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Nova edição do Comunica PET!

Edição especial da Semana da Comunicação 2013

Premiação do Intercom Manaus

Unesp de Bauru ganha prêmios em categorias de produtos no Intercom 2013

Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental

Mais uma parceria inédita na Secom 2013

Parceria entre Secom e interdesigners

Dois eventos terão atividades conjuntas durante a Semana da Comunicação 2013

Projeto Morrinho

Projeto dismistifica a visão da favela como um lugar somente de violência através de ações culturais

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30 de novembro de 2012

“Somos um estímulo para comunidade e estudantes”

Dois universitários mostram que a graduação pode ser um celeiro de ideias para estender maior integração com comunidades carentes; media-metragem “Abel contra o muro” é um exemplo de projeto que ultrapassa os muros acadêmicos para alcançar visibilidade social


Colaboração,
por Isabel Namba, Matheus Martins Fontes e Pedro Zambon
Discentes do 7º Termo de Comunicação Social-Jornalismo da FAAC/Unesp


Fazer uma obra-de-arte não é fácil. Promover integração entre uma comunidade humilde com o público de classe média de uma universidade não se faz de um dia para o outro. E aliar as duas propostas, então? Com mente aberta para encarar o desafio, dois ex-alunos do curso de Rádio e TV da Universidade Estadual Paulista (UNESP), do câmpus de Bauru, conseguiram realizar o que muitos diretores e produtores sequer imaginam.

Produção “Abel contra o muro” teve o Jardim Niceia como
 palco das gravações
A produção do media-metragem Abel contra o muro fez parte do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) de Alexandre Borges e João Guilherme Perussi e visou à conexão do mundo estudantil com moradores do Jardim Niceia, bairro periférico bauruense, de maneira que houvesse a troca de experiências e o aprendizado mútuo entre duas parcelas distintas da sociedade. 

A ideia do projeto audiovisual surgiu em 2010, quando os dois, ainda na graduação, optaram por realizar o media-metragem no Niceia, comunidade localizada nas proximidades da Unesp. A escolha se deu pela participação de Alexandre, diretor de Abel contra o muro, no Observatório de Educação em Direitos Humanos da faculdade e da vivência com os moradores. 

O enredo conta a história de um adolescente chamado Abel que é criado preso dento de casa pela tia, sem contato com outras pessoas, nem mesmo com a possibilidade de frequentar o ambiente escolar. Para obter o contato com o mundo externo, o personagem utiliza um buraco no muro de sua residência. Essa passa a ser a única maneira de Abel ter conhecimento dos acontecimentos fora de sua realidade. Um dia, o garoto consegue escapar de sua tia, acaba conhecendo outros jovens e passa a viver novas experiências em busca de liberdade e na luta contra as mentiras ao seu redor. 

Nos bastidores, o próprio bairro foi palco das filmagens e ocasionou a participação dos moradores como figurantes e/ou atores, com oficinas de teatro oferecidas gratuitamente. De um projeto acadêmico, Abel contra o muro ganhou força no cenário municipal e passou a contar com o apoio de coproduções, parcerias cinematográficas e até contemplou uma visibilidade internacional, com a utilização de legendas em cinco idiomas (português, inglês, espanhol, italiano, francês e chinês). 

Segundo o produtor de Abel contra o muro, João Guilherme, o sucesso da obra permitiu que sonhos antes distantes, como a participação em festivais internacionais, pudessem ser encarados como objetivos possíveis de serem alcançados. 

A seguir, João conta mais detalhes sobre o media e também revela quais planos ele e seu parceiro foram obrigados a abrir mão pelo desfecho satisfatório da obra. Confira! 

Reportagem - Depois de um ano de produção e das apresentações em algumas cidades do interior paulista, incluindo também a grande São Paulo, pode-se dizer que Abel contra o muro é um sucesso? 
João Guilherme (JG) - Acredito que o projeto como um todo foi, sim, um sucesso. Mas não por bilheteria ou pelo número de espectadores. Obviamente, graças à repercussão que o filme ganhou, alcançamos um número grande de espectadores, principalmente pela exibição na TV aberta, mas o sucesso em si é o resultado da união de todas as pessoas envolvidas, e nisso contemplo todos os apoiadores, amigos, moradores do Jardim Niceia, professores e outros envolvidos. 

Reportagem - A intenção do media-metragem era aproximar a comunidade da Unesp com o Jardim Niceia, diminuindo o preconceito em relação à comunidade do bairro. Acredita que o objetivo foi alcançado? 
JG - O preconceito é algo muito difícil de ser eliminado em nossa sociedade, principalmente porque consumimos coisas que nos distanciam e nos segregam diariamente, mas acho que contribuímos para a comunidade poder enxergar que somos parte de um todo em que, na verdade, não há diferença, mas apenas uma questão socioeconômica que prejudica e aumenta essa distância. Acho que, para realmente estreitarmos os laços, há ainda uma necessidade de continuidade de outros projetos. Na verdade, o Abel funciona como um estímulo para comunidade e estudantes. 

Reportagem - Havia o interesse de legendar o filme em cinco idiomas (inglês, espanhol, italiano, francês e chinês). Isso, de fato, aconteceu? 
JG – Sim. O filme foi legendado nos cinco idiomas e, para isso, contamos com a ajuda de professores nos respectivos idiomas que, assim como outras pessoas, se apegaram ao projeto e viram nisso uma oportunidade de contribuir. 

Reportagem - O desejo de participar de festivais se concretizou? 
JG - O filme foi inscrito em vários festivais nacionais e internacionais, mas pela questão do tempo de duração, (59 minutos) foi algo que não nos enquadrou nem em média metragem e nem em longa, portanto dificultou nossa efetiva participação. Mas tivemos exibições em TV aberta, programas de TV, fizemos uma turnê pelo estado exibindo e dando workshop, além da exibição da Mostra do Filme Livre. 

Reportagem - Olhando o trabalho de vocês agora, há algo que vocês mudariam? 
JG - Acho que a única coisa que mudaríamos seria o tempo, mas acredito que seria maior, pois o projeto não permitiu que criássemos um curta. 

Reportagem - Profissionalmente falando, o que o futuro reservou a vocês? 
JG - Atualmente eu trabalho na TV e o Alexandre em uma produtora, mas realizamos projetos até hoje juntos, e estamos produzindo alguns curtas que possivelmente serão lançados no ano que vem.






23 de novembro de 2012

Memória Sertaneja Preservada

Ponto de Cultura “Clube da Viola” existe há 22 anos e é a casa do “caipira” de Bauru


Colaboração,
por Laura Luz, Renan Simão, Felipe de Oliveira Mateus e Gabriela Brandão
Discentes do 7º Termo de Comunicação Social-Jornalismo da FAAC/Unesp

Apresentação do Clube da Viola no Poupa Tempo de Bauru
Movida pela paixão da cultura sertaneja, a música de viola tem seu lugar reservado na cultura de Bauru. O Clube da Viola é um projeto de preservação e difusão da cultura sertaneja que existe há 22 anos e está inserido na Rede de Pontos de Cultura do Ministério da Cultura desde 2011, quando essa iniciativa do Governo Federal para fomento à cultura popular contemplou esse e mais 10 projetos.

“Fizemos com que os violeiros que estavam escondidinhos reaparecessem sem medo de serem rejeitados”, explica Tião Carneiro, fundador e presidente do Clube da Viola. A equipe do clube faz o que começou com Tião há duas décadas: catalogar e noticiar cantores sertanejos, encontrosde violeiros, divulgar a cidade de Bauru, organizar atividades como a Orquestra da Viola e divulgar notícias, como a nota de falecimento do violeiro Zé Goianoem setembro último.

Dezenas de grupos sertanejos e violeiros estão compilados no blog do Clube da Viola, sejam em forma de vendas de discos originais, divulgações de encontros, agendas, homenagens póstumas ou mesmo um arquivamento de informações sobre quem eram e quem são essas pessoas que contribuíram e contribuem para a cultura “caipira” de Bauru, como classifica Tião.

“Realizamos também nossas oficinas de viola, violão, ensaios do Grupo da Catira, do Coral e da Orquestra de Viola”, conta Miguel Carneiro, responsável pelas atividades da Catira, dança folclórica típica da cultura tradicional de algumas regiões do interior do país, que também faz parte do projeto. Dentre essas atividades que estão incluídas no Projeto “Acordes da Viola”, apoiado pelo Projeto Ponto de Cultura do Ministério da Cultura e da Secretaria Municipal de Cultura de Bauru acontecem também apresentações com duplas

de violeiros e o Projeto “Acordes da Viola”. Miguel destaca que com a verba do Governo Federal recebida após a contemplação do projeto como Ponto de Cultura (R$ 180 mil ao longo de três anos), “a estrutura de oficinas e shows foi melhorada, as despesas de viagens e alimentação são pagas com a verba, estamos formando novos violeiros, e mantemos um site e uma rádio na internet, a Saudade Sertaneja.”

O grupo tem encontros mensais, algumas ocasionais, e ensaia toda quarta-feira, o que, segundo Tião sempre leva a uma pequena reunião semanal. Antes funcionando nas dependências do Centro Social Urbano (CSU) do Bairro Bela Vista, o Clube da Viola, que já fora retirado do local pelo diretor José Carlos de Oliveira, deve retornar ao Centro, segundo Tião Carneiro, com nova gestão. O projeto está para conseguir ainda uma sala nas dependências do Clube Malha Santa Izabel, por intermédio da Secretaria de Esportes de Bauru.


Conheça o programa Pontos de Cultura

Os Pontos de Cultura compõem a série de ações previstas pelo Programa Nacional de Cultura, Educação e Cidadania, o Cultura Viva, criado pelo Ministério da Cultura (MinC) em 2004 com o objetivo de estimular e fortalecer no país redes de criação e gestão cultural, com base nos Pontos de Cultura.

A proposta dos Pontos de Cultura não é a de criar novos projetos, mas de potencializar iniciativas culturais já existentes, por meio de adequação de espaços físicos, aquisição de equipamentos, realização de cursos e oficinas, entre outras ações.

Para a instalação de um Ponto de Cultura, são feitos convênios entre o governo federal e os estados ou municípios, para a formação de redes. A partir disso, o poder responsável por essas redes publicam editais, nos quais os diferentes arranjos produtivos de cultura podem se inscrever.

Além do Clube da Viola, Bauru tem outros nove Pontos de Cultura instalados por meio de convênio entre a Prefeitura Municipal e o MinC. São eles: CIPS, Cine Clube "Aldire Pereira Guedes", Instituto Cultural Olorokê, ONG Periferia Legal, Instituto Cultural Aruanda, AcaêAlfa, Instituto Acesso Popular, Casa da Esperança e Instituto Inácio de Loyola/Família de Nazaré. Eles foram contemplados pelo edital lançado pelo município em 2010. Além destes, a cidade também conta com o Instituto Cultural Yauaretê, Ponto de Cultura fruto da parceria entre o Ministério e a Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo.


A Cultura Caipira

“Caipira” é um termo de origem indígena usado desde a época colonial brasileira para se referir aos filhos mestiços de portugueses com as índias nativas, especialmente na capitania de São Vicente (cujo território abrangia o que atualmente é território de São Paulo e Minas Gerais). Na verdade, apesar da origem forte – quase todos os sinônimos de caipira (capiau, matuto, caboclo) são de origem tupi e guarani – a cultura e o universo criado em torno dessa palavra se afastaram muito de sua origem.

O caipira que se conhece hoje em dia – esse tipo ruralizado, desconfiado, com trejeitos humildes e dialeto próprio – se formou, a partir da miscigenação cultural indígena negra e estrangeira, assim como a própria cultura brasileira. Ao contrário do que o estereótipo criado pela mídia, o caipira não é um pobre ignorante avesso à higiene como o Jeca Tatu de Monteiro Lobato. Entrando um pouco mais nesse universo, descobre-se outras representações desse tipo social, como caipira preto velho e a mãe preta, homenageados na música de Tião Carreiro e Pardinho; o caipira branco, jeca fruto de miscigenação criado pelo famoso cineasta brasileiro Amácio Mazzaropi; a caipira cuja figura é posta em oposição aos processos de urbanização, como o personagem Chico Bento do quadrinista Maurício de Souza.

Essa cultura tão rica e peculiar acabou ficando marcada com uma imagem depreciativa de ignorância e retrogradismo. Como diz o especialista em mídia e sociedade, Cláudio Bertolli, “se você quer xingar uma pessoa no interior, não precisa chamar de idiota, usar palavrão... é só chamar de caipira”. Ele explica que uma pessoa não aceita ser comparada a um caipira porque ter essa imagem se tornou inaceitável.

Na contramão desse tipo de pensamento, existem várias iniciativas para a defesa da cultura regional em várias cidades do interior de São Paulo, como Campinas, Presidente Prudente e Piracicaba. Há quatro anos o sociólogo, advogado e autor do livro “Mazzaropi: Jeca do Brasil”, Glauco Barsalini, pede ao Ministério da Cultura o reconhecimento dessa cultura como patrimônio imaterial. “A consciência sobre a nossa própria história e o primeiro passo para a conquista da cidadania”. Ele defende que é preciso operar uma mudança de mentalidade, para que passem a enxergar a cultura caipira como parte da cultura brasileira, ver o capiau e seu universo com outros olhos; um olhar de respeito.


Equipe Clube da Viola

Tião Camargo, (Presidente),

Miguel Carneiro (Responsável pela Catira),

Nair da Nóbrega (Diretora Artística e responsável pelo Coral),

Benedito Botelho (Tesoureiro),

Jotha Camargo (Conselho Fiscal e responsável pelo transporte e instalação dos equipamentos de som),

William Niza (Secretário) e Teodoro (Vice-Presidente).

22 de novembro de 2012

Programa Atalho - "Observatório de Astronomia da Unesp"


Já está disponível a nova vídeo-reportagem do Programa Atalho.
Dessa vez, nossa equipe foi conhecer o Observatório Didático de Astronomia "Lionel José Andriatto" da Faculdade de Ciência da Unesp, câmpus de Bauru.

Veja a nova produção:

Para mais informações:
Acompanhe o site do Observatório Didático de Astronomia da Unesp
Veja os cursos oferecidos on line pelo Observatório

13 de novembro de 2012

Programa Atalho - "Semana de Jornal 2012"


Foto: Jornal Jr.

A quinta edição do Programa Atalho já está no ar! Nesta produção apresentamos um apanhado da Semana de Jornal 2012. Realizada pela Agência Júnior de Jornalismo da Unesp-Bauru, a Jornal Jr., a semana contou com oficinas e palestras de profissionais renomados no mercado e nos mais variados segmentos, destacando-se as mesas de Jornalismo Impresso, Telejornalismo, Jornalismo Literário, Jornalismo Esportivo e outras.

Veja abaixo a nossa vídeo-reportagem sobre a Semana de Jornal 2012:



Para mais:
Matérias e fotos da Semana no site da Jornal Jr.
Texto de Alessandro Abate (Lance!) sobre sua participação na Semana.
Indicações de documentários de Luiz César Pimentel (R7) surgidas de sua participação na Semana.

Intercom Sudeste em Bauru

Da Redação SICOM PET,
por Bianca Cesário

Em 2013, Bauru será palco de um dos maiores eventos na área de Comunicação. Todos os olhares estarão voltados para essa cidade no interior de São Paulo, com pouco mais de 350 mil habitantes, nos dias 3, 4 e 5 de julho. O Intercom Sudeste é nosso! 

O Intercom – Congresso de Ciências de Comunicação - tem seis edições anuais. No primeiro semestre, são realizados um em cada região do país e no segundo semestre, é realizado o evento nacional, reunindo pessoas do país inteiro. O evento tem como objetivo reunir profissionais de todas as áreas da comunicação, e discutir temas relevantes para a profisão. 

O evento conta com palestras, mesas redondas, apresentação de trabalhos, minucursos, entre outras atividades. O diferencial do Intercom é a ampla participação de alunos de graduação e para isto, existe um espaço dedicado à esse público: o Intercom Júnior, que permite a apresentação de trabalhos e o Expocom, que premia os melhores trabalhos em determinadas categorias. 

Falando em premiação, é bom lembrar que os cursos de Comunicação da FAAC, juntamente com seus projetos, tem criado uma tradição em trazer prêmios do Expocom para Bauru. O SICOM-PET é um exemplo, vencendo o prêmio na categoria de Jornalismo, na modalidade Projeto de Assossoria de Imprensa, no Intercom Sudeste 2012, realizado em Ouro Preto – MG. 

A identidade visual do Intercom Sudeste 2012 já foi lançada. A inspiração veio das ferrovias, marco da cidade de Bauru, conhecida por ser ponto de encontro de várias linhas férreas. A logo foi elaborada por André Turtelli que é cordenador de videografismo da TV Unesp. 
As novidades do evento podem ser acompnhadas através do site e também pelas mídias sociais como a página no Facebook  e pelo Twitter

Não deixe de acompanhar e ficar por dentro das novidades sobre o Intercom Sudeste 2013, em Bauru. Até lá!

8 de outubro de 2012

Variedade de oficinas e uma nova parceria

Em 2012, a Semana de jornal terá oficinas de telejornalismo, assessoria, locução e diagramação, além da parceria com o PET em uma das mesas


Da Redação JornalJr,
por Caroline Lima


Oficinas são tradicionais na Semana de Jornal da Unesp
Entrar em uma sala de aula, anotar teorias, escutar os professores e colocar o conhecimento em prática através de exercícios são atividades que fazem parte do curso de jornalismo. Apesar de muito proveitoso, isso não é o suficiente para satisfazer as ambições e sanar as inúmeras dúvidas e curiosidades do futuro jornalista em relação à profissão e suas práticas cotidianas. Com o propósito de dar novas diretrizes e perspectivas sobre o jornalismo, nesse mês, a Jornal Junior promove a Semana de Jornal.

Durante três dias, renomados profissionais da área trazem seus conhecimentos e experiências jornalísticas aos alunos através de mesas, debates e palestras. Além disso, a Semana de Jornal não se limita a agregar os conhecimentos teóricos, sua prioridade inclui proporcionar conhecimentos práticos por meio das oficinas. 

Nesse ano, a Jornal Junior realiza quatro oficinas com temas completamente distintos. No dia 18 às 8 horas acontece no Laboratório de Técnica Redacional a oficina de Assessoria ministrada por André Cintra. Através dessa oficina os alunos poderão desde já tirar dúvidas e adquirir conhecimentos de uma disciplina que é lecionada somente nos termos finais da graduação. Nesse mesmo dia e horário a Professora Mayra Muniz dará a oficina de Telejornalismo no LEA. Essa oficina será dividida em duas partes, tendo sua continuação no dia 19 às 8h, no LEA. 

No terceiro termo do curso, os alunos já começam a fazer diagramação de jornais e muitos não têm nem os conhecimentos básicos sobre seus procedimentos. Para tirar dúvidas pontuais em relação aos programas de diagramação e as funções, haverá no dia 19 às 8h no LEE uma oficina de diagramação, ministrada por um profissional da People. Nesse mesmo dia também terá a oficina de Locução com a fonoaudióloga Perla Muniz, formada pela USP trazendo dicas e ensinando como o jornalista deve falar no rádio e na televisão.

As palestras discorrem sobre os temas: "O desafio das coberturas esportivas no Brasil", "Telejornalismo ou Tele-entretenimento", "A arte de transformar notícias em histórias", “Fotojornalismo: lentes da guerra” e “Os caminhos do impresso”. No dia 18, às 14 horas haverá a mesa “Telejornalismo ou tele-entretenimento?”, com os convidados Rodrigo Peters, produtor do programa Revista de Sábado, da Tv Tem. Ambos trarão a mesa o tema entretenimento no jornalismo dentro da programação televisiva dos canais. Essa é uma realização do PET (Programa de Educação Tutorial) em parceria com a Jornal Junior.


As inscrições da Semana de Jornal estão sendo feitas na sede da Jornal Junior das 9h às 13h e das 14h30 até a 18h30. 


6 de outubro de 2012

2ª fase do Congresso de Iniciação Científica será realizada em novembro

Da Redação SICOM PET, 
por Beatriz Haga

Falta um mês para o início da 2ª fase do XXIV Congresso de Iniciação Científica da UNESP (CIC), que será realizada de 06 a 09 de novembro, no Hotel Fonte Colina Verde, em São Pedro. O evento tem como objetivo incentivar a pesquisa científica na Universidade e divulgar os estudos realizados.

A 1ª etapa do CIC foi organizada em cada uma das Unidades Universitárias e nela foram apresentados os trabalhos de estudantes de graduação bolsistas do CNPq e FAPESP, e não bolsistas. As melhores pesquisas em cada uma das grandes áreas - Agrárias, Biológicas, Exatas e Humanas – foram selecionadas para participar da 2ª fase do Congresso. Esse ano, o CIC - Área de Humanas e Ciências Socias Aplicadas - da UNESP, câmpus de Bauru, indicou 19 alunos para a próxima etapa: 

Arquitetura e Urbanismo 
  • Fernanda Pela Sabbag - Conforto térmico em espaços abertos em campus universitário: estudo de caso em espaços de passagem na UNESP em Bauru-SP; 
  • Luís Fernando Rostworowski - Diagnóstico das condições para a circulação de bicicletas em um corredor viário no município de Bauru (SP); 
  • Mariana Delbonis do Prado - O tema “Gestão da Mobilidade Urbana” no Plano Diretor de Bauru (SP); 
  • Stéfany Priscila Oliveira Sebastião - Conforto térmico em espaços abertos em campus universitário: estudo de caso no Bosque na UNESP em Bauru-SP. 

Educação Artística 
  • Adriana Maschio - O Benefício da Arte para Terceira Idade; 
  • David Antonio Calleja - A arte da performance e a pedagogia do sensível; 
  • Lucas Álvaro dos Santos - A Arte sob a leste dos saberes subalternos: as fotografias X,Y e Z de Robert Mapplethorpe. 

Design 
  • Carolina Bitencourt dos Santos – Referencial para pesquisa sobre moda: vestuário e afins; 
  • Elissa Soares – Joias e Adornos: Sob o Olhar do Ecodesign; 
  • Samanta Aline Teixeira – Origami e Projeto: Por uma investigação do paradigma dobra/dobradura no design contemporâneo; 
  • Tatiana Aleixo Lima Fernandes – Poltrona Onda: aplicação de conceitos de ecodesign e o potencial da madeira compensada no projeto de mobiliário. 

Comunicação Social 
  • Amanda Pioli Ribeiro – Guerra de Kosovo: análise semiótica da cobertura jornalística do conflito; 
  • Giovani Vieira Miranda – Novo Rádio: estudo de recepção do conteúdo radiofônico entre os ouvintes na Geração Y; 
  • Janaína Ferraz Muniz da Silva – “Show da Vida”: as sexualidades dissidentes em pauta na produção e formação de futuros jornalistas; 
  • Luis Enrique Cazani Junior – Recepção por demanda de ficção seriada televisiva; 
  • Thales Valeriani Graña Diniz – A integração de Códigos na grande reportagem na mídia radiofônica. 

Psicologia 
  • Paulo Uzai Junior – A intencionalidade em Brentano e Searle; 
  • Raquel Silva – A relação mente e corpo em Descartes: implicações para a Psicologia. 

Pedagogia 
  • Glaucia Mariana Reis - Os contos de fadas modificados: um estudo comparativo entre as narrativas infantis. 
Os alunos selecionados deverão enviar o trabalho na forma de apresentação PowerPoint pelo sistema, conforme modelo publicado no site do Congresso. 

Conheça a premiação do primeiro colocado de cada área: 

1) Pagamento de inscrição e estadia para a divulgação de um trabalho em um Congresso Nacional ou Internacional da área ou 

2) Pagamento de um curso relevante para o desenvolvimento acadêmico-científico ao aluno ou

3) Pagamento de inscrição na Sociedade Científica na qual o aluno/trabalho esteja diretamente relacionado. 

Os classificados em 2º e 3º ganharão:

1) Pagamento de inscrição e estadia para a divulgação de um trabalho em um Congresso Nacional da área.

Os dez primeiros colocados de cada área receberão o certificado de honra ao mérito. 

Confira o vídeo apresentado pela Profª Graça Caldas (Labjor/IEL/UNICAMP) na palestra “Iniciação Científica e Graduação: a necessária interface", realizada na 1ª fase do CIC - Área de Humanas e Ciências Sociais Aplicadas na UNESP, câmpus de Bauru:





4 de outubro de 2012

Três dias, quatro oficinas e cinco palestras

Em 2012 a Semana de Jornal está ainda maior e traz temas como fotojornalismo, jornalismo literário e jornalismo esportivo

Da Redação JornalJr,
por Caroline Lima






A terceira edição da Semana de Jornal acontece nos dias 17, 18 e 19 de outubro. O evento que já faz parte do calendário oficial da Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação (FAAC) ganhou proporções ainda maiores nesse ano. O evento tem três dias de palestras e oficinas. A abertura será no dia 17, às 19 horas com os convidados Tiago Simões, Alessandro Abate e José Carlos Marques trazendo o tema “O desafio das coberturas esportivas no Brasil”.

No período da manhã do dia 18 acontecerá a oficina de assessoria de imprensa com André Cintra e a primeira parte da oficina de Telejornalismo com a professora Mayra. À tarde, haverá a palestra com Ricardo Fela e Rodrigo Viana, convidados do PET. Para fechar o dia, o evento contará à noite com a mesa composta por Rodrigo Carvalho e Luíz César Pimentel abordando o tema Jornalismo Literário. No último dia da Semana acontecerão três oficinas no período da manhã sendo uma de Locução com Perla Muniz e outra de Diagramação, além da segunda parte da oficina de Telejornalismo. À tarde a palestra será protagonizada pelo fotojornalista Juca Varella. Para encerrar a Semana, a mesa noturna recebe Sérgio Lírio e Giuliana Miranda para debater “Os caminhos do Impresso”.

A Semana de Jornal procura trazer temas relevantes para os futuros profissionais da área. Durante os três dias, o evento aborta diferentes ramos da profissão e traz convidados para contar aos alunos suas experiências jornalísticas, sanar dúvidas e curiosidades. Além disso, a Semana de Jornal também procura agregar conhecimentos práticos através de oficinas. Durante três dias, os estudantes saem de suas costumeiras salas de aula e se reúnem em uma única e grande sala para ouvir, perguntar e aprender com renomados profissionais do jornalismo.

Desde 2010, a Semana de Jornal acontece consecutivamente. Naquele ano, considerado como marco inicial da consolidação da Semana, convidados como Tiago Dória, especialista em mídia e tecnologias emergentes, falou sobre o tema “Jornalismo Digital: mercado, consumo e interatividade”, em uma mesa com Fred Di Giacomo, editor do Internet núcleo jovem da Editora Abril e Luciana Moherdauir, professora doutora em
Processo de Criação nas Mídias. Os jornalistas Gabriel Priolli, Maurício Stycer e Matthew Shirts encerraram a Semana com o debate sobre “Linguagem, experimentação e criatividade: as inovações recentes no Brasil”.

Em 2011, a Semana de Jornal teve uma mesa com Rafael Chinaglia, da TV TEM, junto ao professor Juarez Xavier. O editor-chefe da revista Rolling Stone, Pablo Miyazawa trouxe suas experiências jornalísticas em uma palestra descontraída e cheia de perguntas. Os irmãos Anderson e Emerson Couto, criadores do blog Desilusões Perdidas com o personagem Duda Rangel, participaram de uma mesa junto ao jornalista literário Sergio Vilas Boas e no encerramento da Semana os jornalistas convidados foram Marcelo Torres, do SBT e Paula Akemi, da Rede Globo, abordando o tema “Cobertura de emergência”.






A Semana de Jornal é organizada pelos membros da Jornal Junior, sob a tutoria dos professores Juarez Xavier e Suely Maciel e recebe o apoio da Faculdade de Artes, Arquitetura e Comunicação, Departamento de Comunicação Social (DCSO) e Departamento de Ciências Humanas (DCHU).

3 de outubro de 2012

"Faculdade Que Queremos"

Eleições na FAAC; contribua para a construção de uma faculdade melhor!


Da Redação e-Colab

Nos dias 08 , 09 e 10 de outubro de 2012 acontece as eleições para a Direção da Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação da UNESP, com duas chapas concorrendo: "Experiência, Participação e Planejamento", composta por Nilson Ghirardello e Marcelo Carbone, e a chapa "Renovação e Participação", de Paula Landin e Maria do Carmo Palhaci.

Baseado no documento “Cidade Que Queremos”, que prevê nortear a criação de políticas públicas para o desenvolvimento da Cultura nas cidades, e também políticas que valorizem a produção local e regional (bem como seus valores agregados nas culturas e manifestações tradicionais, populares, de massa e com diversidade), o documento propõe uma linha de atuação básica de questões emergentes com base em propostas apresentadas por grupos e pessoas que tem envolvimento e interesse na temática, funcionários e alunos. Imaginamos, da mesma forma, transferir a proposta para outros campos de atuação pública, como é o caso das Universidades.


Créditos: ACI/FAAC




























A proposta é elencar pontos essenciais que sejam de interesse de funcionários e alunos para a construção da “Faculdade Que Queremos”, visando a melhor qualidade de ensino, estrutura, diálogo e participação; partindo do princípio de que independente de chapas, determinadas propostas devem ser asseguradas para a garantia de uma universidade pública, gratuita e de qualidade. Assim, o documento “Faculdade Que Queremos” deverá ser apresentado às chapas candidatas à gestão da Diretoria 2013-2016.

Assim, gostaríamos de convidar a todos os alunos para a ação dentro da FAAC, visando garantir que as propostas das chapas candidatas à Diretoria da Faculdade estejam de acordo com a necessidade real dos estudantes e funcionários dela para que possamos garantir a "Faculdade Que Queremos" para os próximos quatro anos.

Centros Acadêmicos, Diretórios, Empresas Juniores, projetos de extensão, cursos, salas, alunos: vamos nos unir em prol da FAAC que queremos! Reúnam-se e tragam seus pontos para a assembleia da "Faculdade Que Queremos" no dia 04/10 (quinta-feira), ao meio dia no Guilhermão para discutirmos e elaborarmos o documento final! Estão todos convidados a participar da construção de uma FAAC melhor!

2 de outubro de 2012

Debate entre candidatos à diretoria da FAAC



Da Redação ACI/FAAC-Unesp



No dia 03 de outubro, docentes, discentes e servidores técnico-administrativos estão convidados a participarem do Debate entre as Chapas concorrentes à diretoria e vice-diretoria da FAAC (“Experiência, Participação e Planejamento” e “Renovação e Participação”). O evento será às 20h, no Anfiteatro Guilherme Rodrigues Ferraz.

O debate será dividido em quatro momentos:

- 1º Bloco: Apresentação e considerações iniciais das chapas:
Cada chapa fará uma apresentação de 15 minutos a respeito de seus planos de trabalho, a ordem de apresentação respeitará a ordem de um sorteio.

- 2º Bloco: Debate entre as chapas:

Cada chapa fará duas perguntas para a chapa concorrente. As perguntas serão feitas alternadamente. Caso a chapa achar necessário, haverá réplica e tréplica.

- 3º Bloco: Debate das chapas com o plenário:

O plenário encaminhará questões à mesa por escrito, as perguntas serão dirigidas as duas chapas alternadamente. Serão sorteadas duas perguntas de cada segmento (docentes, discentes e servidores técnico-adminsitrativos) para cada chapa, totalizando seis perguntas direcionadas para cada chapa sobre temas relacionados ao universo da FAAC.

- 4º Bloco: Considerações Finais:

O mediador concederá a palavra às chapas concorrentes, seguindo a ordem da apresentação inicial, para suas considerações finais.

O Mediador será indicado pela Comissão Eleitoral e terá amplos poderes para interferir no andamento do Debate. Ele será assessorado por outros dois membros da comissão eleitoral, um para ajudar no acompanhamento da atuação das chapas e do público outro ficará encarregado de cronometrar as atividades.

10 de setembro de 2012

Programa Atalho - "Fórum de Hip Hop do Interior Paulista"



Já está no ar a segunda edição do Programa Atalho. Veja o que aconteceu durante o 18º Fórum de Hip Hop do Interior Paulista, evento realizado pelo Instituto Acesso Hip Hop para debater questões relacionadas ao movimento. Assista!




Para mais:
Programa Artefato da TV Unesp com Renato "Magu", coordenador do Acesso Hip Hop

16 de agosto de 2012

Pesquisa avalia qualidade dos audiovisuais


Da Redação SICOM PET,
por Marília Néspoli 

Dando continuidade à atividade de terça-feira (14), o Prof. Dr. Angel Rodríguez Bravo ministrou ontem (15), na sala 2A, a palestra "Análisis y métrica de valores en la comunicación”. Com uma abordagem menos teórica, o professor apresentou a aplicação da pesquisa que fundamenta sua proposta de controle de qualidade dos produtos audiovisuais. 

Segundo Angel, os receptores são muito significativos. Ao ter acesso a um grande fluxo de informações disponível nos audiovisuais, o espectador é influenciado moral e culturalmente. Esse é o ponto de partida da pesquisa do professor, que defende a adoção de um protocolo de mensuração do conteúdo veiculado nas mídias. 

O controle que os pesquisadores espanhóis apresentam segue alguns vetores: se o produto cumpre seu objetivo comunicacional; se satisfaz os usuários por seu conteúdo quanto aos valores sociais, educativos e humanos e se a qualidade se mantém com o tempo. 

Para isso, em parceria com professores brasileiros, o grupo confrontou valores presentes em documentos oficiais, como as Constituições do Brasil e da Espanha, definições encontradas em dicionários, a fim de validar a presença desses dados nas duas culturas. Na lista, estão elencados 26 referenciais como dignidade, bem-estar, democracia e identidade. 

A partir desses índices concretos, são expostos spots publicitários a um pequeno grupo de pessoas para verificar se apresentam os valores esperados. Basicamente, os referenciais mais apontados nos testes mostram se aquela peça é positiva ou não. 

Angel enaltece a importância do projeto ao defender a potencialidade de verificar a qualidade dos produtos audiovisuais de modo dinâmico. Com o desenvolvimento da pesquisa, o indivíduo poderia responder o teste logo ao consumir o conteúdo, caso aquele produtor queira mensurar o feedback de seus usuários. O projeto entrará em fase de teste reunindo um grupo de 600 espanhóis e brasileiros para apurar sua viabilidade e amplitude.

15 de agosto de 2012

Pós-graduação da FAAC recebe professores da Espanha

Da Redação SICOM PET,
por Beatriz Haga e Gabriela Ferri


Ao consolidar o raciocínio e questionar os valores sociais efetivos baseados em textos legais e constitucionais, como dos direitos humanos e da infância e juventude, a professora doutora Catalina Norminanda Montoya encerrou a apresentação desta terça-feira (14) na sala 2A cujo tema era "Parámetros para medir la calidad de la comunicación: La calidad basada en valores". 

Doutora pela Universidade Autônoma de Barcelona, onde atua como professora titular, Norma, para os íntimos, é autora das obras: “La comunicación Audiovisual en la Educación” (2005), “La influencia de la Publicidad audiovisual en los niños” (2008) e “El papel de la inclusión comunicativa sobre el potencial de desarrollo” (2011). 

A exposição fez com que os alunos da graduação, pós-graduação e professores se questionassem: onde fica a opinião do receptor? A pesquisa realizada pelo Grupo de Cooperação Cientifica de Qualidade dos Conteúdos Audiovisuais (QC), apresentada por Norminanda, mostra exatamente esse ponto, o de como qualificar os conteúdos apresentados pelas produções audiovisuais na Espanha e no Brasil e saber, por exemplo, se uma novela está trazendo aos telespectadores valores bons ou ruins. 

Para a professora, assistir televisão é uma das principais atividades da grande parcela da população, que utiliza em média 3h30 do dia para consumo de produtos audiovisuais. Por isso, há uma ampla quantidade de conteúdo, com isso, a qualidade passou a ser questionada. “Uma produção audiovisual de qualidade é aquela que contribui para melhorar a qualidade de vida da população. É preciso avaliar a satisfação e a insatisfação do ser humano na formação dos valores”, esclarece. 

Através de pesquisas realizadas pela equipe, foi descoberta somente a existência de controladores de qualidade técnicos nas televisões espanholas e brasileiras. Os controladores de qualidade científicos são pouco utilizados ou inexistentes nas programações. Também foi constatado que os estudos de qualidade na televisão pública são diferentes dos da privada, pois a última está voltada muito mais para o lucro e audiência do que para a criação de debates e estímulo à cultura. 

O objetivo final do Grupo QC é criar um protocolo de controle de qualidade dos produtos audiovisuais, baseado nos valores humanos, sociais e educativos. A ideia é disponibilizar o produto gratuitamente para quem quiser consultá-lo. A iniciativa busca localizar a presença de valores nas mensagens audiovisuais e direcionar os conteúdos para determinados públicos, sem interferir na produção.

3 de julho de 2012

Projeto PET da Unesp de Bauru conquista prêmio na Intercom Sudeste

A universidade também conseguiu outra premiação no evento

Da Redação SICOM PET,
por Kelly De Conti Rodrigues


O Projeto de Assessoria de Imprensa (SICOM PET), que é desenvolvido pelo Grupo de Educação Tutorial em Rádio e Televisão (PET-RTV), foi o vencedor da Exposição de Pesquisa Experimental em Comunicação (Expocom) no XVII Congresso de Ciências da Comunicação na Região Sudeste, o Intercom Sudeste 2012. O PET-RTV é um grupo de ensino, pesquisa e extensão do Departamento de Comunicação Social (DCSO) da Faculdade de Arquitetura Artes e Comunicação da UNESP de Bauru. O Intercom Sudeste aconteceu na última semana de junho, em Minas Gerais, no campus da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP). 

O projeto é orientado pelos professores Antonio Francisco Magnoni, Angelo Sottovia Aranha e Francisco Machado Filho e concorreu na categoria de Jornalismo, na modalidade Projeto de Assessoria de Imprensa. A Expocom é um prêmio destinado aos melhores trabalhos de graduação produzidos por alunos de Comunicação Social, nas áreas de Jornalismo, Relações Públicas, Cinema e Audiovisual, Publicidade e Propaganda, Produção Editorial e Transdisciplinar. 

O estudante de jornalismo Giovani Vieira Miranda, que coordena a equipe de alunos do projeto premiado, relata que “os participantes do SICOM PET vivenciam a experiência profissional de uma assessoria de imprensa convergente e multimidiática”. O grupo SICOM se caracteriza como um projeto multidisciplinar de ensino, pesquisa e extensão composto por estudantes de Jornalismo, Radialismo, Relações Públicas e Design da Faculdade de Arquitetura Artes e Comunicação (FAAC), e também do curso de Sistemas de Informação, da Faculdade de Ciências (FC). 

Os integrantes do Projeto trabalham com o planejamento e elaboração de produtos de comunicação para diversos suportes, desenvolvendo novas linguagens, gêneros e formatos para difusão do conteúdo. Fazem parte da estrutura de atividades do SICOM PET a Assessoria de Comunicação PET, composta por uma Assessoria de Imprensa e outra de Relações Públicas; o Portal de Notícias SICOM PET, com o auxílio de uma Assessoria de Tecnologia da Informação (T.I) e está disponível em www.petrtv.com.br; SICOM Impresso; SICOM Audiofônico, em parceria com a Rádio FM e com o Projeto de Extensão Rádio Unesp Virtual, e SICOM Audiovisual, em parceria com a TV Unesp. Todas as atividades do SICOM recebem o apoio da Assessoria de Artes, composta por alunos do curso de Design e responsável pela identidade visual do Projeto. Além das produções jornalísticas e artísticas, os participantes do PET também desenvolvem atividades em três Grupos de Estudo e Pesquisa. 

Neste ano, a Unesp de Bauru concorreu na Expocom com 11 trabalhos de graduação. Outro projeto do Departamento de Comunicação Social que recebeu premiação foi o “Festival Cultural 20 Anos da Rádio Unesp”, apresentado pela aluna Bruna Mantuan, integrante da Diretoria de Comunicação da Empresa Júnior de RP, na categoria Relações Públicas e modalidade "Organização de Eventos" Assista ao teaser elaborado pelo Grupo e-Colab para divulgação do evento:


A lista completa da premiação está disponível em http://www.intercom.org.br/vencedores-expocom-sudeste-2012.pdf. Os vencedores da etapa regional concorrerão ao prêmio nacional do Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação programado para acontecer em Fortaleza (CE) entre os dias 3 e 7 de setembro deste ano.

9 de maio de 2012

Profissionais de agências de comunicação na Universidade

Da Redação SICOM PET 

Para os estudantes de graduação sempre fica a dúvida, será que ao me formar estarei preparado para encarar o mercado de trabalho?                                                                                                    
Com o objetivo de trazer esse mercado para dentro da Universidade o professor Edilson Marques da Silva Miranda em parceria com o Departamento de Comunicação Social convida alunos e professores dos cursos da FAAC para participar do evento "Mesa Redonda - Vida em Agência - APP - Bauru". 

O evento promovido pela APP (Associação dos Profissionais de Propaganda) de Bauru e Região, já passou por outras Faculdades na cidade, e agora chegou a vez da UNESP. A mesa conta com as presenças de Claudio Marcelino (da Agencia Fluens Comunicação), Rodrigo Rondon (da Agencia Pão Criação), Kadu Lima e Paulo Razera (da Mr. Tempo) e Edmilson Cabelo (da Empório Comunicações).

O circuito de palestra busca aproximar o estudante aos profissionais da área, que estarão à disposição para esclarecer qualquer tipo de dúvidas ou informações pertinentes ao dia a dia de uma agência de comunicação.

O evento acontece no dia 14 de maio, segunda-feira, às 19h30, na Sala 1. Não é necessário fazer inscrição antecipada. Os participantes do evento receberão certificado enviado pelo e-mail.




3 de maio de 2012

Professor da Unesp assume diretoria regional do Sindicato dos Jornalistas de SP

Da Redação SICOM PET,
por Beatriz Haga

O professor do Departamento de Comunicação Social da Unesp, Ângelo Sottovia,  assumiu o cargo de Diretor Regional de Bauru do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo (SJSP). As eleições aconteceram entre os dias 27 e 29 de março e a apuração aconteceu no dia 30. 

A Chapa 1 - Sindicato Forte, Unidade e Luta, presidida por José Augusto Camargo, venceu com 56,26% dos votos a Chapa 2 – Renovar pra Mudar, Sindicato é Pra Lutar!, encabeçada por Bia Barbosa. A posse da nova diretoria aconteceu no dia 16 de abril, um dia depois da comemoração dos 75 anos de existência da entidade sindical. O tempo de mandato é de três anos.

O SJSP é responsável por ações em defesa dos jornalistas, contribuindo para que se garanta o direito dos profissionais. Um dos papéis do sindicato é acompanhar as contratações, demissões e rescisões de contrato dos jornalistas que solicitarem sua participação em qualquer entidade ou veículo comunicacional.

A repórter Beatriz Haga fez uma entrevista com o professor para o SICOM PET. Confira abaixo:

SICOM – Quais são as ações do sindicato e sua importância para os profissionais?
A.Sottovia – Os jornalistas sempre estão presentes em lutas sociais por meio do sindicato. Todo ano nossa data base de reajuste salarial é no dia 1º de julho. Um mês antes, o sindicato já manda para os patrões, donos de empresas jornalísticas, uma porcentagem de aumento reivindicada pelos jornalistas. Somente a partir do acordo trabalhista é que se define de quanto será o aumento salarial da categoria. Assim, o sindicato participa ativamente da valorização do profissional e do plano de carreira.

SICOM – Como é a relação do sindicato com os associados? 
A.Sottovia – O sindicato tem a missão de ouvi-los para saber o que lhes interessa em termos de convênio: odontológico, plano de saúde, colônia de férias e etc. O que aconteceu nos últimos dois mandatos aqui na Regional de Bauru e região foi a falta de diálogo entre o sindicato e os jornalistas. Eu posso dizer que alguns jornalistas não gostam do sindicato, pois a diretoria não esteve presente em nada. 

SICOM – E quais são suas metas agora que você assumiu a diretoria? 
A.Sottovia – Nós queremos mostrar o quanto o sindicato pode e deve fazer com as contribuições e aumentar o número de sindicalizados. Inclusive queremos tentar uma pré-sindicalização dos estudantes de jornalismo, para que formemos uma massa crítica grande e tenhamos força de negociação. Se não houver o sindicato as empresas não pagam e esquecem que ficaram devendo. 

SICOM– Como funcionam as chapas no sindicato? São limitadas a duas? 
A. Sottovia – Esse ano foram somente duas, mas podem ser abertas quantas quiserem. A nossa foi eleita, mas aqui em Bauru quem ganhou foi a outra chapa. O que eu quero fazer agora é me reunir com o Rafael Tadashi, que estava concorrendo a diretor regional de Bauru pela Chapa 2, para atuarmos juntos por interesses comuns. Nós não ganhamos nada, é um trabalho feito para o coletivo. 

SICOM – Quais foram as principais propostas da Chapa 1 na campanha de 2012? 
A.Sottovia – Nós fizemos campanha forte de atuação. Na nossa chapa, uma das primeiras coisas que queremos é fazer a reaproximação entre categoria e sindicato e depois a unificação do piso salarial para que o piso do interior seja igual ao de São Paulo. O trabalho é o mesmo, as horas e atividades são as mesmas. Queremos achar um jeito para que os donos de jornais, TVs e rádios do interior paguem o mesmo que na capital. Outra coisa muito séria é a questão do banco de horas. Os administradores das empresas reduzem os funcionários para não pagar uma maior quantidade de salários e sobrecarregam os que ficam. O que acontece é que os jornalistas tem contrato de sete horas por dia, mas acabam fazendo até dez. As horas extras vão se somando e quando chegam no limite de cinco dias a empresa tem que pagar ou dar os dias de folga, e elas não estão cumprindo isso. O profissional tem medo de ser demitido por cobrar suas horas extras e continuam a ser explorados. Nós estamos negociando com um veículo de comunicação aqui da cidade a questão do banco de horas, mas está difícil sair um acordo.

SICOM – A diretoria pensa em se reunir com não associados para falar das ações do sindicato e das reivindicações dos jornalistas?
A.Sottovia –
Nunca houve reunião e nós prometemos na campanha fazer uma reunião mensal aberta a sindicalizados e a não sindicalizados, e a estudantes de jornalismo também. Queremos ter noção do que fazer regionalmente e que a categoria se sinta representada, porque o que ela propôs e aprovou em assembleia é colocado em votação.

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