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Nova edição do Comunica PET!

Edição especial da Semana da Comunicação 2013

Premiação do Intercom Manaus

Unesp de Bauru ganha prêmios em categorias de produtos no Intercom 2013

Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental

Mais uma parceria inédita na Secom 2013

Parceria entre Secom e interdesigners

Dois eventos terão atividades conjuntas durante a Semana da Comunicação 2013

Projeto Morrinho

Projeto dismistifica a visão da favela como um lugar somente de violência através de ações culturais

Mostrando postagens com marcador debate. Mostrar todas as postagens
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4 de outubro de 2013

A mídia como ferramenta social

Da redação SICOM PET, por Víctor Barboza

No mês de junho de 2013, os meios de comunicação noticiaram os protestos ocorridos em todo o país, inicialmente em razão do aumento nos preços das passagens de ônibus em São Paulo, e que se expandiram para outros ramos da esfera social, tais como corrupção e a falta de investimento na educação no Brasil.

É interessante observar que a mídia falava sobre um acontecimento histórico que ganhou força e mobilizou milhões de pessoas, em grande parte, graças à ela própria. No entanto, tratava-se das interfaces digitais representadas principalmente pelas redes sociais como Facebook e Twitter.

Créditos: Valter Campanato / ABR
As manifestações não serviram apenas para expor a insatisfação da população diante do descaso político com as questões sociais em nosso país, mas também para mostrar o grande alcance e o poder que a mídia, especialmente a digital, tem em influenciar as ações das pessoas hoje em dia, não apenas em assuntos que visam o simples entretenimento, mas também aqueles que tenham valor social e agreguem no exercício da cidadania.

A relação entre as mídias e os movimentos sociais será tema de um Grupo de Discussão na Semana da Comunicação 2013. Para mais informações clique aqui

25 de setembro de 2013

Democratização e regularização da mídia


Saiba um pouco mais sobre o tema que será discutido na conferência inaugural da SeCom 2013

Da redação SICOM PET, Laisla Rodrigues

A criação de uma nova lei de regularização da mídia no Brasil tem sido uma grande preocupação para os profissionais da área. O atual código brasileiro das telecomunicações tem mais de 50 anos de idade.
No final do governo Lula aconteceu a Confecom (Conferência Nacional de Comunicação) em Brasília, onde foram apresentadas várias teses. Inclusive contou com a presença e o apoio do ex-presidente. 
Porém, após a conferência, o assunto da regularização saiu do foco das atenções. A expectativa era de que o assunto ganhasse destaque no governo após a conferência e que fosse criado um projeto de lei, mas o público não teve outras notícias sobre o assunto em discussão desde então, apenas citações vagas sobre o tema.





Rádio e televisão são serviços públicos como quaisquer outros, apesar de serem concedidos para o setor privado. Portanto, precisam ter um conjunto de regras, que no Brasil quase não existem ou são desatualizadas. Não existem iniciativas do Congresso Nacional em dar andamento ao processo, já que boa parte de seus integrantes são concessionários de rádio e televisão e não tem interesse algum em dar continuidade aos trâmites.

Com a internet, o acesso aos recursos e produtos audiovisuais mudou de forma bem interessante, já que qualquer pessoa pode criar seu jornal na internet, por exemplo, sem quase nenhuma intervenção do Estado, ampliando o pluralismo e a diversidade. O problema, no caso do Brasil, é que ainda há uma condição muito desigual no exercício do direito à liberdade de expressão. A televisão tem um grande impacto e alcance que não podem ser deixados de lado. A internet cumpre um papel importante, mas a questão da regulamentação e distribuição das concessões de telecomunicações continua na lista de prioridades para garantir efetivamente a expressão livre nesses meios.


2 de outubro de 2012

Isto é jornalismo?

Semana de Jornalismo 2012 abordará os limites entre jornalismo e entretenimento

Da Redação SICOM PET, 
por Paula Monezzi

Você ficou curioso para saber o que levou a Fátima Bernardes a deixar o telejornal mais assistido do Brasil para fazer o programa de auditório matinal Encontro com Fátima Bernardes? Não consegue imaginar Fausto Silva num programa jornalístico? O que fez Pedro Bial optar pelo Big Brother? E o Datena, por quê foi parar em seus programas policiais? Acha estranho que jornalistas de renome como Marcelo Tas, Milton Neves, Paulo Henrique Amorim e Carlos Nascimento estejam no ramo de entretenimento?

Pensando nisso, o Grupo PET-RTV e a Jornal Junior realizam uma mesa-redonda na Semana de Jornalismo para discutir a relação entre jornalismo e entretenimento. A mesa tem como objetivo discutir as implicações da crescente relação entre as duas modalidades, não apenas na televisão, mas também nos demais meios de comunicação. Para discutir e tentar responder a essas perguntas, foram convidados Rodrigo Vianna e Ricardo Fela para a mesa redonda.

Rodrigo é jornalista há 20 anos. Iniciou sua carreira na TV Globo, no Jornal SPTV. Trabalhou para a Folha de S. Paulo, TV Cultura e desde 2007 está na TV Record de São Paulo, onde apresenta o Entrevista Record – Mundo e faz reportagens para o Jornal da Record. Além disso, possui o blog “O Escrevinhador” , no qual fala de temas como política, cultura e o papel da mídia. 

Ricardo Fela é formado jornalismo pela UNESP Bauru. Trabalhou como repórter e editor do caderno de Cultura do jornal Diário de Bauru, foi repórter do site de notícias Agência Interior, atuou no jornal Folha Popular, de Lençóis Paulista, foi chefe de reportagem e editor do Diário da Região, de Rio Preto, foi produtor do SPTV, na atual TV Tem de Bauru, além de produzir dois episódios do quadro Brasil Total, com Regina Casé. Atualmente é colaborador do site Overmundo, que traz notícias sobre cultura popular e arte independente brasileira e apresenta, produz e coordena o programa Revista de Sábado, da TV Tem. 

Sobre a mesa: 

Atualmente, um fluxo direcionado à indústria de entretenimento retira jornalistas do ramo, que até então seguia firmemente delimitado. As figuras dos jornalistas que resistiam a esse hibridismo estão cada vez mais fracas e isso nos leva a uma pergunta: até onde vai o telejornalismo e quando começa o tele-entretenimento? Os dois seguem para um mesmo rumo, são iguais? Porque programas como o Fantástico, Domingo Espetacular e Mais Você ganham a cada dia mais e mais clones? Ficou curioso? Então não perca! A mesa redonda acontece no dia 18, às 14 horas. Mais informações no PET, pelo telefone 3103-6066 ramal 6263 ou pela Jornal Junior, ramal 7067. 

Para quem quiser ir se preparando para a discussão, abaixo estão alguns vídeos que ajudam apensar sobre o tema:

24 de setembro de 2012

FAAC realiza debate sobre os prós e contras do ENADE


Da Redação SICOM PET, 
por Gabriela Ferri

Depois de ingressarmos na universidade descobrimos um mundo paralelo, onde ideologias caem por chão, ou se confirmam e somam-se a outros argumentos. É nesse período também que começamos a assumir responsabilidades, como pagar contas, limpar o apartamento, e o mais importante, mostrar para a sociedade o que aprendemos ao longo desses quatro ou cinco anos.

Essa é a vida universitária sob a perspectiva dos alunos ingressantes e alunos concluintes, que devem realizar de tempos em tempos o ENADE, Exame Nacional de Desempenho de Estudantes. O exame faz parte do Sinaes (Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior) e possui como objetivo avaliar a qualidade dos cursos de formação superior de todo o país. 

Devido à importância dessa avaliação a diretora técnica acadêmica Angélica Parreira Lemos Ruiz decidiu promover um fórum para sanar as dúvidas sobre a avaliação.  A ideia surgiu depois de realizar um estudo sobre a qualidade dos cursos da FAAC e, buscando um diagnóstico a respeito das fraquezas dos cursos, notou que um dos problemas era o fato dos cursos de arquitetura, artes e comunicação não terem uma nota registrada no ENADE.

Para a aluna do quarto ano de Jornalismo Débora Cristina Concuruto Pavan a atitude do setor de graduação da FAAC de realizar o fórum é algo positivo. “Acho importante participar de um debate que explica para que serve a prova, o que ela mede, etc, para depois decidirmos se vamos boicotar ou não. Poucas pessoas têm conhecimento sobre a prova”, afirma.

Angélica notou que outros fatores também estavam sendo afetados pela não realização da prova. “Percebi que muitas contratações de professores não eram aceitas, e quando fui verificar descobri que isso acontecia por não termos nota no ENADE”, relatou.

Para auxiliar no debate, a organização do Fórum convidou o Professor Doutor Guaracy Tadeu Rocha.  Quando questionada sobre o  por que da escolha de Guaracy, Angélica explica: “A opção se deu pelo fato dele ser membro da Comissão para Estudo de Avaliação do Ensino Superior (Caes)  o que o torna uma pessoa que possui conhecimentos mais aprofundados sobre o ENADE, podendo trazer melhores esclarecimentos aos alunos”.

O debate acontece em dois dias, 27 e 28 de setembro, sendo no primeiro dia realizado às 19 horas e no segundo às 9 horas, no anfiteatro Guilherme Rodrigues Ferraz (Guilhermão) e é organizado pela diretoria técnica acadêmica FAAC e pela comissão permanente de ensino FAAC.

Quer se preparar para o debate?  E se posicionar a favor ou contra a realização da prova? Entre no portal http://portal.inep.gov.br/enade e leia um pouco mais.

A matéria a seguir explica um pouco mais sobre o que é e para que serve o ENADE


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