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1 de julho de 2012

As pirâmides e a identidade mexicana

Da Redação SICOM PET,
por Gerardo Martínez - estudante intercambista da Universidad Nacional Autónoma de México 

O cultivo do espírito humano é realizado pela própria sociedade com o auxílio do seu progresso. No México existem os restos das culturas que formam o passado da civilização mexicana. A Arqueologia e a História preservam as características da população de lá e fazem parte do mistério que envolve os amantes dessas disciplinas. 

O México possui uma riqueza muito grande por ter sido formado com diferentes culturas em suas diferentes regiões. Espalhadas, juntas ou compartilhando semelhanças, essas são as raízes do México. 

A presença das culturas Maia e Azteca no território deixou, entre outros vestígios, as pirâmides que são um símbolo de identidade. Utilizadas como centros religiosos ou cerimoniais, representavam um lugar ótimo para a oração aos deuses e também foram utilizadas para os rituais e sacrifícios característicos daquelas culturas. 

Em Teotihuacán, podemos encontrar as duas pirâmides Aztecas que são as mais representativas do território mexicano, denominadas Pirâmides da Lua e do Sol. Construídas entre o século I a.C. e II d.C. as duas pirâmides eram vistas como lugares sagrados. 

A Pirâmide de Cholula ou Tlachihualtepec, em Puebla, é a maior construção piramidal do território mexicano. Com 202.505 metros quadrados e uma altura de 65 metros, essa majestosa pirâmide foi construída pelos astecas para ser templo do deus Chiconaquiahuitl. 

No complexo arquitetônico de Chichén Itzá, na península de Yucatan, a arquitetura Maia é uma das mais ricas da Mesoamérica pela sua variedade e conservação. Nesse lugar foi erguido o templo de Kukulcán, uma pirâmide de 24 metros de altura e 365 degraus simbolizando os dias do ano. Acredita-se que a construção, além de ter sido utilizada como centro religioso, foi também uma importante para a observação astronômica. 

Palenque é uma cidade Maia localizada no estado de Chiapas que, além de possuir outras construções, se destaca pela presença do Templo das Inscrições. A tradição aponta que essa pirâmide é a tumba do herói e líder político Pacal. 

Deve se ressaltar que, além das pirâmides, outros lugares e construções do México são considerados Patrimônio Cultural da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação a Ciência e a Cultura (UNESCO), fato que colabora para que o país seja sinônimo de cultura e tradição.

3 de junho de 2012

México no Dia dos Mortos: quando a morte se encontra com os vivos.

Da Redação SICOM PET,
por Gerardo Martínez - estudante da Universidad Nacional Autónoma de México



Na etapa histórica, quando o domínio político e cultural pelos europeus não tinham chegado aos povos indígenas do continente americano, existia grande diversidade de tradições que, até agora, são parte de nossas origens. Um exemplo disso acontece no México com uma das tradições mais representativas e significativas para o povo, na qual os mexicanos fazem um ritual para lembrar seus parentes defuntos que voltam para o mundo dos vivos; é o chamado Dia dos Mortos. 

A UNESCO tinha declarado essa festividade como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade. No México, o dia é comemorada com grandes festejos; comida, bebida, música, danças e representações engraçadas e caricatas da morte (caracterizada pela personagem La Catrina). 

Conforme as crenças da civilização mexicana antiga, quando uma pessoa morre seu espirito continua vivendo no mundo terreno. No cemitério, o lugar onde eles podem descansar em calma e paz, é também designado para que as almas dos defuntos retornem à vida e possam reencontrar-se com suas famílias, e assim, poderem visitá-los. Tem-se a crença que ainda que as pessoas vivas não possam vê-los, eles podem percebê-los ou senti-los como se estivessem vivos. 

Faz parte da tradição que a imagem da morte não produza medo para o povo porque, para os indígenas mexicanos, tem-se a ideia de que a morte é uma questão de alegria. Já para os povos mesoamericanos antigos, a morte não tinha as conotações morais da religião católica, do inferno e o paraíso que servem para castigar ou premiar. Pelo contrario: eles acreditavam que os destinos das almas dos mortos estavam determinados pela morte que eles tiveram, mas não pelo seu comportamento na vida. 

Com a chegada dos espanhóis ao México no século XVI, aconteceu uma mistura de crenças e tradições, formando, assim, um conjunto de duas culturas diferentes e que agora faz parte da história e da memoria do povo mexicano.  De acordo com o calendário católico atual, o dia primeiro de novembro é dedicado a todos os santos e o dia dois aos fieis defuntos. Os indígenas tinham a crença de que todos os mortos se dirigiam para Mitlantecutli ou Mitlan, pois seria o lugar onde todas as almas vão permanecer pela eternidade.

Parte importante desta celebração é a ideia de que existe alguma coisa depois da morte, mudando o conceito de que há apenas tristeza. O Dia dos Mortos faz com que as pessoas contemplem a morte como uma filosofia de alegria, festividade e oração porque cada um dos elementos para a celebração contém misticismo, historia e cultura puramente mexicana.

3 de maio de 2012

“El Chavo del 8” no México e “Chaves” no Brasil

Da Redação SICOM PET,
por Gerardo Martínez
 - estudante intercambista da Universidad Nacional Autónoma de México 

Foi por meio de um humor ingênuo e variado que “El Chavo del Ocho”, “Chaves” no Brasil, se tornou um dos seriados mais famosos da televisão na América Latina. 

Em 20 de junho de 1971, um grupo de autores, liderados pelo o escritor e roteirista Roberto Gomez Bolaños, começou a transmissão da famosa série de televisão “El chavo del 8”. Trata-se da história de um garoto órfão e muito humilde, que vive na periferia de uma grande cidade, e tem como "esconderijo" um barril localizado no pátio principal de uma vila de classe média baixa onde passa todo o seu dia. Lá, ele convive com vizinhos de personalidades únicas, com os quais sempre está envolvido em divertidas situações. A série aborda críticas sociais relativas à convivência entre vizinhos, satirizando atitudes genuínas com piadas rápidas e, às vezes, perspicazes a cada episódio. 

A série teve forte presença nas diferentes gerações no Brasil. Todos os jovens se lembram de que quando crianças eles assistiram a série, bem como seus pais também. No México também é a mesma situação, mas um pouco diferente. Lá, temos fortes lembrança da turma da vila, a cujo auge foi alcançado nos anos 1980. “El Chavo del Ocho” é uma série das gerações do passado, mas que vem conquistando novas gerações com a ajuda da tecnologia, como é o caso do recém lançado desenho animado. 

Foi no dia 21 de outubro de 2006 que “El Chavo, La serie animada”, conhecido também como “Chavo Animado”, queno Brasil foi chamado de “Chaves em desenho Animado”, estreou no México e, logo em seguida, teve presença marcada no mundo e passou a ser exibido pelos canais Cartonn Netmork e pelo Boomerang. 

Uns dos fatos que fez a série ser sucesso no Brasil foi a excelente dublagem, com vozes bem semelhantes aos originais e piadas adaptadas à cultura. Com essa mistura de sucesso, o seriado foi bem aceito pelo povo brasileiro desde as crianças até os adultos. Sem dúvida é uma série que marcou a presença da produção televisiva mexicana na América Latina e, sobretudo, no México e no Brasil. 

“El Chavo del 8” ou “Chaves” é a mídia entre duas culturas irmãs, dois países que compartilham lembranças. 


Assista aos vídeos das canções mais importantes do “Chaves” ou “El chavo del 8”:


1) Abertura do seriado "El Chavo Del Ocho":



2) "Que bonita Vencindad" - versão inédita no Brasil


3) "Eso, eso" - versão de 1979



4) "Cri cri"- inédito no Brasil


5) "Um Riconcito Especial" - inédito no Brasil

18 de abril de 2012

Un símbolo patriótico mexicano

Da Redação SICOM PET,
por Gerardo Martínez
 - estudante da Universidad Nacional Autónoma de México 


El siglo XIX lo pasamos en guerra, tomen espada y caballo, es una advertencia a posibles enemigos y hablando del propio hecho de guerra son las frases que construyen el coro de un símbolo nacional, de una identidad que los mexicanos poseemos. 

El Himno Nacional Mexicano es parte del valor histórico que los mexicanos tenemos, somos poseedores de uno de los himnos más bellos del mundo. Escrito por Francisco González Bocanegra y musicalizado por el español Jaime Nuno en 1823 y estrenado en septiembre de 1924, representa el sentimiento patriótico que nos identifica en el mundo. 

Desde el 20 de octubre de 1942, el gobierno de México determinó, a través de la Secretaría de Educación Pública, que la ejecución incluya sólo dos de las 10 estrofas, intercalando en ellas cinco veces el coro. 

Tiene medio siglo de existir y ser parte de la formación de los mexicanos. Desde el colegio se nos inculca el sentimiento patriótico que va evolucionando en cada uno a lo largo de la vida. 

El patriotismo mexicano es único e incomparable, se vincula por el amor que todos los mexicanos sentimos por las cosas que nos pertenecen como por ejemplo nuestra tierra, el campo, la comida, nuestras tradiciones y sin duda alguna nuestra gente. 

Nuestra tenacidad está presente en todas nuestras acciones y obras que realizamos en conjunto y es precisamente el Himno Nacional Mexicano que habla sobre todo ello describiendo exactamente quién es México. 

Podemos definir al Himno Nacional Mexicano como parte de nuestro patriotismo y que es el equivalente colectivo al orgullo que sentimos por pertenecer a una familia, a una nación. 

Les presento a continuación un video con el Himno Nacional Mexicano acompañado de imágenes de México y de nuestra historia con acontecimientos sociales importantes que han marcado la memoria del país hasta nuestros días.



Imagem: Divulgação
Vídeo: Youtube

13 de abril de 2012

Um México bem português

Da Redação SICOM PET,
por Gerardo Martínez
 - estudante da Universidad Nacional Autónoma de México

"FOGO o inicio da humanidade
O Projeto Fogo Ensemble leva aos mexicanos uma visão além das fronteiras, mostrando a realidade de outros países por meios de suas canções e danças típicas. A alegria do Brasil, a veemência de Portugal e o calor da África estão presentes nos encontros do Projeto. Formado em 2007 por Chris Arhundati, Leo Nava e Leão James, o Fogo Ensmble configura-se, essencialmente, como um projeto de música lusófona com o objetivo principal de difundir a cultura dos países de língua portuguesa por meio da música. O Ensemble tem como foco os gêneros musicais pouco difundidos no México, como por exemplo, o fado português, a morna cabo-verdiana, bossa nova, samba e o rock brasileiro. 

O projeto apresenta grande repercussão em diversos Fóruns Culturais, programa de radio, e universidades dentro e fora do país. Tem recebido reconhecimentos pela Universidad Nacional Autónoma de México (UNAM), do Instituto Politécnico Nacional (IPN), o Claustro de Sor Juana, do Instituto Camões de Portugal, pela Universidade de São Paulo (USP) e pela Secretaria Cultural de São Paulo, cidade onde os integrantes do grupo já fizeram um pequeno tour com o projeto “Meu povo sente igual”. Tem colaborado também com as embaixadas de Brasil e Portugal, também com o Instituto Nacional de Migração (INM) e também para os eventos culturais promovidos pelo Governo da Cidade do México. 

A seguir você encontra a definição do Projeto Fogo Ensemble publicado pelos próprios integrantes na página do Facebook: 

“Foi o fogo o que abriu os olhos do homem, deu-lhe conhecimento, acordou os seus sentimentos, a luta e a irmandade (…) do jeito que o amor e a música o fazem… desse jeito é que o Fogo Ensemble tenta mostrar o oceano de culturas amarradas pela luta, a esperança, o amor, alegria e saudade” (… ). 

Veja um vídeo de apresentação do Grupo no teatro “Javier Barros Sierra” na UNAM, câmpus FES Acatlán, em 2011:

4 de abril de 2012

Un sueño, una experiencia

Da Redação SICOM PET,
por Gerardo Martínez
- estudante da Universidad Nacional Autónoma de México

 

El intercambio, una experiencia que cambia.

Comienza con el anhelo de conocer un país, salir de la rutina acostumbrada para llenarse de nuevas experiencias, y hasta ahora me he enriquecido de Brasil.

En un principio todo es nuevo y diferente, es como si me encontrara en otro planeta y trato de encontrar cosas de mi mundo, cosas semejantes con las que siempre he tenido contacto.

Los primeros días tomo en cuenta que el curso de idioma que cursé en mi país no me sirvió de nada. Todos hablan rápido y natural, ellos se encuentra en su casa, su tierra y yo he llegado para conocer ese mundo.

Caigo en la cuenta que en ocasiones las cosas que poseemos solamente las apreciamos cuando no las tenemos. En mi caso lo que más extraño es la comida.

Me identifico con esta experiencia con el “mito de la Caverna” de Platón, donde nos habla de la situación del ser humano frente al conocimiento.

El ser humano necesita estar en contacto con la realidad y conocerla. Su perspectiva e interpretación se basa a partir de lo que él mismo conozca, es por eso que los hombres de las cavernas sólo conocían el mundo exterior a través de sombras y no de un contacto real, es por eso que para ellos esas figuras que veían las interpretan como reales, pues es lo único que conocen.

Gracias a la tecnología de los medios de comunicación podemos conocer a través de la televisión otros lugares del planeta, nos formamos una visión de lo que existe y podemos hablar de determinado lugar sintiendo que lo conocemos sin haber estado ahí.

Siendo la primera vez que salgo de mi país, la experiencia hasta ahora la puedo definir como única. He salido de ese mundo de interpretaciones que tenía para conocer una nueva realidad y así, construirme mi nueva perspectiva de las cosas. Contemplar las cosas no ha podido ser de manera inmediata. Todo el proceso de adaptación lleva su tiempo y su espacio dándose de manera diferente en cada uno. En mi caso, ha sido de manera gradual y me he ido acostumbrando, no sólo a mirar, sino también contemplar y descubrir la belleza del cosmos.

El miedo es una barrera que no permite al ser humano continuar su desarrollo, y sobre todo su enriquecimiento.

Puedo decir que gracias a esta experiencia que continua, me estoy liberando del mundo que me mantenía atado. Ahora estoy conociendo y aprendiendo cosas que nunca creí aprender.

Me he liberado de una perspectiva y estoy construyendo una mejor. Doy gracias a la vida por darme esta oportunidad.

Recomiendo a todos salir de sus cavernas para descubrir el mundo de allá afuera y conocer, siempre conocer.

27 de março de 2012

Panorama dos meios audiovisuais no México

Da Redação SICOM PET,
por Gerardo Martínez - estudante da Universidad Nacional Autónoma de México

Atualmente, o México está passando por uma situação complicada: os meios audiovisuais estão sendo utilizados como forma de protesto e mediação pública. A televisão, como já sabemos, é um meio de comunicação de massa que, até agora, tem apresentado um papel muito importante como intermediário na opinião pública e, na maioria das vezes, acompanha a lógica de produzir por lucro e controlar as tendências do telespectador mexicano. 

Este ano vai ser significativo para o controle dos meios eletrônicos e, sobre tudo, das redes sociais. Os vídeos que continuam na internet têm uma mensagem de protesto pelas situações eleitorais e a campanhas dos candidatos para a presidência da República. 

A página na internet mais famosa de vídeos no mundo, o Youtube, tem agora vídeos com características importantes que precisamos considerar. Como exemplo, existe uma nova página chamada Catolicadas feita pela organização Católicas por el Derecho a Decidir e que põe em evidência a falta de compromisso da Igreja Católica com os direitos humanos. A organização é uma associação civil que tem trabalhado no México desde 1994 pela defesa dos direitos das mulheres e jovens, especificamente seus direitos sexuais, incluindo o aborto seguro e legal, desde uma perspectiva ética, católica e feminista. A sua proposta é apresentar uma voz alternativa da hierarquia católica utilizando a animação para sua distribuição nos meios sociais da internet e, assim, chegar ao público jovem. 

A visita do Papa Bento XVI e o processo eleitoral no México foram as duas razões para a existência dessa organização. 

Veja abaixo um dos vídeos produzidos pela Católicas por el Derecho a Decidir:

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