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Edição especial da Semana da Comunicação 2013

Premiação do Intercom Manaus

Unesp de Bauru ganha prêmios em categorias de produtos no Intercom 2013

Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental

Mais uma parceria inédita na Secom 2013

Parceria entre Secom e interdesigners

Dois eventos terão atividades conjuntas durante a Semana da Comunicação 2013

Projeto Morrinho

Projeto dismistifica a visão da favela como um lugar somente de violência através de ações culturais

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31 de maio de 2012

Cultura e economia em debate

Mesa-redonda do FIAA promove discussões sobre o atual modo de produção cultural
ACI/Faac


A terceira noite do Fórum Ibero-Americano de Audiovisual e Arranjos Produtivos (FIAA) foi marcada pela mesa-redonda com o tema “Economia Política da Produção Cultural”. Os convidados para o debate foram a socióloga argentina Stella Puente, o poeta e cineasta Donny Correia e o professor da FAAC Francisco Machado.


Quem iniciou a discussão foi Stella Puente, que focou sua fala no impacto das novas tecnologias da indústria da música: “Com a digitalização dos conteúdos e o surgimento das novas tecnologias, a indústria dos bens culturais teve seu paradigma amplamente modificado, tanto na produção, quanto no consumo e no modelo de negócios”, explica a socióloga. Stella também falou sobre a “Lei dos Médios”, criada recentemente na Argentina, que aumenta a democratização no acesso e produção dos meios.

Em seguida, Donny Correia falou sobre o novo modelo de organização social e as dificuldades no investimento na cultura: “Um dos grandes problemas relacionados aos espaços culturais é o aporte de verba que será destinado para cada local. Isso é minimizado pela Lei de Incentivo à Cultura, mas ainda é um grande empecilho”, afirma Donny.

Já Francisco Machado abordou a TV digital sob diferentes aspectos. Primeiramente, o professor usou slides para mostrar as novas tecnologias de transmissão de conteúdos. Depois, ele explicou os impactos da digitalização e o posicionamento das emissoras diante dessa mudança: “Os canais de TV vão se preocupar muito mais com a qualidade da imagem do que com o conteúdo jornalístico produzido”, alerta o professor. Ao fim das exposições, os ouvintes presentes na sala 1 puderam tirar suas dúvidas e debater com os convidados. O FIAA continua sua programação com palestras, mesas-redondas e bate-papo até o dia 1º de junho.

Incubação de projetos ganha destaque em workshop

O jornalista Valdir Alvares ressaltou a importância da incubação na elaboração de projetos relacionados à cultura
ACI/Faac

Ocorreu hoje durante o FIAA, o Workshop “Incubação de Projetos no Desenvolvimento da Economia Criativa”, liderado pelo jornalista e Diretor de Programas Culturais da Secretaria de Cultura, Valdir Grandini Álvares. Incubação trata-se do planejamento e preparação de um projeto, e na área da cultura, essa prática tem crescido bastante com inúmeros editais. Valdir também foi secretário de cultura da prefeitura de Londrina, e falou um pouco de sua experiência no cargo, no qual visitou com muita freqüência comunidades carentes e favelas para orientar os projetos culturais rumo a aprovação para a lei de incentivo. Para ele deve se ter cuidado ao lidar com esses tipos de projetos, e não tentar impor e nem fiscalizar muito. “É necessária ter uma relação de confiança com os artistas”, completa.

A lei de incentivo a cultura, criada em 1994 obteve uma adesão progressiva ao longo dos anos, com 256 projetos inscritos dois anos depois, número recorde, que foi batido de 2001 a 2002, com 406 projetos. E a verba que era de R$ 1,2 milhões dobrou para R$ 2,5 milhões no segundo ano.

Valdir ressalta que em Bauru falta uma mediação e melhor divulgação para implementar o projeto de incubação de projetos culturais. Ele também acredita que é possível uma parceria entre a universidade com a secretaria de cultura da cidade, para criar uma Incubadora, que pode funcionar como projeto de extensão. Para o jornalista é preciso que se discuta qualquer tipo de idéia, mesmo que ela pareça inviável: “Nenhuma idéia não pode ser aproveitada, é necessário ter um tratamento delicado para cada projeto que você vai lidar e orientar o interessado para que a chance de aprovação seja a maior possível”, frisa.

Crise no cinema espanhol

Segundo dia do FIAA traz mostra de cinema espanhol e debate sobre o tema
ACI/Faac

O segundo dia do Fórum Ibero-Americano de Audiovisual e Arranjos Produtivos (FIAA), teve como parte de sua programação uma mostra de cinema espanhol, com a exibição dos curtas-metragens “Um perro andaluz” (direção de Luis Buñuel), “La concejala antropófaga” (de Pedro Almodóvar) e “Mirindas Asesinas” (direção de Alex de La Iglesia). Os convidados para debater sobre cinema espanhol foram o cineasta e poeta Donny Correa e o professor Francisco Caballero, da Universidad de Sevilla. A discussão foi mediada pelo professor da FAAC, João Eduardo Hidalgo.

A mostra começou com Hidalgo expondo uma breve história do cinema espanhol. Depois, o professor explicou que a Espanha passa por uma crise na área cinematográfica, a qual acompanha a crise econômica europeia, tendo, dessa forma, menos recursos para produzir filmes. Após essa pequena introdução, foram exibidos os três curtas-metragens espanhóis e “Totem”, curta-metragem do cineasta Donny Correia. Em seguida, deu-se início ao debate entre os convidados e a plateia.

Francisco Caballero explicou que o cinema foi interrompido na Espanha, pois o país não soube lidar com a crise econômica que o atinge, ao contrário de nações latino-americanas. “O cinema brasileiro e argentino está crescendo, pois esses países souberam lidar e produzir dentro de crises. A Espanha, por outro lado, produz cada vez menos obras cinematográficas”, esclarece Caballero. Além disso, o professor comentou sobre a dificuldade de comercializar obras espanholas, como de Almodóvar, dentro do próprio país, uma vez que a população espanhola está cada vez mais adaptada a assistir produções norte-americanas. 

O professor João Eduardo Hidalgo alertou para o fato de que os brasileiros não conhecem filmes espanhóis, assim como a população espanhola não é acostumada com o cinema brasileiro. “Até poucos anos atrás, os filmes estrangeiros tinham que ser dublados para entrar na Espanha. Esse é um dos motivos para o pouco conhecimento dos espanhóis em relação ao cinema brasileiro”, explica Hidalgo. Outro ponto destacado pelo professor da FAAC é o fato de que atualmente o cinema brasileiro não necessita de grandes cenários e efeitos visuais grandiosos, basta ter uma boa ideia para se produzir um filme. 

Por fim, Donny Correia falou um pouco sobre cinema brasileiro, criticando o constante uso da temática de favelas nas produções nacionais. Além disso, afirmou que o Brasil passa por uma crise de criatividade para criar histórias. “No Brasil sofremos uma crise de roteiro. Temos dinheiro pra produzir, ótimos atores, boa estética, mas não temos roteiro para criar boas narrativas”.

30 de maio de 2012

Trabalho de incubadora é apresentado no FIAA

Da Redação SICOM PET,  
por Gabriela Ferri


Ontem a tarde os inscritos no FIAA 2012 tiveram a oportunidade de participar da oficina "Incubadora de Cooperativas Populares (INCOP) e a Economia Solidária".

A conversa que durou das 14h as 18h foi um grande incentivo para quem se interessa pelo assunto e pretende trabalhar na área. Para aqueles que não puderam participar, fica a oportunidade de dar uma olhada no álbum do evento.




25 de maio de 2012

FIAA: Perfil Dennis de Oliveira


No dia 28 de maio, durante a mesa-redonda "Políticas Públicas de Estado na Produção Cultural", junto de Francisco Sierra, está Dennis de Oliveira. Conheça-o.


Parte acadêmica:

Professor da Universidade de São Paulo no curso de Jornalismo da ECA e nos Programas de Pós Graduação em Direitos Humanos da Faculdade de Direito/São Francisco e de Mudança Social e Participação Política da EACH/USP-Leste. Vice-chefe do departamento de Jornalismo da ECA. Coordenador do CELACC (Centro de Estudos Latino Americanos sobre Cultura e Comunicação), membro do Conselho Científico do NEINB (Núcleo de Pesquisa e Estudos Interdisciplinares sobre o Negro Brasileiro). Consultor ad-hoc do CNPq e Fapesp. Autor do livro "Mídia, Cultura e Violência" (São Paulo: Celacc, 2010) e editor da revista ExtraPrensa.

Fora da universidade:
Dennis de Oliveira é colunista da Revista Fórum, uma publicação de natureza independente que surgiu durante o Fórum Social Mundial de 2001 em Porto Alegre e é importante espaço de reportagens e debates à margem das pautas dos grandes veículos de comunicação. Para conhecer mais do conhecimento e posicionamento político-independente de Dennis, basta segui-lo no Twitter ou no Facebook



FIAA: Perfil Francisco Sierra Caballero

Por meio de entrevista do Observatório do Direito à Comunicação, conheça o professor e pesquisador Francisco Sierra Caballero. Ele e outros profissionais destacados estarão presentes no dia 28 de maio para a mesa "Políticas Públicas de Estado na Produção Cultural". Abaixo, confira a entrevista na íntegra em que Francisco Sierra disserta sobre, entre muitos assuntos, a força da comunicação como mudança social.




A comunicação como cooperação produtiva


A pouca idade de Francisco Sierra Caballero parece não ter acompanhado sua produção intelectual. Apesar de ser considerado um dos mais novos pesquisadores latinos colaboradores com o pensamento crítico no campo das TIC, ele já possui mais de 20 livros publicados e quase 40 artigos inseridos em revistas científicas, tendo ganhado renome internacional com pesquisas sobre as tendências das políticas de comunicação educativa na construção da Sociedade Global da Informação. 



Sierra é professor da Universidade de Sevilha e diretor do Centro Iberoamericano de Comunicação Digital e do curso de pós-graduação em Comunicação e Desenvolvimento Local. Doutor em Ciências da Informação, o investigador espanhol é membro permanente da International Association for Media and Communication Research (IAMCR). Dentre suas principais publicações estão “Apuntes para uma Historia de la Comunicación Educativa” (2002), “Crítica de la Economía Política de la Comunicación y da Cultura” e “Políticas de Comunicación y Educación (2006)”.


Em entrevista ao Boletim de Notícias da Rede Eptic, Francisco Sierra defende a necessidade de formulação de políticas públicas de comunicação educativa e diz que o conhecimento não deve ser tratado como mercadoria, mas sim socializado. O pesquisador acredita que as TIC e suas inovações implicam mudanças nas relações sociais e que se torna necessária a construção de políticas locais e regionais de comunicação. Ele ressalta a importância das investigações da Ulepicc na construção de um novo modelo social de comunicação como cooperação produtiva e afirma que a participação da comunidade nos processos inovativos deve ser vista como planejamento de desenvolvimento e de mudança social.

EPNOTÍCIAS - Ao abordar o processo histórico da comunicação educativa em um de seus livros, o senhor aponta a comunicação, a educação e o desenvolvimento como sendo três paradigmas importantes para a concretização de um universo discursivo de liberdade do saber e do conhecimento. Como fazer uso pedagógico dos meios de informação em uma estrutura internacional oligopolizada, que promove a mercantilização do saber e do conhecimento?
Francisco Sierra - Eu acredito que são muito importantes as experiências locais no apoio à luta dos movimentos sociais, a uma socialização do conhecimento com as tecnologias da informação e da comunicação, a uma democracia participativa radical. Também é muito importante o projeto de redes interurbanas, projetos em que essas experiências locais tenham conexão com outras experiências de socialização das novas tecnologias. Quando eu falo que há uma individualização de políticas públicas é porque estes projetos estão desconectados com projetos de mobilização social para a conquista do desenvolvimento equilibrado e igualitário. É muito importante a cooperação entre territórios, a cooperação entre movimentos sociais, a cooperação entre atores, o intercâmbio e a troca de experiências profissionais.


Como atingir a universalização do conhecimento através da comunicação?
A primeira condição é que os próprios canais, os meios de comunicação sejam públicos, para a socialização e universalização do conhecimento que não seja uma mercadoria. A idéia é que a cultura e a comunicação não sejam tratadas como uma indústria, não se rendam à lei do valor, à mercadoria. É preciso trocar a lógica da mercadoria por uma lógica de serviço público, de interesse público. Na prática, isso se faz através de políticas públicas, que por sua vez, não podem ser nacionais, mas sim supranacionais, a exemplo do Mercosul e União Européia. Deve ser feito um projeto de regulação transnacional, sem esquecer as especificidades locais, pois cada região tem que se voltar para sua tradição, seu modelo de desenvolvimento e necessidades sociais.

Quais as problemáticas e benefícios da introdução dos novos sistemas de informação e de comunicação no setor educativo?
Eu destacaria dois problemas. Um deles é de adaptação em nível de inovação tecnológica. Isso é uma problemática para o sistema educativo porque a tecnologia de ponta, mas avançada, é muito cara para um sistema público, com pouco financiamento. O segundo problema é que os sistemas formais de ensino de educação superior da universidade devem reformular seu modelo de organização, seu modelo institucional. Isso traz problemas porque são instituições tradicionais, muito resistentes a mudanças organizativas. Mas é preciso reorganizar porque as TIC’s implicam em mudanças das relações sociais, da relação professor-aluno, da relação entre pesquisador e comunidade. 

Como o senhor vê a relação entre as ações do Estado, das empresas privadas e das universidades?
A interação entre sistemas, ciência e tecnologia, sob o ponto de vista do desenvolvimento local, abre um debate para pensar como o pesquisador vincula seu trabalho com a comunidade, com a empresa, com o desenvolvimento territorial. Esse pensamento já tinha sido formulado nos anos 60, mas na década de 80, com a política neoliberal, foi abandonado. Agora, coloca-se novamente em discussão a relação entre desenvolvimento científico e desenvolvimento territorial. Em alguns lugares, tem sido criadas cidades do conhecimento, que integra o setor privado, universitário e público, os sistemas de ciência e tecnologias e demais atores sociais, como poderes públicos e movimentos sociais. A função é monitorar idéias e articular os vínculos. Na Espanha e União Européia, por exemplo, estamos pensando na agenda do século XXI, nas políticas culturais para o desenvolvimento local. Está muito avançada esta reflexão, mas os observatórios são escassos.

Mesmo com as tendências da rede global de informação e as contradições observadas com o discurso público liberal sobre a comunicação e democracia, o senhor acredita que se pode construir um novo modelo social de comunicação como cooperação produtiva?
É possível. O debate deve ser até 2010. Tem-se uma crítica da política pública para reformular os princípios da economia política liberal e das políticas funcionais ao capitalismo cognitivo. Por outro lado, é preciso fazer um trabalho de articulação social com as comunidades, com os cidadãos, para que sejam conscientes de como essas transformações da comunicação e do conhecimento afetam nas suas vidas, em seu cotidiano. É um trabalho de pedagogia política, pedagogia para a democracia. Vários pesquisadores chegaram à conclusão que o projeto de política de educação tem que ser para a cidadania, informação e conhecimento.

Por que a comunicação educativa é um campo estratégico para a configuração dos modelos de desenvolvimento regional?
Porque o capitalismo cognitivo depende diretamente da ciência e tecnologia. Mas é necessário haver mediação, que é a educação. A troca de conhecimento e pesquisa é uma questão positiva. Descobriu-se que a riqueza das nações depende do sujeito do trabalho, das comunidades, de sua cultura, de sua criatividade, o que os economistas ortodoxos denominavam ‘valor agregado’, da cultura de produção. Esses são os elementos que distinguem a produtividade de uma economia. A idéia central depende de como se qualifica a força de trabalho, como isso se reflete no desenvolvimento e como seriam as instâncias da ciência e tecnologia no desenvolvimento regional. É nesse processo que o papel da comunicação educativa é vital, pois promove a socialização das tecnologias da informação e a criatividade da inovação científica e tecnológica. Se os trabalhadores precisam das tecnologias da informação, deve-se educa-los sob as perspectivas de políticas públicas.

Com a globalização midiática e a conseqüente concentração dos setores da indústria cultural, acaba acontecendo um processo de reconstituição dos poderes públicos, em que o Estado cede às empresas privadas a função de administração dos serviços de interesses públicos. Quais são as alternativas de mudança da comunicação frente aos discursos liberais e qual o papel dos movimentos sociais nesse processo?
Do ponto das alternativas, nós que formamos a ULEPICC estamos trabalhando no que denominamos de agenda ULEPICC, agenda de políticas públicas, um dos objetivos fundamentais é a mudança da comunicação, partindo-se da idéia de que a comunicação é um direito humano, não uma mercadoria, e de que as políticas públicas sejam planejadas em escala global. Daí um debate importante do movimento CRIS, movimento pró direito da comunicação à sociedade da informação global. Nós da ULEPICC temos reforçado que é preciso uma mudança na comunicação com formulação de políticas públicas que não sejam planejadas em nível nacional, mas em nível supranacional. Por isso a ULEPICC é um coletivo latino, que engloba toda a América Latina, Espanha, Portugal, colegas latinos da França, Itália, Canadá, com essa missão global de que existe essa divisão internacional do trabalho cultural. Então se a cultura desses países deve posicionar-se de forma a construir políticas públicas em conjunto, políticas de cooperação internacional, se quer apurar o papel da comunicação e desenvolvimento. Os movimentos sociais também devem trabalhar politicamente a comunicação. O Fórum Social Mundial tem formulado políticas em matéria de comunicação, mas os movimentos sociais em geral, não trabalham com missões comunicativas dialógicas, participativas e democráticas, nem tampouco têm um discurso sobre o papel central da comunicação para subdivisão social e das lutas sociais. É necessário que os movimentos sociais sejam conscientes da comunicação e operem em escala regional e também em escala supranacional, com as políticas públicas dos Estados.

Em um dos seus artigos, o senhor diz que as forças políticas e sociais devem começar a definir políticas locais e regionais de comunicação. Como isso pode ser alcançado na América Latina e na União Européia, em que o livre fluxo de informação tem causado graves problemas, dentre eles a redução das taxas de produção local e dos espaços próprios de difusão audiovisual?
Evidentemente os poderes públicos locais, por si sós, não podem mudar as condições de desenvolvimento local ou regional. É preciso alianças interurbanas, inter-regionais, mas é preciso ter políticas locais porque hoje as políticas públicas são nacionais, mas não havia descentralização, e o capitalismo global obriga a descentralização. O Estado é mínimo e as esferas regionais têm papel central para fazer frente às mudanças das políticas neoliberais, às mudanças da competitividade industrial e econômica. É preciso ter uma política de comunicação e cultural para fazer estratégias inteligentes. Para se ter uma idéia, no período entre 2004 e 2006, não Europa, não houve políticas locais de comunicação nem tampouco políticas regionais. Na América Latina, pelo pouco que conheço, vê-se Estados muito centralizados. Não é o caso do Brasil, mas é o caso do México e do Chile. As entidades locais e regionais só querem competência apenas, competência para se chegar ao desenvolvimento territorial e que também formule políticas culturais para um equilíbrio e aproveitamento dos seus próprios recursos.

No caso da Internet, o problema é de brecha digital ou participação?
De participação, porque a brecha digital pressupõe que cidadão é usuário, consumidor de um bem que não é público, mas sim mercadoria. Então à indústria cultural interessa que a demanda cresça. A internet basicamente não é um problema. O importante é saber que papel tem esses cidadãos no planejamento da mudança tecnológica, da inovação tecnológica, dos usos das tecnologias da informação sobretudo para o desenvolvimento regional ou comunitário, que papel tem a produção de conteúdos, a organização dos sistemas de educação e informação e a geração do conhecimento. As políticas públicas nunca fomentam a participação. Entende-se a participação como acesso, como consumo, mas a participação deve ser vista como planejamento de desenvolvimento e de mudança social. A Unesco, quando fala de indicadores de acesso digital, está falando de participação, mas na prática não faz nenhuma política ou esforço ou projeto com participação do povo para articular comunitariamente conhecimento. As políticas de comunicação normalmente confundem acesso de informação com participação. O acesso se faz com políticas da brecha digital, diferentemente da participação, que implica aceso, formação, criação e autodeterminação, capacidade de controlar os próprios recursos, as próprias tecnologias, os próprios conhecimentos comunitários.

Como a rede de pesquisadores da ULEPICC está participando das formulações de políticas públicas para um modelo de desenvolvimento da comunicação?
Desde o ano 2000, a ULEPICC vem trabalhando com movimentos sociais, por exemplo, com o Fórum Social Mundial de Porto Alegre. Na Espanha também estamos trabalhando com a plataforma de defesa da televisão pública, com as organizações sociais. Fazemos com que as pesquisas de economia política crítica e as propostas de políticas públicas democráticas de comunicação sejam debatidas com os movimentos sociais.

Quais as contribuições das suas investigações na área?
A mais importante é o livro que publiquei em 2006, “Políticas de Comunicación y Educación”, porque, tradicionalmente, quando os pesquisadores da pedagogia ou da comunicação pensam em comunicação educativa como missão política, como uma positiva utilização das novas tecnologias para a educação, para o ensino superior e educação básica, mas não é uma questão política. O primeiro estudo global, com um traçado histórico sobre as políticas públicas de convergência entre o setor educativo e comunicativo foi este estudo que publiquei. Essa é uma contribuição importante para mudar a visão dos educadores e dos comunicólogos que frente à sociedade do espetáculo, dependem da comunicação educativa para valorizar. Há uma economia da comunicação educativa, há uma mudança nesse setor educativo pelas indústrias culturais, as quais também têm interesse na comunicação educativa. Tiveram interesse na época da televisão educativa via satélite e agora com a internet e a tele-educação. Isso é um apanhado de economia crítica e das origens da comunicação educativa como intervenção interdisciplinar.

23 de maio de 2012

FIAA: Perfil Donny Correia


Continuando a nossa sequencia de perfis... No dia 30 de maio será realizada a mesa "Economia Política da Produção Cultural" e mais um dos convidados especiais do FIAA é Donny Correia. Conheça-o seguindo dois releases, um vídeo e um comentário.

O primeiro: Poeta e cineasta. É mestrando em Estética e História da Arte pela USP. Publicou os livros O eco do espelho (2005) e Balletmanco (2009), e dirigiu os curtas Braineraser e Anatomy of decay (2008) e Totem (2010), além dos videoclipes High Shot e Macabea, da banda inglesa SEVERIN. É gerente de programação da Casa Guilherme de Almeida.

Confira aqui o videoclipe de Macabea:

O segundo: (26/04/1980, São Paulo - SP). Poeta e tradutor. Morou em Londres entre 2000 e 2003, onde editava uma coluna de entrevistas no jornal Brazillian News, dedicado à comunidade brasileira na Inglaterra. Tem poemas publicados na Zunaí e no Paralelos, dentre vários sítios de literatura e na Internet. Traduziu poemas de Liz Lochhead, John Masefield e William Sharp. Atualmente é coordenador cultural da Casa das Rosas - Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura, e vem estudando a fundo a poesia galesa antiga e contemporânea.

Chance de ver a convergência entre poesia, literatura e narrativas audiovisuais e suas implicações econômicas de produção e distribuição. Não perca!

22 de maio de 2012

FIAA 2012 - Stella Puente


No dia 30 de maio, durante o Fórum Ibero-Americano de Audiovisual, será realizada a mesa "Economia Política da Produção Cultural" composta pelos professores Marcos Américo e Francisco Machado Filho, o poeta e cineasta Donny Correia e a presença estrangeira da socióloga argentina Stella Puente.

A pesquisadora é bacharel em sociologia da UBA, Universidade de Buenos Aires. Na atualidade é consultora em indústrias culturais. Dirige a Pós-Graduação em "Gestão das Indústrias Culturais" na Universidade Três de Fevereiro e é coordenadora da Neo TV Lab (laboratório de novas tecnologias aplicadas à televisão) da mesma universidade.

Foi Diretora Nacional de Política Cultural e Cooperação Internacional na Secretaria da Cultura da Argentina e subscretária das Indústrias Culturais de Buenos Aires em que implementou políticas voltadas a empresas de cunho cultural da cidade.

É frequentemente convocada para dar conferências, cursos e seminários, nesta temática cultural, em universidades, congressos e organismos nacionais e internacionais. Escreveu artigos em jornais e revistas especializadas. É autora do livro "Industrias Culturales", editora Prometeu, 2007.

O vídeo abaixo é uma entrevista com Stella durante o "4º Encuentro Internacional NeoTvLab" e faz um panorama da lógica de produção cultural frente à mudança das novas tenologias. Serve também para "practicar el español".

Foto: divulgação



Convidados do FIAA debaterão políticas públicas voltadas para produção cultural

Fórum começa no dia 28 de maio e reúne profissionais brasileiros e estrangeiros

Da Redação SICOM PET,
por Kelly de Conti


No primeiro dia do Fórum Ibero-Americano de Audiovisual e Arranjos Produtivos (FIAA), a temática central abordará um aspecto decisivo para a qualidade dos produtos culturais: as políticas públicas desenvolvidas pelo governo.

O foco, porém, não será apenas no Brasil. Para isso, um convidado estrangeiro participará do evento. Professor da Universidad de Sevilla, Francisco Sierra Caballero é líder do Grupo Interdisciplinar de Estudos em Comunicação, Política e Mudança Social (COMPOLITICAS). Outro que vai contribuir com o debate será Dennis de Oliveira, professor da Universidade de São Paulo (USP). Ele trará sua experiência como coordenador do Centro de Estudos Latino Americanos sobre Cultura e Comunicação (CELACC) e membro do Conselho Científico do Núcleo de Pesquisa e Estudos Interdisciplinares sobre o Negro Brasileiro (NEINB).

Na mesma mesa estará o professor Juliano Maurício de Carvalho, diretor do Fórum Nacional de Professores de Jornalismo (FNPJ) e professor da pós-graduação e graduação da Unesp. Ele também é líder do Laboratório de Estudos em Comunicação, Tecnologia e Educação Cidadã (Lecotec). O professor Juliano comentou sobre os objetivos do FIAA. Confira no podcast abaixo.


Para conhecer um pouco mais o professor Francisco Sierra Caballero, acompanhe o vídeo abaixo:




19 de maio de 2012

Atividades criativas fazem parte da programação do FIAA 2012

Da Redação SICOM PET, 
por Gabriela Ferri

Já ouviu falar em Economia Criativa? Essa nova forma de se fazer economia tem como criatividade, imaginação e a inovação pontos cruciais para desenvolver novos modelos de negócios. O FIAA (Fórum Ibero-Americano de Áudio Visual e Arranjos Produtivos) 2012 tenta pela primeira vez apresentar ao público de Bauru e região como ser produtivo e fazer parte dessa nova Economia.


Durante a semana do fórum em meio a palestras e mesas redondas também serão oferecidas atividades criativas. No dia 29 de maio às 14hs os inscritos no evento poderão participar da oficina “Incubadora de Cooperativas Populares (INCOP) e a Economia Solidária”.


O dia 30 será composto por um workshop que acontece das 9hs às 17hs. Com o objetivo de localizar a importância da Incubação, e apontar características e eixos estruturantes para o trabalho de planejar e preparar o nascimento e desenvolvimento de um projeto.

O último dia das atividades é marcado por um bate-papo criativo que terá inicio às 14hs. Mediado pelo grupo NeoCriativa (Núcleo de Estudos e Observação em Economia Criativa) a conversa abrirá espaço para discussão desse novo tema e como ele se insere na cidade de Bauru.

As inscrições para o FIAA podem ser feitas até dia 28 de maio pelo site http://fiaaudiovisual.blogspot.com.br/ e na sala PET.

18 de maio de 2012

FIAA - Perfil Coletivo Digital (Wilken Sanches)


O FIAA - Fórum Ibero-Americano de Audiovisual está chegando à Unesp Bauru com atividades entre os dias  28 de maio à primeiro de junho - você deve estar sabendo. Lá pelo último dia, um dos convidados de expressão que compõe a mesa de "Relatos de Experiência: políticas públicas de produção de conteúdo adotadas no Brasil" é Wilken Sanches, diretor geral do Coletivo Digital - Associação para a Democratização e Acesso à Sociedade da Informação. Para quebrar o seu galho vamos apresentar o trabalho do coletivo para você.

Coletivo Digital: 
- Uma ONG criada em 2004 com o intuito de potencializar a inclusão digital de seus integrantes e colaboradores.

Projetos: 
- implementação de telecentros; desenvolvimento e manutenção de portais de notícias e material de apoio sobre projetos de inclusão digital sob licenças de uso livres; 


- formação de entidades e de pessoas físicas interessadas no uso de Software Livre. Exemplo: Projeto Pontão de Cultura - contemplado pelo Ministério da Cultura, o coletivo promoveu a formação de cerca de 150 colaboradores nas áreas de edição de imagens, áudio e vídeo.

- colaboração em projetos de educação a distância utilizando-se da internet como ferramenta de comunicação e aprendizado;

- promoção e realização de debates e eventos tratando de questões como a importância de repensar as leis de propriedade intelectual e o uso de Software Livre na democratização do conhecimento. Exemplos: Campus Party 2010 e realização de um dia de oficinas no Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo.

Todas as informações acima estão no site do Coletivo Digital, que trabalha inteiro sob a chancela de livre compartilhamento Creative Commons 3.0.

E não custa reforçar... Wilken Sanches, diretor do Coletivo Digital, estará presente no FIAA no dia primeiro de junho. Não perca!


16 de maio de 2012

Evento internacional acontece na Unesp


Da Redação SICOM PET,
Produção: Kelly de Conti



A primeira edição do Fórum Ibero-Americano de Audiovisual e Arranjos Produtivos (FIAA) terá
diversas atividades, como mesas de debate e mostras de cinema. O evento, que acontece
entre os dias 28 de maio e 1 de junho, é resultado de parceria entre o Grupo PET-RTV, o
NeoCriativa e o Grupo Enxame Coletivo.

O FIAA focará temas relacionados à produção audiovisual, destacando a utilização dessas
novas tecnologias nos processos culturais. As políticas públicas para o desenvolvimento de
tal campo também receberão atenção especial durante os debates, assim como a economia
política da produção cultural. Entre os convidados, há profissionais brasileiros e estrangeiros.

As inscrições já estão abertas e são feitas por meio do site do evento ou na Sala do Grupo PET-
RTV, localizada em frente ao setor de Graduação da FAAC. Ela custará 5 reais para estudantes.
Já para professores e outros funcionários, o preço será 10 reais. Mais informações estão no
site: http://fiaaudiovisual.blogspot.com.br/

O professor Antonio Francisco Magnoni, um dos idealizadores do FIAA, explica os objetivos do encontro.

15 de maio de 2012

FIAA - Perfil Ricardo Rodrigues



Por Renan Simão

Ricardo Rodrigues é formado em Imagem e Som na UFSCar da turma de 2001, é diretor da respeitada Rádio UFSCar desde 2006, é diretor da Associação das Rádios Públicas do Brasil e é conselheiro da Música e presidente do Conselho Municipal de Cultura de São Carlos. Tais credenciais impressionam, mas não mais que as que seguem abaixo:

Ricardo é diretor de um dos maiores festivais de música e multimídia brasileiros, o Festival Contato, e exerce a função desde a primeira edição, em 2007. Além disso Ricardo Rodrigues é diretor de Ação Institucional da ABRAFIN, Associação Brasileira de Festivais Independentes desde o ano passado, a associação que define e articula a realização de grandes festivais brasileiros de música tais quais: Bananada (Goiânia), Calango (Cuiabá), Demo Sul (Londrina), Mada (Natal), Jambolada (Uberlândia) e RecBeat (Recife).

Visando o FIAA, Ricardo Rodrigues é uma grande fonte de informação quanto à questões da produção e difusão audiovisual relacionada à música. Chance de saber como funcionam esses festivais ligados à lógica digital e como o Audiovisual acrescenta para a realização e promoção desses eventos.

Serviço: Ricardo Rodrigues estará presente na Mesa Redonda "Relatos de Experiência: políticas de produção e conteúdo adotadas no Brasil", dia 01 de junho, na Sala 1, durante do FIAA - Fórum Ibero-Americano de Audiovisual.

1 de maio de 2012

Atividades do Grupo PET-RTV em maio

O mês de maio está repleto de atividades promovidas pelo Grupo PET-RTV com foco nas questões audiovisuais. 

A novidade é o evento Conexões Bauru, em parceria com o Enxame Coletivo, o NeoCriativa e os grupos criativos de Bauru.

As atividades do Conexões Bauru começam com a Virada Audiovisual, com 12 horas de exibição de diversos gêneros audiovisuais, com duas horas de duração cada uma, passando pelas temáticas Infantil, Filmes Independentes, Cinema Universitário, Cinema Experimenta e Documentários Musicais. O Cine PET entrará na programação com a I Mostra Universitária Cine PET. A atividade é resultado de atividades em conjunto de diversos Cineclubes de Bauru, entre ele Cine Ouro Verde, CinExtinção, Cine PET, Cine Aldire Pereira Guedes, Museu da Imagem e do Som (MIS) e Enxame Coletivo.


Logo após a Virada Cultural Bauruense, é a vez da terceira edição da Semana de Audiovisual (SEDA), festival integrado de cinema realizado pelo Fora do Eixo em várias regiões do Brasil e que em Bauru é produzido pelo Enxame Coletivo. Durante a programação da Semana, de 21 a 27 de maio, estarão em discussão ações de formação, exibição, shows, apresentações e outras atividades ligadas ao audiovisual.

Dando continuidade à programação das Conexões, será realizado o I Fórum Ibero-Americano de Audiovisual e Arranjos e o Encontro de Arranjos Produtivos (FIAA 2012), de 28 de maio a 01 de junho. A finalidade do evento é reunir pesquisadores, profissionais e estudantes de Comunicação, Cultura e de Tecnologias Digitais para debater e divulgar a produção audiovisual, os novos processos culturais, os arranjos produtivos locais, a cadeia econômica e criativa da comunicação e da cultura no âmbito da América Ibérica, Espanha e comunidades lusófonas.
Na programação do evento, estão previstas a realização de três mesas de debates, uma Mostra de Cinema Espanhol, Mostra de Cinema Argentino em parceria com a Locomotiva, empresa Júnior de Rádio e TV da Unesp, e diversas atividades culturais e ateliês. Parte das atividades, serão realizadas em conjunto com a VII Semana de Rádio e TV.
A programação do evento será divulgada em breve aqui no Portal SICOM PET.


Já em junho, mas ainda na programação do Conexões Bauru, será realizado o III Festival Canja de 11 a 17 de junho. O Festival Canja é organizado de forma colaborativa com grupos culturais de Bauru e tem como objetivo a consolidação de trabalhos criativos locais e ampliar os horizontes das trocas, da construção em torno da economia criativa. Para 2012, estão programados shows, espetáculos, intervenções artísticas, mostras, oficinas e debates.

E claro, continuam os encontros dos Grupos de Estudos e Pesquisa em Plataformas Digitais, em Roteiros para Novos Formatos Audiovisuais e do Neocriativa, e do Curso de Produção Cenográfica e Cenário Digital.


Confira o calendário completo:

>>MAIO 

2/5 - Grupo de Observação em Economia Criativa (NeoCriativa)
Coordenador: Prof. Dr. Juarez Tadeu Xavier
Horário: 17h30
Local: Sala 73

4/5 - Grupo de Estudos e Pesquisa em Roteiros de Formatos Digitais
Coordenador: Prof. Dr. Francisco Machado Filho
Horário: 14h
Local: Laboratório de Editoração Eletrônica (LEE)

7/5 - Grupo de Estudos em Plataformas Digitais 
Coordenador: Prof. Dr. Willians Balan 
Horário: 19h
Local: Sala do NEPP

9/5 - Grupo de Observação em Economia Criativa (NeoCriativa)
Coordenador: Prof. Dr. Juarez Tadeu Xavier
Horário: 17h30
Local: Sala 73

10/5 – Discussão Pedagógica 
Horário: 19h
Local: Sala do NEPP

11/5 – Curso Cenografia Digital 
Coordenador: Profª Drª Daniele Fernandes
Horário: 14h
Local: Laboratório de Informática do DARG

16/5 - Grupo de Observação em Economia Criativa (NeoCriativa)
Coordenador: Prof. Dr. Juarez Tadeu Xavier
Horário: 17h30
Local: Sala 73

18/5 – Grupo de Estudos e Pesquisa em Roteiros de Formatos Digitais
Coordenador: Prof. Dr. Francisco Machado Filho
Horário: 14h
Local: Laboratório de Editoração Eletrônica (LEE)

19 e 20 DE MAIO
O Grupo PET, em parceria com o Enxame Coletivo, realiza a Mostra Universitária CinePET na Virada Audiovisual que ocorrerá entre os dias 19 e 20 de maio. Serão exibidas produções audiovisuais durante duas horas na antiga estação ferroviária de Bauru. O objetivo é levar a produção audiovisual universitária para além do âmbito acadêmico, permitindo à população oportunidade de acesso a estas obras. 

21 A 25 DE MAIO

21/5 - Grupo de Estudos em Plataformas Digitais 
Coordenador: Prof. Dr. Willians Balan 
Horário: 19h
Local: Sala do NEPP

23/5 - Grupo de Observação em Economia Criativa (NeoCriativa)
Coordenador: Prof. Dr. Juarez Tadeu Xavier
Horário: 17h30
Local: Sala 73

25/5 – Curso Cenografia Digital 
Coordenador: Profª Drª Daniele Fernandes
Horário: 14h
Local: Laboratório de Informática do DARG

28 DE MAIO a 01 DE JUNHO
I FORUM IBERO AMERICANO DE AUDIOVISUAL (FIAA) E ENCONTRO DE ARRANJOS PRODUTIVOS
Realização: 
PET-RTV – Grupo PET de Rádio e Televisão da FAAC/Unesp 
NeoCriativa - Núcleo de Estudos e Observação das Economias Criativas da FAAC/Unesp 
Enxame Coletivo 

Parceria: 
LECOTEC - Laboratório em Pesquisa em Comunicação, Tecnologia e Educação Cidadã 
COMPOLITICAS - Grupo Interdisciplinar de Estudos em Comunicação, Política e Mudança Social da Universidad de Sevilla, Espanha 
PPGTVD - Programa de Pós-Graduação em Televisão Digital: informação e Conhecimento da Unesp/Bauru 
SICOM PET - Sistema de Comunicação do Grupo PET-RT 
Jornal Júnior - Agência Júnior de Jornalismo da Unesp/Bauru 
FAAC Web TV 
ACI FAAC – Assessoria de Comunicação da FAAC/Unesp 
Cine Clube Unesp 

Apoio: 
Universidade Estadual Paulista “Julio de Mesquita Filho” (Unesp) 
Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação (FAAC) 
Departamento de Comunicação Social (DCSO/FAAC/Unesp)

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