de ensino, como por exemplo, a tradicional sala de aula onde o professor transmite o conhecimento e os alunos o absorvem passivamente, no qual provavelmente muitos de nos aprendemos, está desgastado. Nesse método, havia uma sala onde o professor ficava a frente, falando com alguns poucos alunos que se interessavam, todos perfeitamente enfileirados enquanto o professor tentava passar algum conhecimento que era pertinente a sua disciplina. Com as múltiplas plataformas de comunicação ficou ainda mais difícil prender a já precária atenção do aluno, acostumado a receber informações constantemente, pelos mais diversos canais.

Hoje busca-se uma maior interdisciplinaridade no ensino. Desse modo, o design e o audiovisual surgem como excelentes ferramentas. Nos novos métodos de ensino, o professor já não se distancia dos alunos, ele busca estar próximo a eles e entender qual é a demanda por conhecimento e busca passa-lo de uma forma mais eficaz e mais leve. As salas de aula já são dispostas de maneiras diferentes, os alunos conseguem ir em busca do aprendizado não apenas nos livros, mas também na internet, através de vídeos e redes sociais.

O design, juntamente ao audiovisual, atua diretamente nessas novas demonstrações de ensino. Abaixo, uma animação digital produzida por um estúdio de design americano Maas Digital LLC, unido a música Sunspots da banda Nine Inch Nails, demonstra como é o processo de uma nave espacial que deixa a Terra e também mostra que é possível ensinar e divertir ao mesmo tempo através de novas plataformas de ensino. 

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O vídeo foi proposto pela Nasa, para divugar a chegada do robô Curiosity à Marte. O objetivo proncipal era que a divulgação alcançasse um público alem dos intelectuais habituados a seguir as publicações científicas da agência.



5 de março de 2013

Site disponibiliza vídeo aulas da Unesp gratuitamente


Da Redação Sicom PET, por Kelly De Conti

       O site Classroom TV  é conhecido por reunir aulas de diversas áreas do conhecimento.  Ele traz conteúdos de universidades prestigiadas no mundo todo, como a Stanford, MIT, Harvard e Berkley. 
       Agora, o site resolveu se aproximar dos brasileiros. Isso porque já estão disponíveis conteúdos de duas universidades paulistas: a Universidade Estadual Paulista (Unesp) e a Universidade de São Paulo (USP). Entre os temas das aulas produzidas pela Unesp estão a história do capitalismo no Brasil, pensamento de autores clássicos (como o sociólogo Emile Durkheim e Paulo Freire) e história da música. 
       Além de encontrar os cursos de cada universidade, o usuário pode fazer buscas por área do conhecimento e escolher entre as opções com ou sem legendas. As categorias estão classificadas em arte, astronomia, biologia, química, ciência da computação, economia, engenharia, empreendedorismo, histórico, relações internacionais, lei, literatura, matemática, medicina, filosofia, física, programação e psicologia.
       A plataforma foi criada por um ex-aluno de Stanford e reúne mais de 10 mil videoaulas. O acesso é gratuito para qualquer interessado (não precisa ser estudante universitário). O site também permite que os estudantes interajam em um espaço destinado a comentários, que fica abaixo de cada vídeo. Ainda é possível realizar exercícios e acompanhar a evolução do desempenho.

30 de agosto de 2012

Jornalismo mirim


Apenas com um blog e sua insatisfação frente a realidade, estudante de 13 anos chama a atenção do país para o problema da educação

Da Redação SICOM PET,

por Paula Monezzi

De repente, o sucesso. O que até então lhe rendia críticas e represálias, do dia para noite – ou melhor, da manhã para noite – a transformou numa heroína. Que o sistema de educação pública é de péssima qualidade na maioria dos casos todo mundo sabe, mas coragem para expor isso a quem quisesse ver estava em falta. Isadora Faber, de 13 anos, veio para fazer barulho. Aluna da escola pública Maria Tomazia Coelho, da capital catarinense e insatisfeita com a qualidade do ensino que recebe, criou um página no Facebook
 e não pensou duas vezes: começou a publicar  na página fotos, vídeos e textos sobre falhas de infraestrutura, falta de preparo profissional, merenda a desejar e desleixos que colocam em perigo a vida dos alunos .
O resultado? Foi mal vista pelos colegas, pelos professores, pela diretora e pelos funcionários da escola. Muitos não entendiam a ação e criticavam a exposição que sofreram ao Isadora fazer a página. “Estou fazendo essa página sozinha pra mostrar a verdade sobre as escolas públicas. Quero o melhor não só para mim, mas para todos”, afirma a estudante na página. Em vídeos, se questiona sobre a falta de apoio e explica suas motivações. “Quando o bebedouro está quebrado e nós queremos beber água, quem fica na fila após a educação física somos todos nós. Quando saímos suados da aula de educação física e vamos para a sala de aula, pedimos para ligar o ventilador, mas ele não funciona. Isso afeta todo mundo, não apenas eu”, defende.
 Apesar das represálias que dizia sofrer, continuou a fazer as postagens na rede social e na segunda feira, dia 27, as denúncias surtiram efeito. Os acessos e o número de “curtidas” na rede aumentaram estrondosamente (de 1000 para 14 mil em poucas horas), levando a menina ao topo das notícias. Todas as mídias – sejam de esquerda ou de direita, e de todos os segmentos – publicaram a luta da pequena estudante.
Apenas dois dias depois do “boom”, o Ministério da Educação diz apoiar e defender a iniciativa de Isadora. Tida como alguém que questionou o sistema e incomodou bastante, alguns dizem que ela é a ponta do iceberg de uma revolução que está por vir. Seja como for, ela balançou as autoridades e chamou a atenção para o descaso com a educação pública no país. Quase 170 mil pessoas curtiram a página da garota até então, o que mostra, no mínimo, que ela não é a única a demonstrar insatisfação pela realidade. E foi essa corrente que fez, do dia pra noite, mudanças radicais na escola de Isadora: bebedouros foram instalados, reformas estão sendo feitas, defeitos estão sendo corrigidos. Isadoras do Brasil, uni-vos!

             Charge: Frank Maia.



10 de fevereiro de 2012

Uso do tablet pode revolucionar a educação


A Campus Party completou seu segundo dia abrindo as portas ao grande público e dando início às palestras, que chamaram a atenção dos sete mil "campuseiros" no Anhembi. O palestrante mais esperado do dia foi Sugata Mitra, professor e pesquisador no Massachusetts Institute of Technology (MIT), curioso das relações entre tecnologia e educação. No espaço aberto, um campeonato de games com direito a arquibancada e narração simultânea foi o destaque.

Mitra leciona tecnologia educacional na Universidade de Newcastle, além de coordenar pesquisas sobre o tema no MIT. Ele desenvolve há 15 anos experimentos que colocam computadores nas mãos de crianças que não têm acesso à escola. Sua conclusão é a de que os computadores e a internet podem promover um novo método de ensino, principalmente em países pobres como a Índia, onde nasceu. "Onde não há professores nem escola, deem a eles um bom computador e uma conexão banda larga", é o seu lema.

"A educação que temos hoje foi elaborada há 300 anos. Temos exigências e requisitos no mercado de trabalho que não batem com o que está sendo ensinado. Não sugiro que acabemos com toda a educação, precisamos redefinir o currículo e torná-lo interessante", disse.

O pesquisador criticou métodos de avaliação tradicionais e elogiou o incentivo à produção de tablets. "Provas medem memorização. Houve um tempo em que era importante ter boa memória, porque o cérebro era o único dispositivo para armazenar informações. Hoje, temos pen drives. Mas a compreensão do que está gravado no pen drive não é medida pelo sistema."

Sugata Mitra avalia que os tablets são atualmente a forma mais barata de se ter acesso à internet, e acredita no potencial educacional do uso de tablets em salas de aula. "Escolas estão se dando conta de que as crianças podem fazer muito com um tablet, além de economizar papel." Para ele, a grande mudança será no mercado de livros didáticos. "Aquela imagem de crianças usando mochilas pesadas a caminho da escola vai desaparecer logo", prevê.

Privacidade em xeque

No debate sobre segurança e privacidade na era digital, advogados, membros do Ministério da Justiça e da Procuradoria da República foram unânimes: é cada vez mais fácil e perigoso expor informações pessoais na rede. E retirá-las depois não é tarefa fácil. 

"É preciso consciência no compartilhamento de dados", disse Omar Kaminski, advogado e membro do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br). "Uma vez perdida a privacidade, nunca mais conseguiremos recuperá-la." Os especialistas também recomendam sempre ler os termos de uso de provedores, e-mails e redes sociais. 

Vitor Hugo das Dores Freitas, presidente da Comissão de Ciência e Tecnologia da OAB-SP, ressaltou que ofensas na internet podem ser julgadas como injúria, calúnia e difamação, assim como qualquer outro crime. Segundo ele, nisto se incluem xingamentos e violações de privacidade publicadas via Twitter, Facebook e outras redes sociais.

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