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11 de abril de 2012

Industria Audiovisual en Espanha

Da Redação SICOM PET,
por Laura López Vargas
- estudante colaboradora da Espanha

Nunca antes se habían consumido tantos produtos audiovisuales como en la actualidad, el proceso de transformación resulta bastante complejo debido a numerosos factores que están alterando el tradicional sistema de vida de la maquinaria audiovisual. 

La Ley General de Comunicación Audiovisual (LGCA) del 31 de marzo de 2010, ha modificado radicalmente la industria audiovisual en España. 2010 fue un año clave para introducir elementos hasta ahora inéditos en la industria española como la prohibición de emitir publicidad en la Televisión Pública Española y la vía libre a la participación accionarial en más de una concesionaria que ha provocado ya todo un terremoto con la fusión de Telecinco y Cuatro (dos de las principales cadenas en abierto españolas). 

Estos nuevos procesos de concentración configuran un panorama empresarial semejante al que impera en países como Francia, Alemania o Reino Unido, donde encontramos diversidad de canales en propiedad de muy pocas manos. Esta concentración tiene aspectos muy negativos si tenemos en cuenta que a fin de cuentas el mensaje que el público recibe está construido por el mismo grupo de personas para diferentes audiencias y para la totalidad de los medios de comunicación, esto se traduce en un mensaje homogéneo que dista mucho de la transparencia informativa. La calidad del mensaje puede verse seriamente alterado si estas grandes concentraciones se siguen llevando a cabo tanto en España como en otros países vecinos.

El mercado audiovisual, centrado hasta hace poco tiempo en la televisión analógica, está migrando sus contenidos hacia nuevas plataformas tecnológicas tales como internet, telefonía móvil o la TDT, por ello, también la nueva televisión demanda profesionales capaces de liderar el modelo de televisión del futuro, formados para gestionar nuevos formatos de entretenimientos, técnicas de programación y comercialización en estas tecnologías.

Es de esperar que las nuevas reglas del mercado se impongan finalmente y acaben situando al negocio en una posición jurídica y de explotación similar a la de otros países europeos, mientras tanto, el sector tiene que afrontar el panorama actual y adaptarse al nuevo marco legal para la prestación de servicios, así como superar los retos del futuro, conviviendo con un modelo lleno de interrogantes en relación al negocio de las licencias y su arrendamiento o la sostenibilidad del modelo actual en las televisiones públicas, autonómicas y municipales.

El 3 de abril de 2010 se completó el apagón analógico culminando una transición al digital que abriría una nueva era audiovisual en España marcada por la multiplicación de canales y la fragmentación de audiencias, con el consecuente juego de alianzas y fusiones que aún hoy continúa.

Al multiplicarse las opciones que, con la llegada de la TDT, tiene el espectador, la fragmentación televisiva ha alcanzado su máximo apogeo, esto explica que las cadenas tradicionales hayan obtenido sus mínimos anuales. En cuanto a la publicidad y tras varios años consecutivos con retrocesos en cifras de inversión el año 2011 ha logrado estabilizar los números del año anterior con una cifra estimada alrededor de los 2.400 millones de euros, con un posible crecimineto del 2% más que en años anteriores.

El consumo individual de televisión (43% del total) sigue siendo el mayoritario seguido del consumo en pareja (39%) y en grupo (18%). Pese al empuje de nuevos soportes, el consumo de televisión crece de forma muy significativa para alcanzar los 234 minutos por perdona y día, confirmando que hasta el momento, internet y las nuevas tecnologías no afectan negativamente al visionado televisivo tradicional.

15 de fevereiro de 2012

TV espera que nova safra de programas de jogos interativos atraia a geração Facebook

via Carta Capital - Publicado no dia 07/02/2012

Os programas de jogos interativos ao vivo, em que os espectadores competem com adversários na tela, são a chave para convencer a geração Facebook a assistir televisão, segundo especialistas da indústria.

As produtoras britânicas estão na vanguarda do uso de novas tecnologias para criar programas interativos capazes de concorrer com as inúmeras distrações das redes sociais, sites de jogos de computador e até comida e bebida.

Matt Millar, executivo-chefe da Tellybug, um serviço tecnológico que desenvolveu o aplicativo para celular “tap-to-clap” [toque para aplaudir] para os programas Britain’s Got Talent e The X Factor (que permite que você dê nota aos números apresentados tocando na tela), disse em
uma reunião do Westminster Media Forum na semana passada: “Aprendemos que as pessoas preferem assistir TV e não jogar online. Pense no estado em que elas estão. Faça a coisa simples. Se as pessoas têm um smartphone e uma garrafa de cerveja sobre a mesa, você está competindo com a garrafa de cerveja.

Mark Cullen, do ETV Media Group, acrescentou que a televisão da corrente dominante geralmente cobrava dos espectadores para votar em The X Factor, Britain’s Got Talent e Dancing on Ice, quando pelo Facebook isso pode ser gratuito. “Eles precisam mudar de hábitos. O valor real está nos dados que eles coletam, construindo um banco de dados, clubes de afinidade”, afirmou Cullen.

David Flynn, que criou The Million Pound Drop, um teste de dez perguntas com múltiplas opções de respostas jogado por casais, vendido para 34 países, disse: “Na Grã-Bretanha, continuamos na vanguarda da tecnologia. É importante ficarmos lá. Nós lideramos o mundo na criação de formatos de TV.”

The Million Pound Drop, apresentado por Davina McCall, deu início ao fenômeno interativo para o Channel 4 em 2010 e gerou 11 milhões de jogos. Hoje o Canal 4 está trazendo de volta seu programa irmão, The Bank Job — um novo jogo ambientado em um cofre da City de Londres –, para uma longa temporada a partir de 17 de fevereiro. Sua temporada de teste, no início de
janeiro, se revelou um grande sucesso com o público online e grupos chaves de espectadores de TV, incluindo homens de menos de 40 anos.

Um painel inicial de quatro concorrentes compete para responder a perguntas que abrirão caixas do cofre cheias de dinheiro. A primeira pergunta do primeiro programa do mês passado, apresentado por George Lamb, deu o tom: “Que cantor bateu seu carro em Snappy Snaps quando estava sob o efeito da maconha?”

Mas o que torna o programa uma propriedade tão atrativa é que ele obteve 5,64 milhões de jogos online. Flynn, que, como diretor-gerente adjunto da Remarkable Television, parte da Endemol, produtora do Big Brother, também é o líder da equipe criativa por trás de The Bank Job, disse: “O que nós fazemos é pegar impulsos humanos reais e torná-los possíveis”. Ele disse que havia lições claras em incorporar a interatividade ao vivo aos programas, o que todas as emissoras estão tentando fazer, mas advertiu: “Precisa parecer natural, e não um apêndice.”

As pessoas sempre gostaram de gritar respostas para a TV, mas hoje estão armadas de smartphones, laptops e tablets. “Nem sempre assistimos à TV com alguém, mas podemos jogar com estranhos no Facebook ou com amigos”, destacou Flynn. Cerca de 12,4% dos 2,5 milhões de espectadores de The Million Pound Drop jogam em seus laptops. Outros pesquisam no Google para encontrar as respostas certas.

The Bank Job foi lançado como um jogo online em vez de programa de tevê em dezembro passado, e é a única maneira de um concorrente se candidatar para a versão ao vivo na televisão:
você precisa jogar para destravar o formulário de inscrição e ter notas de grande mestre para se qualificar como um possível concorrente.

Imediatamente, cerca de 4 mil jogos foram utilizados por dia. Quando o Canal 4 anunciou a nova série, duas semanas atrás, o número saltou para 8 mil. Algumas pessoas estão jogando dez jogos, enquanto até 160 mil jogam online durante o programa. Como os concorrentes são solicitados a dar seu nome, sexo e endereço, o Canal 4 também está colhendo informação comercial importante para os anunciantes. O executivo-chefe David Abraham chama esses dados de “o novo petróleo”.

Flynn disse que quando os espectadores tuitaram que o primeiro episódio de The Million Pound Drop, em maio de 2010, era lento demais, eles o aceleraram. The Bank Job, que conseguiu audiências relativamente modestas na TV — cerca de 1,2 milhão de assistentes –, também reagirá às críticas incorporando mudanças na próxima série.

Em outro desenvolvimento que impressionou o mundo da publicidade, os comerciais de The Bank Job adotaram uma faixa rolante (“ticker”) ao vivo embaixo da tela, onde aparece informação sobre quem está jogando e os nomes dos melhores jogadores online. Até agora isso era considerado uma distração inaceitável. “Nós assumimos um risco enorme”, disse Flynn.

Mas a equipe de vendas de publicidade do Canal 4 descobriu que os comerciais temáticos aumentam o envolvimento dos espectadores em 80%, por isso as pessoas têm menor probabilidade de se distrair — e não podem avançar rapidamente os anúncios ao vivo. A Remarkable agora vai aplicar as lições do programa de jogo a um formato factual novo, combinando a participação do público ao vivo com “uma questão social realmente grande”.

Entretanto, no mundo selvagem da televisão, Flynn não pode contar mais.

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