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Mostrando postagens com marcador SIMTVD 2011. Mostrar todas as postagens
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11 de janeiro de 2012

A vida através da tela

“O videografismo é uma área de trabalho multidisciplinar”. Foi com essa frase que os videografistas da TV UNESP André Turtelli Poles e Lucas Silveira de Azevedo deram início à oficina “Videografismo na TV Digital”, no terceiro dia do II Simpósio Internacional de Televisão Digital (SIMTVD).
Isso porque a equipe de videografismo da TV UNESP é composta por pessoas formadas em vários cursos diferentes, cada membro com suas especificidades. André é formado em Design e Lucas, em Propaganda e Marketing.

A palestra inicial da oficina foi sobre as características da TV Digital. De acordo com Lucas, a digitalização da TV se baseou na cada vez mais freqüente inclusão tecnológica das novas gerações. “Hoje, nossa vida é através da tela. Estamos sempre na TV, no celular, no computador, nos tablets. Foi por isso que a digitalização da TV foi pensada”, afirma.

O videografismo, identidade visual de um produto audiovisual, existe há muito tempo e surgiu na televisão analógica. É trabalho de videografistas produzir infográficos, vinhetas, bases de GC e todos os outros elementos gráficos do vídeo. A diferença na TV Digital são os recursos de alta definição, que proporcionam ao telespectador uma experiência mais rica e completa. 
Na oficina, não faltaram exemplos de vinhetas e nem o passo-a-passo de sua produção. A apresentação das vinhetas de programas como Unesp Informa e Som e Prosa, da TV UNESP, foi acompanhada de rápidos tutoriais e fotos de making of.

Depois da explicação teórica, os oficineiros partiram para a prática. Os participantes da oficina foram convidados a produzir uma pequena vinheta com duração entre cinco e dez segundos. O apoio dos videografistas foi importante para a passagem das idéias do papel para programas como Photoshop e After Effects.

Laís Mondeli, Jornal Jr. Unesp

Quadrinhos além do papel: na tela do computador

Ler história em quadrinhos é um prazer compartilhado por quase todo mundo. Imagine então, estudar sobre isso. E mais, mostrar toda sua evolução hoje com a chegada da internet. Essa é a síntese do que foi a oficina do SIMTVD da tarde dessa terça feira (8), com o tema “História em Quadrinhos na Era Digital”.
Na oficina ministrada por Mateus Yuri Passos (Unesp/Lecotec), a primeira apresentação foi do professor Diego Figueira (Unicamp), que fez uma apresentação sobre as Webcomics. O conceito, que surgiu recentemente, ficou bastante claro quando Figueira disse que o desenhista “precisa admitir que seu suporte não é mais o papel, é a tela do computador”.

Dois exemplos foram mostrados: o “Worm World Saga” (de Daniel Lieske) e “There Are No Borders”. Ambos exploram justamente a questão do“infinito na vertical” que a tela do computador traz, como foi apontado por Diego Figueira. 
Figueira ainda trouxe uma grande questão à tona: há quem faça algo similar no Brasil? O pesquisador mostrou que no país ainda há a predominância de tiras, e inclusive deu uma sugestão para quem quiser criar um blog do tema: “antes de criar, junte um monte (de tiras), para que, quando for publicar, a pessoa perca uns 30 minutos ali”.

Depois foi a vez de Mateus Yuri Passos falar um pouco sobre os quadrinhos, voltando-se mais sobre a questão mercadológica, mundial e brasileira. Foi citada a “santíssima trindade” de tiras no Brasil (Glauco, Angeli e Laerte) e que um dos poucos que fazem HQ com sucesso é Maurício de Souza, com sua Turma da Mônica – que também começou nos quadrinhos.
Ainda houve várias perguntas do público presente, até mesmo em relação aos “memes”, uma febre na internet atualmente - “mas sem valor mercadológico”, como apontou Diego Figueira – e também no aspecto econômico em torno das HQs, um mercado que até hoje se mantém firme e forte nos EUA e pode crescer no Brasil.

Luís Moraes, Jornal Jr. Unesp

Velha Mídia, novas possibilidades

Possibilidade, mobilidade, interatividade. Com essas palavras, os participantes do mini-curso “Desenvolvendo Aplicativos Interativos para TV Digital e Múltiplos Dispositivos” responderam a pergunta “o que é TV Digital para você?”, feita na abertura do curso pelo doutorando em TV Digital Alan Angeluci.

O laboratório onde o curso aconteceu reuniu um grupo heterogêneo: estudantes e pesquisadores de Ciências da Computação, Jornalismo, Matemática, Rádio e TV e Relações Públicas comprovaram a afirmação de Alan de que, nos estudosem TV Digital, todas as áreas são bem-vindas.

Alan falou sobre a estrutura da TV digital hoje e as inúmeras possibilidades de interação que ela já possibilita e as que vai poder utilizar no futuro. A potencialidade do sinal digital, que segundo as estimativas só cobrirá todo o território nacional em 2016, pode ser vista em alguns exemplos de vídeos e imagens que o pesquisador trouxe.Em São Paulo, canais como Globo, Record e SBT já disponibilizam alguns programas com recursos interativos. A interação pode ocorrer em um capítulo de novela, na qual o telespectador assiste à história e, ao mesmo tempo, vê a descrição de cada personagem, ou durante o jogo de futebol, quando o torcedor pode acompanhar a partida enquanto confere a tabela de classificação do campeonato. “As emissoras estão em uma primeira etapa de experimentar as aplicações”, explicou Alan.

Aproveitando os exemplos, Alan organizou uma atividade prática, na qual os participantes do mini-curso puderam utilizar ferramentas simples para confeccionar um projeto de aplicação interativa para o telejornal Fala Brasil da Record. Usando os programas fornecidos pelo pesquisador, mesmo quem não domina programação conseguiu dispor elementos visuais na tela e relacioná-los, criando uma enquete e um box de informação sobre o programa.

As novidades na área são muitas e prometem crescer cada vez mais. Alan garante que as inovações tecnológicas mudam a forma de se fazer TV, mas as características dessa mídia continuam as mesmas. Citando uma charge do Angeli, Alan garante que não importa se é digital ou analógica: o importante é ter conteúdo.

Regiane Folter, Jornal Jr. FAAC/Unesp

TV pública se encarrega de incluir Brasil na Era Digital

Imagine-se à beira do rio Amazonas, ao lado da mata densa num ponto isolado da civilização. Agora pense se seria possível mandar um e-mail através de uma TV. Se você respondeu que não, você errou. Em alguns anos, a tecnologia da TV digital será lançada e a abrangência de uma rede de internet sem fio tornará possível o envio de um e-mail pela tela da televisão até de pontos isolados do país.

A tecnologia que possibilita essa façanha é o WiMAX. Uma espécie de banda larga semelhante ao WiFi que se diferencia por cobrir até 70km de raio de atuação e permite a radiodifusão. A tecnologia será difundida em cidades de até 100 mil habitantes.

Num país em que mais de 68% da população não tem acesso à internet e 98% das casas possuem televisão, a TV será uma grande opção para a inclusão da sociedade ao mundo digital.

“Para popularizar a TV digital nós temos que baixar custos. Ano que vem no ano da Copa a gente espera que as empresas baixem os custos de seus equipamentos”, diz o doutor em comunicação pela ECA/USP e atual assessor da Casa Civil da Presidência da República, André Barbosa Filho. Ele ainda lembra que a TV digital não oferece apenas melhor qualidade de imagem, como a participação do espectador na produção de conteúdo.

O assessor se refere às opções de participação através da nova TV. O usuário pode acessar a internet, ler livros e até interagir com a tecnologia do celular. “A rede pública é a melhor alternativa para os projetos inclusivos da TV digital. As TVs comerciais não pretendem usar a interatividade plena.”, garante.

Barbosa ainda afirma que a verdadeira interação do espectador, enviando informações para a programação e participando das atrações será vista na TV pública. A expectativa para a implementação do projeto é para meados de 2010. Agora, a interação pela TV digital, também será direito de todos.

Jornal Jr., FAAC/Unesp

TV Digital é destaque no GP da multimídias

Os congressistas do GP de Conteúdos Digitais e Convergência Tecnológica demonstraram grande interesse pelo universo digital, nesta sexta-feira, dia 3. Os temas abordados foram plataformas digitais como TV e rádio digital, celulares, games, I-Pods, Palms e computadores. Todos os participantes voltaram suas expectativas para o mercado digital no Brasil.

Entre as monografias apresentadas, a necessidade de explorar a Internet como veículo de informação foi considerada primordial na atualidade. Foram mencionadas tentativas já realizadas pela mídia, para atrair determinada parcela da população. Ao exemplo, a comercialização de produtos relacionados à televisão na internet, que representa o meio de comunicação da massa e mais rentável.

A utilização de ferramentas especializadas em outras áreas, não só na comunicação, mas também design, softwares e tecnologia da informação foram mencionados por Fernando Ramos Gelonese durante sua exposição. O ex-aluno da UNESP de Bauru, formado em Rádio e TV, trouxe um trabalho conjunto de seis profissionais, envolvendo pessoas da área de comunicação e design. Ele ainda contou da utilidade do seu projeto, “A criação de um modelo de aplicação interativa é uma oportunidade de acelerar a resolução de problemas na área televisiva”.


Ainda na sessão, outro fator foi discutido, TV digital como produtora de conteúdo. “Atualmente a preocupação social e cultural é maior, perante a tecnologia e comércio”, disse Carlos Eduardo Marquioni, doutorando em UTP.

Outras universidades trouxeram seus trabalhos, A UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina) – Ondas de Impacto da TVD, sinal analógico para digital; Universidade do Maranhão – Personalizar para interagir; UNICAMP (Universidade de Campinas) – Educação e conteúdo Digital.

Principais objetivos da TV Digital

Duas atividades do II Simpósio de Televisão Digital aconteceram na manhã do dia 11, das 8h às 10h. Uma delas ocorreu na sala 70 da FAAC (Faculdade de Artes, Arquitetura e Comunicação) e tinha como tema central o “Desenvolvimento de Conteúdos Digitais Multiplataforma” e foi apresentada por Leonardo Enrico, Fernando Ramos e mais quatro pessoas, todos produtores de multimídia da TV Unesp. A outra apresentação ocorreu na sala ao lado, a 71, tratava do “Acervo Ibero-Americano de Televisão Digital” e foi apresentada pelo professor Juliano Maurício e pelo aluno Pedro Zambon.

Ambas as exposições trataram da utilização da tecnologia para a melhoria da prestação de serviços. A diferença é que a TV Unesp preza, em primeiro lugar, pela utilização das diversas mídias (áudio, escrita, imagem) para melhorar a execução dos seus programas e serviços. Visa-se também a conquista da interatividade com o telespectador. O portal da TV Unesp tenta manter a conexão entre os programas do canal e o contato mais forte entre o internauta e os produtores da notícia.

Já o projeto do professor Juliano Maurício visa, principalmente, facilitar a vida do pesquisador, do mais experiente àquele que está na iniciação científica. O site do projeto possui uma série de bibliografias nas normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas e Técnicas). O cientista pode também compartilhar as suas produções no site para aumentar o acervo do endereço eletrônico. Essa página, entretanto, limita-se a colher bibliografias que estejam relacionadas ao tema da Televisão Digital no contexto Ibero Americano.

Pedro Borges, Jornal Jr. FAAC/UNESP

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