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1 de outubro de 2013

História de um instante - o fotojornalismo e os tempos mortos

Da Redação Sicom PET, por Beatriz Haga

Um gesto, um vazio, um silêncio, um embaraço, um sorriso, um desvio de olhar. São segundos que podem ter mais significados e refletir uma realidade do que um longo diálogo. A vontade de registrar esses momentos fez com que fossem criados mecanismos e objetos capazes de, alguma maneira, eternizá-los. Isso foi possível com a câmera fotográfica e de vídeo, que nunca perderam a popularidade desde suas criações. Ao contrário, com o tempo elas ficaram mais compactas, acessíveis e precisas.

A captação de imagens tornou-se popular no jornalismo graças aos equipamentos e advento da fotografia. A ideia inicial era complementar e dar credibilidade ao texto em veículos impressos. Mas em meados de 1900, a fotografia passou a ser vista não só como uma ilustração para as matérias, mas também como um conteúdo capaz de informar por si só. Esse foi o início do fotojornalismo e do processo de seu reconhecimento como profissão. 

O fotojornalismo ganhou forças quando grandes acontecimentos mundiais eclodiram, como a Guerra Civil Espanhola e a Segunda Guerra Mundial. A ânsia por cobrir os conflitos e registrar o que estava acontecendo, fez fotógrafos como Henri Cartier-Bresson e Robert Capa se destacarem. Os momentos captados contavam histórias pessoais, de um povo e uma nação, considerados por Bresson como o “instante decisivo”.


O cinema também mostrou a força da imagem e percebeu rapidamente que não era preciso palavras e diálogos para transmitir uma ideia, um conceito. Apesar do cinema falado ter substituído quase totalmente o cinema mudo desde os anos 30 e ser preferência mundial na atualidade, os tempos mortos, as cenas em que aparentemente nada acontece, e o processo de significação das imagens são escolhidos por realizadores para ampliar o olhar e a percepção do público.

Antonioni era um cineasta que constantemente usava tempos mortos em suas produções. 


O tema “Jornalismo de Aventura – Histórias por imagens” será discutido na Semana da Comunicação de Bauru (SeCom 2013) em uma mesa específica de Jornalismo, que contará com Marina Klink (esposa do velejador Amyr Klink e fotógrafa das expedições) e Matthew Shirts (redator-chefe da revista National Geographic Brasil).

3 de maio de 2012

Foto-doc.: "Rui Mendes"


Ícone da fotografia musical, Rui Mendes, agora retratista renomado, foi sabatinado pelo projeto Foto.Doc. Nos minutos dedicados ao fotógrafo que diz que criou "a imagem do Rock nos anos 80", o mestre conta sobre a sua chapa anarquista na ECA, sua amizade com Paulo Ricardo e Kiko Zambianchi, histórias de trabalhos para a Revista Bizz, olhar, direção, linguagem, pouco equipamento, digital e a necessidade de se arriscar.

A direção é de Camila Garcia e Renato Suzuki.
Foto: Carol Nehring

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