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20 de fevereiro de 2012

Governo deve deixar exigência do Ginga apenas para 2013

Por Samuel Possebon do TELA VIVA News

Ao que tudo indica, o decreto que estabelecerá o Processo Produtivo Básico (PPB) de televisores com o middleware Ginga está pronto para ser publicado e, segundo fontes do governo, deve isentar a indústria de incluir o Ginga nos equipamentos produzidos este ano. Em compensação, a partir de 2013, o percentual de televisores com Ginga deverá ser de 75% sobre toda a base, ou seja, tanto sobre televisores conectados quanto sobre televisores sem conectividade. Será possível abater dessa cota em 2013 até 15 pontos percentuais caso haja estoque de equipamentos com Ginga produzidos em 2012. Se confirmados os percentuais, já que esta semana ainda havia alguma movimentação junto às principais autoridades envolvidas, a mudança é significativa em relação ao que o governo esperava publicar em janeiro. Na época, o portal Convergência Digital informava que a ideia do governo naquele momento era exigir 30% de televisores com Ginga ainda este ano, 60% em 2013 e 90% em 2014.

A aposta do governo é que o Ginga será alavancado por uma profusão de aplicativos abertos e, sobretudo, aplicativos de governo eletrônico que serão embarcados nos televisores e devem ser produzidos com financiamento do governo. Mas as mesmas fontes reconhecem que ainda não existe muita clareza sobre a questão do canal de retorno. Ainda que seja possível um bom grau de interatividade simulada (aquela em que o usuário na verdade interage com dados armazenados na memória do dispositivo), dificilmente isso terá apelo no crescente ambiente de TVs conectadas, em que cada fornecedor tem o seu próprio middleware e ecossistema de desenvolvimento de aplicativos. Mais do que isso, com a perspectiva de televisores com sistema operacional Android, que é aberto a desenvolvedores (ainda que do lado do fabricante a Microsoft tenha entrado com diversas ações de cobrança de royalties), o governo sabe que terá que enfrentar uma disputa global no desenvolvimento de aplicativos. O cenário tende a se complicar caso surjam esse ano televisores com sistemas operacionais da Apple e Microsoft embarcados, como já apostam analistas.

Segundo integrantes do Forum TV Digital ouvidos por este noticiário, o Ginga é importante do ponto de vista das emissoras de TV para que os radiodifusores assegurem autonomia na interatividade, mas eles mesmos acreditam que o ideal seria exigir o middleware apenas em TVs conectadas, justamente por conta da crescente necessidade de um canal de retorno.

Segundo apurou este noticiário, para resolver o problema do canal de retorno, o governo chegou a cogitar colocar alguma obrigação de acesso à rede LTE das teles no edital de 2,5 GHz, mas avaliou que não haveria tempo para definir um modelo. Há ainda a expectativa de que a banda U da faixa de 2,5 GHz, que tem 15 MHz de largura e será destinada a aplicações do governo, possa um dia ser utilizada para isso. Ou que no bojo de um debate sobre o futuro da faixa de 700 MHz, em 2013, fique mais claro que alternativas poderão ser buscadas para uma interatividade plena que independa de um acesso do cidadão à Internet. Mas tudo isso está longe de uma definição.

9 de fevereiro de 2012

EBC prepara teste piloto de Ginga com canal de retorno

Fonte: Telesíntese

A Empresa Brasileira de Comunicações está preparando um teste piloto para oferecer serviços públicos através do sinal de TV digital aberta usando o middleware de interatividade Ginga e com possibilidade de canal de retorno para que o usuário também possa enviar informações. O objetivo é usar os resultados do piloto na elaboração de um projeto nacional que será apresentado ao governo para impulsionar o uso do Ginga através da TV pública e “criar uma política de estado”, afirmou o superintendente de suporte da estatal, André Barbosa Filho.

Barbosa participou nesta quinta-feira (9) de um debate sobre TV digital na Campus Party, em São Paulo, onde defendeu a necessidade da TV pública levantar a bandeira da interatividade na TV aberta, uma vez que as emissoras comerciais não têm interesse na tecnologia por não haver um modelo de negócios consolidado para a publicidade com Ginga. “Quem tem que tocar esse projeto é a TV pública: é quem vai prestar os serviços públicos, é quem não depende da receita da publicidade. A TV pública é a sociedade na casa da pessoa”, disse ele.

Os testes devem ocorrer nos próximos 6 meses em 3 cidades de diferentes tamanhos, e contarão com o apoio da Telebras, que fornecerá a rede de canal de retorno. Entre as propostas em estudo está a possibilidade de entregar conversores de TV digital embarcados com Ginga e aplicativos de serviços públicos como SUS, Previdência e Caixa a beneficiários do Bolsa Família, e a partir daí medir e analisar o uso dos aplicativos pela população. A EBC também planeja abrir editais para o desenvolvimento dos aplicativos que serão usados no piloto.

Outro plano em análise citado pelo superintendente é o de reservar um pequeno porcentual da receita de grandes estatais como Petrobras para investimentos em publicidade interativa, que use o Ginga, nas emissoras comerciais. “Você precisa criar um modelo de TV que permita a convivência entre a publicidade antiga e a interativa”, disse Barbosa.

Frequências

Barbosa também comentou que a EBC está trabalhando para reaver as faixas de canal UHF de 60 a 68, que seriam reservadas para o sinal digital das TVs públicas, mas ocupam a disputadíssima frequência dos 700 MHz, atualmente usada para a TV analógica, mas que é reivindicada pelas operadoras para uso no serviço de telefonia móvel 4G. O superintendente, no entanto, não quis dar mais informações.

23 de janeiro de 2012

Governo quer Ginga em 30% das TVs já em 2012

O governo tentou um acordo com a indústria, mas não obteve sucesso. Depois de três anos de discussões infrutíferas, decidiu fechar a nova portaria que vai trazer o Processo Produtivo Básico para a inserção do Ginga nos televisores digitais. O PPB, segundo fontes do governo, será implantado em três etapas para que os fabricantes de televisores possam substituir gradativamente o legado existente.

A nova portaria, informam ainda as fontes do governo, deverá ser publicada até o final de janeiro. Os fabricantes de televisores terão de implementar a inserção do Ginga ainda em 2012 numa proporção de 30% dos televisores digitais que forem produzidos este ano. Para 2013, esse percentual subirá para 60% dos televisores fabricado e, em 2014, o governo espera que 90% da produção já contemple o middleware de interatividade embutido.

A decisão foi tomada também levando em contra o desespero da indústria de software, que já ameaçava abandonar o projeto de interatividade da TV Digital diante da inércia da indústria.Empresas investiram pesado na interatividade da TV Digital e, até agora, só acumularam prejuízos significativos por falta da definição do PPB para a fabricação dos televisores com o Ginga.

Na demorada negociação somente a decisão de chegar a 2014 com o Ginga incorporado era o ponto pacífico nas discussões entre a indústria e o governo. Os fabricantes tentaram adiar a implementação do ginga para 2013, mas o governo ao que parece decidiu não ceder.

Originalmente, o governo propôs em consulta pública começar a inserção do Ginga em 75% dos aparelhos televisores produzidos a partir de julho deste ano. Mas recuou nesse percentual para 30%. Ainda são 10 pontos percentuais acima do que desejava a indústria – os fabricantes pleiteiam 20% e até ameaçam ir à Justiça- mas está bem abaixo dos 50% colocados à mesa nas últimas reuniões,o que favorece a uma última tentativa de ajuste entre as partes.

Quanto ao prazo, a indústria exige que a fabricação dos televisores com Ginga comece em outubro. O que o governo decidiu com relação a data do início do processo de produção ainda é um mistério, mas existe a possibilidade de ser acatada a proposta dos fabricantes.

Fonte: Convergência Digital

11 de janeiro de 2012

Por dentro do Ginga

Ginga é o nome do middleware do Sistema Nipo-Brasileiro de TV Digital Terrestre (ISDB-TB) e Recomendação ITU-T para serviços IPTV. Ginga foi a primeira tecnologia brasileira a ser reconhecida internacionalemente, sendo hoje, recomendação mundial (ITU-T) para o desenvolvimento de aplicações interativas e adotada por diversos países ao redor do mundo.

Desde sua concepção, Ginga levou em consideração a necessidade de inclusão social/digital e a obrigação do compartilhamento de conhecimento de forma livre.

Ginga é uma tecnologia que leva ao cidadão todos os meios para que ele obtenha acesso à informação, educação à distância e serviços sociais apenas usando sua TV, o meio de comunicação onipresente do país.

Ginga é uma especificação aberta, de fácil aprendizagem e livre de royalties, permitindo que todos os brasileiros produzam conteúdo interativo, o que dará novo impulso às TVs comunitárias e à produção de conteúdo pelas grandes emissoras.

Apesar de ser a tecnologia mais avançada no mundo em seu propósito, o Ginga encontra barreiras dentro do seu próprio país. Devido ao grande lobby das grandes emissoras de radiodifusão privadas e das indústrias multinacionais de recepção, o Ginga não é obrigatório nos televisores vendidos hoje nas lojas. As grandes emissoras e as multinacionais não desejam que uma tecnologia de ponta e de fácil aprendizado chegue nas mãos dos pequenos produtores de conteúdo, TVs Comunitárias, etc. Eles não estão interessados em fazer a inclusão digital e social, o que foi e ainda é, o grande objetivo de quando o governo implantou o Sistema Brasileiro de Televisão Digital.

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