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Nova edição do Comunica PET!

Edição especial da Semana da Comunicação 2013

Premiação do Intercom Manaus

Unesp de Bauru ganha prêmios em categorias de produtos no Intercom 2013

Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental

Mais uma parceria inédita na Secom 2013

Parceria entre Secom e interdesigners

Dois eventos terão atividades conjuntas durante a Semana da Comunicação 2013

Projeto Morrinho

Projeto dismistifica a visão da favela como um lugar somente de violência através de ações culturais

22 de março de 2013

Novas Plataformas de Ensino

Da Redação Sicom PET, por Vinícius Oliveira

Como uma maneira de introduzir novas formas de abordagem ao ensino, tanto no fundamental, quanto médio ou superior, o design e o audiovisual surgem como grandes ferramentas auxiliadoras na difícil tarefa da educação.

Estamos em um mundo no qual os velhos métodos de transmissão de ensino, como por exemplo, a tradicional sala de aula onde o professor transmite o conhecimento e os alunos o absorvem passivamente, no qual provavelmente muitos de nos aprendemos, está desgastado. Nesse método, havia uma sala onde o professor ficava a frente, falando com alguns poucos alunos que se interessavam, todos perfeitamente enfileirados enquanto o professor tentava passar algum conhecimento que era pertinente a sua disciplina. Com as múltiplas plataformas de comunicação ficou ainda mais difícil prender a já precária atenção do aluno, acostumado a receber informações constantemente, pelos mais diversos canais.

Hoje busca-se uma maior interdisciplinaridade no ensino. Desse modo, o design e o audiovisual surgem como excelentes ferramentas. Nos novos métodos de ensino, o professor já não se distancia dos alunos, ele busca estar próximo a eles e entender qual é a demanda por conhecimento e busca passa-lo de uma forma mais eficaz e mais leve. As salas de aula já são dispostas de maneiras diferentes, os alunos conseguem ir em busca do aprendizado não apenas nos livros, mas também na internet, através de vídeos e redes sociais.

O design, juntamente ao audiovisual, atua diretamente nessas novas demonstrações de ensino. Abaixo, uma animação digital produzida por um estúdio de design americano Maas Digital LLC, unido a música Sunspots da banda Nine Inch Nails, demonstra como é o processo de uma nave espacial que deixa a Terra e também mostra que é possível ensinar e divertir ao mesmo tempo através de novas plataformas de ensino. 

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O vídeo foi proposto pela Nasa, para divugar a chegada do robô Curiosity à Marte. O objetivo proncipal era que a divulgação alcançasse um público alem dos intelectuais habituados a seguir as publicações científicas da agência.



20 de março de 2013

A divulgação científica no Edutretenimento

Da Redação Sicom PET, por Marília Luiza

Os encontros do Grupo de Estudo PET sobre Edutrenimento começaram nesta terça-feira (19). Na primeira reunião contamos com a presença do Profº. Francisco Belda, que deu ênfase à prática do tema, expondo alguns vídeos de animação que divulgam a pesquisa científica e plataformas que também têm essa função educacional.




Entre as referências compartilhadas pelo professor está a rede social educacional Conecta Mundo, que ajuda professores e alunos a utilizar ferramentas multímidia de comunicação para uma aprendizagem colaborativa, dentro e fora das salas de aula.

Outro projeto de destaque é o Visible Body, da Google, muito  usado em aulas de anatomia humana, e também o site Chachaba, de iniciativa chinesa, que oferece um mapa virtual interativo de algumas cidades, unindo diversos serviços online em um único lugar.

Outras referências de vídeos de divulgação científica:

Propaganda de drogas anti-HIV do laboratório farmacêutico Boehringer:



Vídeo de divulgação da chegada do robô Curiosity à Marte:


Atlética promove ação social na Páscoa

Muita diversão recheada pelo sabor único da solidariedade. É essa a marca do “Texugo da Páscoa”, ação social organizada pela Atlética da UNESP Bauru que consiste em recolher brinquedos para o Projeto Crescer.

A organização promete para o dia 5 de abril, além de entregar o que foi coletado, promover diversas gincanas e atividades para as mais de 150 crianças que são amparadas pelo projeto. A instituição existe desde 1986 e visa ajudar crianças que vivem em bairros periféricos da cidade e em situação de exclusão social com o objetivo de promover uma alternativa de entretenimento às crianças. 

As doações poderão ser feitas até o dia 4 de abril, na sede da Atlética, em diversos pontos espalhados pelo campus da Unesp e nas escolas parceiras da ação. 

Conheça o projeto: 
O Projeto Crescer CEAC tem como objetivo tirar crianças carentes das ruas e ainda proporcionar momentos de lazer, cultura e aprendizado. As crianças participam do projeto no horário em que não estão na escola. 



14 de março de 2013

PET cria Grupo de Estudos em Edutretenimento

Da Redação Sicom PET, por Marjory Kumabe

A formação de um grupo interdisciplinar requer um esforço em dobro, para que a interação não ocorra de forma superficial. É muito fácil delegar funções específicas aos respectivos especialistas, difícil é criar um diálogo entre as frentes. Quando isso é alcançado, vemos uma produção criativa, inovadora e um compartilhamento de informações que transcende as oportunidades que a universidade, hoje, nos oferece.

Partindo desse princípio, o grupo PET RTV da FAAC, formado por alunos de Relações Públicas, Radialismo, Jornalismo e Design, se organiza planejando suas atividades pensando em como criar esse coletivo harmonioso. Seus projetos contemplam os três pilares: Ensino, Pesquisa e Extensão. E, para o ano de 2013, o grupo propõe um novo formato para as pesquisas realizadas.

Até então, os petianos precisavam cumprir a demanda de pesquisa anual de acordo com seu interesse temático. A opinião e a subjetividade dos bolsistas ainda são levadas em consideração, mas agora, todos compartilharão de um mesmo foco, construindo um espaço permanente para realização de estudos interdisciplinares de interesse comum.

Assim, foi criado um Grupo de Estudos PET e o tema escolhido para esse ano foi o Edutretenimento. O objetivo é promover a interação do grupo em um único projeto comum que transpassa todos os núcleos do PET, além de financiar o desenvolvimento intelectual em áreas não abordadas em aulas ou no currículo dos cursos participantes. Cada bolsista tem a liberdade de se aprofundar em subtemas ligados à sua área de atuação para contribuir com o conjunto de atividades do Grupo.

Agora, de que forma tudo isso afeta a comunidade acadêmica que não atua diretamente nas atividades do grupo? Bem, no fim de cada semestre, os bolsistas apresentarão na forma de seminários, artigos, pôsteres, mesas-redondas, oficinas, etc. o que estão aprendendo com os estudos, transmitindo assim o conhecimento adquirido. Então, qualquer pessoa que tem afinidade com a temática poderá acessar o conteúdo. O assunto te interessa? Fique atento à programação do PET aqui pelo site ou nas redes sociais Facebook e Twitter




11 de março de 2013

Francisco Belda é novo professor da FAAC

Da Redação Sicom PET, por Luana Rodriguez

O curso de jornalismo ganhou um novo professor. Francisco Rolfsen Belda, graduado pela PUC em 1999, assumiu o posto de professor titular das disciplinas de “Planejamento Gráfico-Editorial em Jornalismo I, II, e III”.

O novo docente já foi gerente de internet e diretor do jornal Tribuna Impressa e do portal Araraquara.com e atua como professor e pesquisador na área de comunicação social. Entre os temas de estudo de Belda estão jornalismo científico, gestão de informação e mídias digitais.

Apesar de assumir o posto de professor da graduação apenas nesse ano, Belda trabalha na UNESP desde 2011 no campo da TV digital, na pós graduação. Além disso, em 2009, defendeu a tese de doutorado “ Modelo de conteúdos educativos para televisão digital interativa” em Engenharia de Produção, na USP, sobre programas educativos para televisão digital.

9 de março de 2013

Comunica PET de março

Comunica PET é o boletim do grupo PET e do Departamento de Comunicação Social, produzido pelo SICOM PET, que traz as principais novidades do campus e da cidade na área de comunicação e tecnologias digitais, além de te manter informado sobre tudo que acontece no departamento dos cursos de comunicação



Depois das férias, o Comunica volta com força total para 2013. Na primeira edição do ano, você confere uma matéria sobre o trote nos calouros que entram nas universidades. Já conhece o novo professor da Faac? a Comunica traz uma entrevista com Francisco Berta, que assumiu as disciplinas te planejamento gráfico. Afinal, o que é o PET? a edição de março explica pra você como o programa funciona. Tudo isso e ainda uma matéria sobre o Sudeste Pet, que acontece em abril.



A edição desse mês conta com a colaboração de Keytyane Medeiros, Caroline Lima, Giovanna Diniz e Wagner Alves.


PET Interdisciplinar RTV recepciona calouros com oficina de Stop Motion

Redação SICOM PET,
Por Giovani Vieira

"Seu primeiro vídeo na segunda semana".
Foi com essa temática que o Grupo PET-RTV recepcionou os calouros dos cursos de Comunicação e Design da FAAC/Unesp. Em três dias de oficina ministrada pelos bolsistas e colaboradores do projeto, os novos estudantes tiveram o primeiro contato com a técnica de animação em Stop Motion; de fotografia e filmagem; e também com os principais programas de edição de imagens e vídeos.

A atividade resultou na produção de três vídeos disponibilizados no canal Youtube do Grupo.

Devido à grande procura pela atividade, o Grupo PET-RTV está programando uma segunda edição da atividade para os próximos dias. Enquanto isso, acompanhe os vídeos produzidos:


1) Atração Monstruosa

Produzido pelas(os) estudantes:
Andrey Sanches - Radialismo/1º ano
Carolina Molina - Radialismo/1º ano
Grégory Damaso - Radialismo/1º ano
Laisla Rodrigues - Radialismo/1º ano
Leandro Freitas - Radialismo/1º ano
Thais Oliveira - Radialismo/1º ano


2) O Guarda-Chuva

Produzido pelas(os) estudantes:
Aline Dória - Radialismo/3º ano
Laís Bianquini - Jornalismo/2º ano
Laís Paiva - Radialismo/1º ano
Rafael Steola - Radialismo/1º ano
Sillas Carlos - Radialismo/1º ano


3) E o pintinho piu...

Produzido pelas estudantes:
Betânia Menardi - Radialismo/1º ano
Júlia Antunes - Radialismo/1º ano
Juliana Ribeiro - Radialismo/1º ano
Mariana Oliveira - Radialismo/1º ano
Marina Franco - Radialismo/1º ano
Raquel Oyakawa - Radialismo/1º ano



6 de março de 2013

Assembléia apresenta Rádio Unesp Virtual aos calouros

Projeto de extensão sintoniza teoria e prática

Da redação SICOM PET, por Mariana Caires

Na noite da última segunda feira (04/03), os coordenadores da Rádio Unesp Virtual apresentaram o projeto para os novos alunos da FAAC. A RUV está no ar desde 2004 como atividade de extensão da universidade e conta com programas nas áreas de jornalismo, esportes e entretenimento, todos produzidos por alunos de Comunicação Social da Unesp de Bauru. 



A Assembléia contou com presença em massa dos “bixos”, que conheceram a estrutura do projeto e saíram cheios de vontade de participar da Rádio Virtual. “Espero adaptar meus horários para entrar para a rádio, é uma ideia bem bacana para quem está no primeiro ano, porque vai aproximando o aluno do trabalho de verdade”, conta Nathalie Portela, caloura de Jornalismo. 




O projeto é realmente estimulante, todos os alunos podem ter alguma função na rádio. “É um projeto em que você pode começar como repórter, tornar-se editor de algum programa e depois de um tempo coordenar algum núcleo”, explica Bárbara Figueiredo, Coordenadora Geral da RUV. A estrutura da rádio é organizada em núcleos: Técnico, de Comunicação, de Vinhetas, de Programação, de Locução, de Esportes, de Entretenimento e de Jornalismo, este último, com diferentes editorias. Sobre o método de trabalho, Bárbara conta que cada editoria tem seu chefe de reportagem, que seleciona as pautas e as encaminha para um repórter com um deadline,  “o repórter envia as matérias para um editor, que monta o roteiro do programa, que então é gravado no nosso estúdio”. 

Os professores tutores do projeto são Juliana Betti, Roseanne Andrello, Juarez Xavier e Dino Magnoni, mas quem realmente toca a Rádio, explica Dino, são os alunos. 

A RUV é um espaço de aprimoramento das técnicas aprendidas em sala de aula e produz material colaborativo com responsabilidade social, sendo uma importante ponte entre a universidade e a comunidade. 

Nas próximas semanas, a RUV realiza oficinas de práticas radiofônicas e abre o processo de seleção dos novos participantes. Acesse o site da rádio, conheça a equipe e fique por dentro da programação!




5 de março de 2013

PET-RTV realiza oficina de Currículo Lattes


O grupo PET-RTV da FAAC/Unesp oferece uma oficina sobre técnicas e métodos de preenchimento do Currículo Lattes em continuidade às atividades de recepção dos calouros da Universidade.

A Plataforma Lattes é amplamente utilizada no meio acadêmico por pesquisadores e cientistas. Por meio do Lattes, é possível integrar a base de dados de currículos, de grupos de pesquisas e instituições em um mesmo Sistema de Informações.

A atividade será realizada na próxima terça-feira, dia 12 de março, a partir das 13h, no Laboratório de Editoração Eletrônica (LEE).

Todos os inscritos receberão certificado emitido pelo Grupo PET e pelo Departamento de Comunicação.

INSCRIÇÃO:
Para se inscrever, basta preencher o formulário disponível em: http://goo.gl/jdVkL
________________
Para efeitos práticos, solicitamos que os inscritos na atividade realizem o cadastro na plataforma Lattes com, no máximo, 48 horas de antecedência. Para se cadastrar, acesse o link: http://goo.gl/xm78x e preencher os campos com as suas informações pessoais.

Realização:











Apoio:

Site disponibiliza vídeo aulas da Unesp gratuitamente


Da Redação Sicom PET, por Kelly De Conti

       O site Classroom TV  é conhecido por reunir aulas de diversas áreas do conhecimento.  Ele traz conteúdos de universidades prestigiadas no mundo todo, como a Stanford, MIT, Harvard e Berkley. 
       Agora, o site resolveu se aproximar dos brasileiros. Isso porque já estão disponíveis conteúdos de duas universidades paulistas: a Universidade Estadual Paulista (Unesp) e a Universidade de São Paulo (USP). Entre os temas das aulas produzidas pela Unesp estão a história do capitalismo no Brasil, pensamento de autores clássicos (como o sociólogo Emile Durkheim e Paulo Freire) e história da música. 
       Além de encontrar os cursos de cada universidade, o usuário pode fazer buscas por área do conhecimento e escolher entre as opções com ou sem legendas. As categorias estão classificadas em arte, astronomia, biologia, química, ciência da computação, economia, engenharia, empreendedorismo, histórico, relações internacionais, lei, literatura, matemática, medicina, filosofia, física, programação e psicologia.
       A plataforma foi criada por um ex-aluno de Stanford e reúne mais de 10 mil videoaulas. O acesso é gratuito para qualquer interessado (não precisa ser estudante universitário). O site também permite que os estudantes interajam em um espaço destinado a comentários, que fica abaixo de cada vídeo. Ainda é possível realizar exercícios e acompanhar a evolução do desempenho.

1 de março de 2013

PET Interdisciplinar RTV seleciona novos colaboradores



O Programa de Educação Tutorial (PET) Interdisciplinar de Rádio e TV da Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação abre inscrições para seleção de novos colaboradores para o ano de 2013. Podem participar da seleção estudantes do primeiro ao quarto ano (1º ao 8º termo ) dos cursos de Design, Jornalismo, Radialismo e Relações Públicas.



As vagas oferecidas destinam-se à realização de atividades nos seguintes Núcleos de Produção do Grupo: 

Assessoria de Comunicação: 1 vaga para estudante de Relações Públicas (preferencialmente a partir do 2º ano) 
Assessoria de Design: 1 vaga para estudante de Design
Núcleo de Impresso: 1 vaga para estudante de Jornalismo 
Núcleo de Audiovisual: 2 vagas para estudantes de Radialismo e 2 vagas para Jornalismo (preferencialmente a partir do 2º ano) 
Núcleo de Rádio: 6 vagas para estudantes de Radialismo e 1 vaga para estudante de Jornalismo. 

As atividades de cada Núcleo de Produção são realizadas na Sala do PET-RTV. Ao término do semestre, os colaboradores receberão certificado de participação no Grupo espedido pelo Departamento de Comunicação e pela Secretaria do PET-RTV. Os estudantes selecionados para atividades no Núcleo de Rádio serão encaminhados para a realização e atividades orientadas (estágio voluntário supervisionado) na Rádio UNESP FM, além das demais produções radiofônicas do Núcleo. Ao término do semestre, além dos certificados comuns aos demais Núcleos, serão emitidas declarações de estágio na emissora.



INSCRIÇÃO:
Para participar, os interessados devem preencher a ficha de inscrição, produzir um texto de até dois páginas defendendo o porquê do seu ingresso no PET-RTV, abordando suas experiências pessoais, competências técnicas e profissionais e também encaminhar a documentação necessária conforme indicado no Edital de Seleção de Bolsistas 2013.1


A ficha de inscrição – que pode ser acessada neste link – e todos os documentos indicados no edital deverm ser enviados para o e-mail petrtv@faaac.unesp.br até o dia  08 de março.

Após a inscrição, os candidatos serão submetidos a entrevistas, que ocorrerão no dia 11 de março, a partir das 18 horas, na sala do PET-RTV.

A lista com os selecionados será divulgada por meio da Assessoria de Comunicação da FAAC, dos e-mails pessoais dos candidatos e redes sociais do Grupo até o dia 13 de março.

MAIS INFORMAÇÕES:
Para mais informações sobre o Projeto PET e o processo seletivo 2013, não deixe de participar do Bate Papo PET-RTV que será realizado na próxima terça-feira, dia 05 de março, a partir das 13h no Laboratório de Editoração Eletrônica (LEE) - próximo ao Departamento de Comunicação Social.

Quando possível, faça uma visita e conheça a nossa sala de atividades.
Edital de seleção - download AQUI
Ficha de Inscrição - download AQUI


28 de fevereiro de 2013

Programa Atalho - Matrícula dos Bixos 2013

A primeira reportagem de 2013 do Programa Atalho já está no ar!




Nossa equipe acompanhou a matrícula dos calouros dos cursos de Comunicação Social da FAAC/Unesp:

Assista ao programa:




Música:
Banda OBMJ - "O Guarani"




14 de dezembro de 2012

Edição de dezembro do Comunica PET


Comunica PET é o boletim do grupo PET e do Departamento de Comunicação Social, produzido pelo SICOM PET, que traz as principais novidades do campus e da cidade na área de comunicação e tecnologias digitais, além de te manter informado sobre tudo que acontece no departamento dos cursos de comunicação. 

Na última edição do ano, você entra em clima de fim de ano e conhece o Natal Solidário, projeto dos correios que conta com o apoio da RPjr no campus de Bauru.
Conheça também o centro acadêmico da Universidade, o Cacoff, e fica por dentro do Intercom sudeste, que acontecerá no ano que vem na cidade- lanche.

Dúvidas sobre TCC? o Comunica mostra pra você as "dores eos amores" de quem está na reta final da faculdade.
Tudo isso com reportagens de Jakeline Lourenço, Millena Grigoleti, Wagner Alves e Keytyane Medeiros.







11 de dezembro de 2012

I Encontro de Tutores do PET/Unesp

Evento realizado pela Pró-Reitoria de Graduação da Unesp reúne tutores em no campus de Bauru

Da Redação PET-RTV,


A indissociabilidade entre Ensino, Pesquisa e Extensão foi um dos temas discutidos durante o encontro que reuniu tutores dos diversos grupos PET da Unesp. O evento foi realizado no campus de Bauru no dia 30 de novembro e também contou com a exposição do tema Articulação entre grupo PET e curso de graduação, além de atividades em grupo e uma plenária para exposição dos temas discutidos em grupo. 

A abertura do encontro contou com a participação da Pró-Reitora de Graduação, Profa. Sheila Zambello de Pinho, que falou sobre a história e a distribuição atual dos grupos PET pelos campi da Unesp. São 32 grupos, 15 financiados pela Unesp, sendo que 2 recentemente tornaram-se PET-MEC. A meta é que todas as faculdades da Unesp tenham um grupo PET. Atualmente, faltam apenas 2 unidades para que isso ocorra, caso as diretrizes da gestão da diretoria se mantenham no ano que vem. 

Já na primeira palestra, ministrada pelo tutor do PET de Engenharia Mecânica de Ilha Solteira, Prof. Emanuel Rocha Woiski, foram apresentados a evolução e as conquistas dos grupos PET, principalmente os da UNESP, além das especificações e funcionamento dos grupos PET. Ele também falou sobre os objetos em comum do PET, tais como o trabalho coletivo e interdisciplinar em atividades acadêmicas de integração entre as atividades e subgrupos dentro do PET e a melhoria do ensino de graduação. Também foi destacado que os grupos PET devem formular novas estratégias de desenvolvimento do ensino, pautar em cidadania e função social nos trabalhos do grupo, já que essas fazem parte da definição de universidade e a implementação de políticas públicas. 

Segundo o professor, a educação tutorial em um grupo PET não é centralizada apenas no tutor, ela ocorre entre integrantes do grupo e destes para a comunidade externa. O tutor deve ser o catalisador dessa relação. Ele também destacou a importância do PET ser formado por um grupo heterogêneo de alunos em diversos estágios na trajetória curricular, com distintos níveis de experiência e habilidade. 

O tutor do PET de História de Franca, Prof. Pedro Geraldo Tosi, foi o responsável pela segunda palestra, sobre a indissociabilidade do tripé ensino, pesquisa e extensão. Para ele, segundo a proposta dos PETs, ensino, pesquisa e extensão são elementos que devem caminhar juntos. Além disso, o projeto pedagógico do curso deve ser encaixado na pesquisa, ensino e extensão. Segundo ele, “o problema está nos critérios de avaliação que estão submetidos os grupos PET”. Segundo ele,para conseguir mais eficiência no processo de avaliação, a sistemática deve ser mais rápida e deve seguir critérios qualitativos. 

De acordo com o tutor, para um PET alcançar êxito na sua trajetória, ele deve ter ser trabalho acompanhado, e isso só se dá com uma boa avaliação. O tutor mostrou que nos últimos tempos, o Brasil passou por mudanças na legislação tratando do ensino superior que culminaram no incentivo à democratização pelo acesso. As universidades de hoje têm como tarefa levar seus materiais e produtos à sociedade, que é peça fundamental no andamento de uma instituição. 

Para o professor, a universidade de hoje deve criar métodos que funcionem como incentivo para que a pesquisa tenha resultados no ensino e na extensão. A pergunta que deve cercear esse projeto de universidade é “o que da pesquisa retorna ao ensino e à extensão?” Um PET deve ter um planejamento que faça com que se tenha congruência entre esses três eixos. Um caminho a se seguir é pensar separadamente o que da pesquisa chega ao ensino e depois, o que a pesquisa leva à extensão. Isso não deve ser apenas função do PET, mas os projetos pedagógicos dos cursos teriam êxito se se reformulassem com esses ideais. 

Após as duas palestras, à tarde foram realizadas atividades em grupo, que serviram para discussão de temas relacionados às palestras e as especificidades de cada PET entre os tutores. Os assuntos discutidos foram levados ao resto dos tutores em plenária. Alguns dos mais pautados foram a inserção dos petianos nos órgãos colegiados, o conhecimento do projeto pedagógico, a comunicação sistemática entre conselho de cursos e PET, o problema da avaliação feita pela CLA, que se utiliza de uma mesma ferramenta para avaliar cursos diferentes, o papel do PET nas revisões curriculares, a dificuldade em lidar com diferentes gerações, integrando alunos ingressantes com veteranos e o tutor e a forma como o PET trabalha com a comunidade externa. 

 Para a pró-reitora, Profª Sheila Zambello, o encontro foi importante na medida em que discutiu questões acadêmicas e não administrativas, além de discutir a base do conteúdo, a metodologia. “É o inicio de formação de novos tutores também. Foi bom aproveitar a experiência dos tutores já consolidados”, diz ela. Já para a tutora do PET de Serviço Social de Franca, Profª Cirlene Oliveira, o encontro é um espaço de avaliação e onde pensar novas perspectivas de trabalho. “Se tivéssemos um encontro desse todo o ano, as relações se estreitariam, mais questões já ganhariam um encaminhamento”, completa ela. O tutor do PET Farmácia de Araraquara, Prof. João Aristeu da Rosa, diz que o encontro foi um evento petiano por natureza, por possibilitar a troca de experiências, com exposição de pessoas, espaço de discussão e um fechamento com o processo de avaliação. Ele sugere mesclar trazer alunos ao encontro, pois, segundo ele, “não dá pra separar o processo contínuo aluno-professor e todo PET sabe muito bem disso, essa troca de saberes poderia acontecer aqui também”.

Fotografias do eventos:

30 de novembro de 2012

“Somos um estímulo para comunidade e estudantes”

Dois universitários mostram que a graduação pode ser um celeiro de ideias para estender maior integração com comunidades carentes; media-metragem “Abel contra o muro” é um exemplo de projeto que ultrapassa os muros acadêmicos para alcançar visibilidade social


Colaboração,
por Isabel Namba, Matheus Martins Fontes e Pedro Zambon
Discentes do 7º Termo de Comunicação Social-Jornalismo da FAAC/Unesp


Fazer uma obra-de-arte não é fácil. Promover integração entre uma comunidade humilde com o público de classe média de uma universidade não se faz de um dia para o outro. E aliar as duas propostas, então? Com mente aberta para encarar o desafio, dois ex-alunos do curso de Rádio e TV da Universidade Estadual Paulista (UNESP), do câmpus de Bauru, conseguiram realizar o que muitos diretores e produtores sequer imaginam.

Produção “Abel contra o muro” teve o Jardim Niceia como
 palco das gravações
A produção do media-metragem Abel contra o muro fez parte do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) de Alexandre Borges e João Guilherme Perussi e visou à conexão do mundo estudantil com moradores do Jardim Niceia, bairro periférico bauruense, de maneira que houvesse a troca de experiências e o aprendizado mútuo entre duas parcelas distintas da sociedade. 

A ideia do projeto audiovisual surgiu em 2010, quando os dois, ainda na graduação, optaram por realizar o media-metragem no Niceia, comunidade localizada nas proximidades da Unesp. A escolha se deu pela participação de Alexandre, diretor de Abel contra o muro, no Observatório de Educação em Direitos Humanos da faculdade e da vivência com os moradores. 

O enredo conta a história de um adolescente chamado Abel que é criado preso dento de casa pela tia, sem contato com outras pessoas, nem mesmo com a possibilidade de frequentar o ambiente escolar. Para obter o contato com o mundo externo, o personagem utiliza um buraco no muro de sua residência. Essa passa a ser a única maneira de Abel ter conhecimento dos acontecimentos fora de sua realidade. Um dia, o garoto consegue escapar de sua tia, acaba conhecendo outros jovens e passa a viver novas experiências em busca de liberdade e na luta contra as mentiras ao seu redor. 

Nos bastidores, o próprio bairro foi palco das filmagens e ocasionou a participação dos moradores como figurantes e/ou atores, com oficinas de teatro oferecidas gratuitamente. De um projeto acadêmico, Abel contra o muro ganhou força no cenário municipal e passou a contar com o apoio de coproduções, parcerias cinematográficas e até contemplou uma visibilidade internacional, com a utilização de legendas em cinco idiomas (português, inglês, espanhol, italiano, francês e chinês). 

Segundo o produtor de Abel contra o muro, João Guilherme, o sucesso da obra permitiu que sonhos antes distantes, como a participação em festivais internacionais, pudessem ser encarados como objetivos possíveis de serem alcançados. 

A seguir, João conta mais detalhes sobre o media e também revela quais planos ele e seu parceiro foram obrigados a abrir mão pelo desfecho satisfatório da obra. Confira! 

Reportagem - Depois de um ano de produção e das apresentações em algumas cidades do interior paulista, incluindo também a grande São Paulo, pode-se dizer que Abel contra o muro é um sucesso? 
João Guilherme (JG) - Acredito que o projeto como um todo foi, sim, um sucesso. Mas não por bilheteria ou pelo número de espectadores. Obviamente, graças à repercussão que o filme ganhou, alcançamos um número grande de espectadores, principalmente pela exibição na TV aberta, mas o sucesso em si é o resultado da união de todas as pessoas envolvidas, e nisso contemplo todos os apoiadores, amigos, moradores do Jardim Niceia, professores e outros envolvidos. 

Reportagem - A intenção do media-metragem era aproximar a comunidade da Unesp com o Jardim Niceia, diminuindo o preconceito em relação à comunidade do bairro. Acredita que o objetivo foi alcançado? 
JG - O preconceito é algo muito difícil de ser eliminado em nossa sociedade, principalmente porque consumimos coisas que nos distanciam e nos segregam diariamente, mas acho que contribuímos para a comunidade poder enxergar que somos parte de um todo em que, na verdade, não há diferença, mas apenas uma questão socioeconômica que prejudica e aumenta essa distância. Acho que, para realmente estreitarmos os laços, há ainda uma necessidade de continuidade de outros projetos. Na verdade, o Abel funciona como um estímulo para comunidade e estudantes. 

Reportagem - Havia o interesse de legendar o filme em cinco idiomas (inglês, espanhol, italiano, francês e chinês). Isso, de fato, aconteceu? 
JG – Sim. O filme foi legendado nos cinco idiomas e, para isso, contamos com a ajuda de professores nos respectivos idiomas que, assim como outras pessoas, se apegaram ao projeto e viram nisso uma oportunidade de contribuir. 

Reportagem - O desejo de participar de festivais se concretizou? 
JG - O filme foi inscrito em vários festivais nacionais e internacionais, mas pela questão do tempo de duração, (59 minutos) foi algo que não nos enquadrou nem em média metragem e nem em longa, portanto dificultou nossa efetiva participação. Mas tivemos exibições em TV aberta, programas de TV, fizemos uma turnê pelo estado exibindo e dando workshop, além da exibição da Mostra do Filme Livre. 

Reportagem - Olhando o trabalho de vocês agora, há algo que vocês mudariam? 
JG - Acho que a única coisa que mudaríamos seria o tempo, mas acredito que seria maior, pois o projeto não permitiu que criássemos um curta. 

Reportagem - Profissionalmente falando, o que o futuro reservou a vocês? 
JG - Atualmente eu trabalho na TV e o Alexandre em uma produtora, mas realizamos projetos até hoje juntos, e estamos produzindo alguns curtas que possivelmente serão lançados no ano que vem.






A Wikipédia dos podcasts



Da Redação Sicom PET, por Wagner Wakka Alves

Os podcasts são uma das formas de consumo de produção de áudio na atualidade. Criado no início desse século, esse novo formato propunha fazer o que o Youtube fez com os vídeos, ou seja, uma versão do consumo on demand  para o áudio. O nome vem do inglês, na mistura de iPod com Broadcast, já que a ideia inicial era a reprodução dos programas nos dispositivos da Apple. Hoje em dia, contudo, esses conteúdos podem ser baixados para outras plataformas em sites e celulares à vontade do ouvinte.

Contudo, nem sempre é fácil baixar e ouvir esses produtos, ou até mesmo interagir com o leitor. É nessa vertente que o podcaster (assim chamado o locutor ou produtor do podcast) Eduardo Baião traz a proposta do “megacasting”. A ideia é criar uma plataforma que possibilita unir todos os podcasts em um só lugar, além de garantir a possibilidade de interação de conteúdos que não somente o auditivo.

Para isso, Eduardo criou o Megaboga Casts, um aplicativo (atualmente disponível  apenas para os dispositivos IOS, ou seja, produtos da Apple) que pretende fazer as funções acima descritas. Ele mesmo explica um pouco mais no áudio abaixo. 




Assim, se o podcaster fizer a citação de um filme ou ator, o aplicativo poderá disponibilizar cenas do filme ou até mesmo fotos do artista citado. Além disso, o proposta de Eduardo é permitir que os usuários também coloquem informações nos podcasts que escutou, inserindo links, vídeos, músicas, fotos e comentários.  Como Eduardo mesmo diz, a ideia é criar um Wikipedia do áudio na internet.

Por exemplo, no episódio 171 do podcast Matando Robos Gigantes, os locutores falam sobre o filme Amanhecer – parte 2 e mostram, durante a discussão, imagens que interagem com as falas deles. No ícone com o mais é possível que o próprio usuário faça sua participação. 


Se quiser conhecer mais sobre o aplicativo, basta entrar no site Megabogacasts






28 de novembro de 2012

O Lattes além da plataforma

Da Redação PET-RTV,

Brasil: uma nação conhecida pela riqueza natural, pelas festividades acaloradas, além da recepção de seu povo. Mas quando o assunto é Brasil não podemos deixar de lado o fato de o país ser o berço de personalidades ilustres, cujas importâncias ultrapassam as páginas dos livros de História. Personalidades que muito contribuíram para a divulgação das raízes brasileiras para as demais nações do globo e também colaboraram para a implantação dos sentimentos de integridade, nacionalismo e orgulho em cada brasileiro, os chamados anônimos que muito contribuem nesse processo embora pouco apareçam nos livros. 

A lista é extensa, a começar pelos áureos tempos de D. Pedro II e da Princesa Isabel, passando por Tiradentes e Santos Dumont, até chegarmos, porque não, ao ex-presidente Lula. No entanto, quando o assunto é Ciência, a lista não fica completa se não citarmos Cesar Lattes: um brasileiro que pintou a Ciência de verde e amarelo. 

Lattes, com apenas 23 anos, foi um dos descobridores da partícula atômica "méson pi", o que provocou um avanço na física brasileira. Ganhou todos os prêmios importantes do Brasil, recebeu títulos especiais de países da América Latina, foi indicado para o Nobel e homenageado pelo CNPq ao ter o sobrenome utilizado em um sistema completo de acompanhamento e informação sobre o estado das pesquisas desenvolvidas no Brasil, o Sistema Lattes.

Curitibano, filho de imigrantes italianos, casado com Martha Siqueira Neto Lattes, pai de quatro filhas e avó de nove netos. Um brasileiro simples, dividido entre o lírico dos compositores Vivaldi e Villa-Lobos e o raiz da dupla caipira Pena Branca e Xavantinho, um gênio com defeitos e qualidades, amante de fotografias e dos suspenses do diretor Alfred Hitchcock e, segundo os colegas e familiares, muito autêntico em suas ações e amante da ciência. 

Vídeo: Vida e obra de César Lattes 
"A Ciência é irmã caçula da Arte. Talvez bastarda".

A origem da família 

Se você procurar pelo nome Lates, com apenas um T, em um mapa da região limite entre a Espanha e a França vai descobrir que esse é o nome de um riozinho que no início do século XV deu origem ao nome judaico Lattes, agora com dois Ts. O nome fora atribuído às famílias de judeus sefaradins (judeus originários do oriente, mas abrangendo também os que viviam nos países mediterrâneos, da Península Ibérica, Sul da França, no Norte da África e dos países árabes, e também da Turquia e do Irã) após terem que saírem da Espanha e de Portugal sob decreto da Princesa Isabel e que para isso tiveram que atravessar o mencionado riozinho. 

O pai de Cesar Lattes, Giuseppe Lattes, era filho de casamento misto de judeu com católica. Seu avô paterno Davide (grafia italiana para David), era um italiano do Piemonte na região de Turim, trabalhava em um banco, a Banca Lattes que ainda hoje sobrevive com o nome de Casa Bancária, que havia herdado de seu pai. Com o trabalho, conseguiu criar excelentes condições de vida e casou-se com Adele Villavecchia, uma católica "pra frentex" que tinha tido duas filhas sem ter casado. Ela era filha de um chapeleiro e a família do pai das meninas, totalmente contra o casamento, era dona de grandes extensões de terra. 

O casamento só se concretizou quando o pai das crianças estava em leito de morte e a sua família acabou permitindo o casamento. Tempo depois, o avô de Cesar Lattes casou-se com a viúva, nascendo o primogênito Giuseppe.  A família mantinha forte laço de união. Quando o avô de Cesar Lattes morreu, sua avó, conhecida por ser mão-aberta, ficou com muito pouco dinheiro, e para cada filho só restou aquilo que dava justo para sobreviver. 

Em 1912, com dezenove anos de idade, Giuseppe Lattes decide vir para o Brasil e trabalhar em um banco na cidade de Curitiba, capital do Estado do Paraná. Dois anos mais tarde, veio a Primeira Guerra Mundial e a Itália queria se livrar dos austríacos que ocupavam a região nordeste do país. Muitos imigrantes italianos em Curitiba se mobilizaram, resolveram fretar um navio e lutar como voluntários. Giuseppe lutou na guerra como alpino, isto é, no destacamento que combatia tropas nos Alpes. 

A experiência como voluntário de guerra em solo italiano contribuiu para Giuseppe conhecer Carolina Maroni, uma italiana católica da região de Alessandra. Os pais de Carolina, Mansueto Maroni e Clotilde Ghiassa, possuem origem desconhecida, mas evidências levam a suspeita que teriam sido judeus convertidos no século XIX. A começar pelo sobrenome da família que aparece no dicionário Sefaradi de Sobrenomes, de autoria de Guilherme Faiguemboin, além do fato do Museu do Holocausto, em Jerusalém, trazer algumas vítimas na Itália e Áustria com o sobrenome Maroni em seu banco de dados do Holocausto. 

Mesmo com essa incerteza, Carolina precisou da autorização do Vaticano para casar-se com um judeu, passando a assinar Carolina Maria Rosa Lattes. A autorização teria sido concedida com uma condição: que os filhos fossem educados na religião católica. Os dois viveram juntos na Itália até 1921, quando Giuseppe resolveu voltar para Curitiba. Indícios apontam que a família residia em uma casa na Rua Sete de Setembro, no número 40, próxima da Praça Osvaldo Cruz. A casa hoje já não existe e em seu lugar há um posto de gasolina. 


Um Gênio precoce 


Foi no dia 11 de julho de 1924, sob o céu curitibano, que o ilustre Lattes sentiu pela primeira vez o ar brasileiro correndo em seus pulmões. Nascia aquele que seria um dos brasileiros mais conceituados no meio acadêmico. O garoto, segundo filho do casal de imigrantes, foi registrado como Cesare Mansueto Giulio Lattes, sob o nº 53997 no 1º Ofício de Registro Civil, também conhecido como Cartório Leão, em Curitiba, no dia 15 de julho de 1924. Logo na adolescência, o físico assumiria o prenome César, por sugestão da esposa. "Ninguém sabia pronunciar meu nome direito", justificava o cientista.

César Lattes só seria batizado no cristianismo na adolescência, de catorze para quinze anos, na época em que Hitler e Mussolini subiram ao poder. Questionado sobre sua religião em uma entrevista concedida à repórter Renata Ramalho, da Revista Ciência Hoje de 1995, Lattes disse ser ao mesmo tempo católico apostólico romano, muçulmano e cristão ortodoxo — mas principalmente judeu. Ele não via nenhuma contradição nisso: "boa vontade é minha religião", dizia. 

Lattes cursou o Ensino Primário e Fundamental, em 1929, no Instituto Menegati, em Porto Alegre, completando o Curso na Escola Americana, em Curitiba, de 1931 a 1933, após estudar, no ano de 1930, em uma Escola Pública de Torino, na Itália. Já o Ensino Médio, o chamado Ginásio, foi cursado no Instituto Dante Alighieri, em São Paulo, entre 1934 e 1938. Como era possuidor de grande habilidade na área de exatas, optou pela carreira de professor e ingressou, em 1939, na graduação de Física da Universidade de São Paulo (USP) pouco antes de completar dezesseis anos. O curitibano recebeu o Grau de Bacharel em Física, em 1943, pela então Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras (FFCL) da Universidade. 

A motivação de Lattes para o estudo da Física deveu-se a dois fatos. O primeiro vem de que, ao terminar o Ginásio, soube que professor tinha três meses de férias por ano, ao invés de um mês, como ocorria com a maioria das demais profissões. Isso o deixou bastante interessado. Segundo, Lattes inclinou-se para o estudo da Física devido ao incentivo que lhe deu seu pai Giuseppe e seu professor Luís Borello, que ensinava a disciplina Ciências Físico e Matemáticas no Dante Alighieri, além do jovem ver na Física e na Matemática uma rota alternativa às das matérias do tipo “decoreba” do Ginásio. 


Vídeo: Cientistas brasileiros: Cesar Lattes e José Leite Lopes

Na USP, encontrou no professor Gleb Wataghin a orientação para se iniciar na ciência. Wataghin era um fisico ítalo-russo, que veio a São Paulo em 1943 para montar o Departamento de Física da FFCL. Todos os preparativos para o encontro foram planejados por seu pai Giuseppe. Na FFCL, Lattes foi aluno de Marcelo Damy de Souza Santos, em Física Geral e Experimental; de Abrahão de Morais, em Física-Matemática; de Giácomo Albanese, em Geometria Projetiva; e de Wataghin e Guiseppe P.S. Occhialini, em disciplinas profissionais do Curso de Física. 

O funcionário do mês 

Lattes começou sua carreira como físico teórico, porém logo mudou de ramo e tornou-se experimentador, considerava a física teórica “uma calculeira danada”. Logo depois de formado, Lattes começou a trabalhar em pesquisa com Wataghin, Mario Schenberg e Walter Schützer, resultando desse trabalho três artigos publicados nos Anais da Academia Brasileira de Ciências, na Physical Review e também nos Anais da Academia Brasileira de Ciências. 

Em 1946, o Lattes partiu para a Inglaterra para unir-se ao grupo de pesquisadores liderados por Cecil Powell na Universidade de Bristol. O jovem pesquisador tinha uma bolsa paga pela companhia de cigarros Will e, conforme ele apontava, foi a partir desse momento que ele fez pacto com o tabagismo, o vício que o acompanhou até a morte. O pesquisador inglês estudava os efeitos produzidos por partículas subatômicas em determinadas chapas especiais denominadas emulsões fotográficas, diferenciadas das demais por serem mais espessas e sensíveis. Seu trabalho já passava a marca dos dez anos de pesquisa e a entrada de Lattes e Occhialini reanimou a pesquisa. 

Occhialini ficou responsável por conseguir emulsões mais densas. Lattes, encarregado de calibrar as novas emulsões, descobriu que, quando eram carregadas com bórax, um composto de boro, elas retiam o traço das partículas por mais tempo. No entanto, ele não se conformava com a baixa energia das partículas elaboradas em laboratórios e tinha o desejo de utilizar as chapas para detectar partículas mais energéticas presentes nos raios cósmicos vindos permanentemente do espaço exterior para a Terra. 

Foi nesse momento que, 1947 a 1948, Lattes iniciou a sua principal linha de pesquisa. A mais conhecida e importante contribuição de Lattes à física foi a sua participação na descoberta do méson pi em 1947. Foi aproveitando uma viagem de férias de Occhialini aos Pirineus que ele resolveu levar dois kits de chapas, um com o composto de bórax, outro sem, e expô-los à grande quantidade de raios cósmicos existente naquela região de elevada altitude. Os pesquisadores ficaram surpresos quando, ao revelarem as chapas, perceberam os diversos fenômenos ali registrados, em especial o traço de um méson que diminuía de velocidade e parava, originando um novo traço. 

O méson havia sido proposto alguns anos antes por um físico japonês, Hideki Yukawa, com o objetivo de explicar a força que mantinha o núcleo atômico unido. Hideki Yukawa propôs uma teoria para explicar as forças nucleares. Ele sugeriu a existência de uma partícula ainda desconhecida, com uma massa cerca de 200 vezes maior do que a do elétron, que poderia ser emitida e absorvida por prótons e nêutrons. A troca dessa partícula entre os constituintes do núcleo atômico produziria uma atração entre eles, de curto alcance, que poderia explicar a estabilidade nuclear. Por ter uma massa intermediária entre a do elétron e a do próton, recebeu o nome de “méson”. Em 1937-38, dois físicos (Anderson e Neddermayer ) detectaram algo parecido com os mésons propostos por Yukawa, no entanto o méson detectado podia atravessar centenas de núcleos atômicos sem serem absorvidos ou densintegrados.

Para obter maior número de dados, Lattes viajou para a Bolívia, e colocou no alto do Monte Chacaltaya, a uma altitude de 5.500 metros, várias emulsões nucleares. Nelas, foi possível encontrar cerca de 30 rastros de mésons duplos. Estudando esses traços, foi possível determinar a massa dos mésons e perceber que havia dois tipos de partículas, com massas diferentes. Lattes percebeu a importância de sua descoberta para a explicação do fenômeno e teorizou que a partícula secundária, já conhecida pelos estudos de Anderson e Neddermeyer, seria denominada de méson mi (atualmente, múon). O méson primário, mais pesado, era algo novo, desconhecido, mas que tinham fortes características da descoberta de Yukawa. Foi denominado méson pi, e sua identificação foi anunciada em outubro de 1947. Lattes havia encontrado as partículas responsáveis pelas forças nucleares.

Para Henrique Lins de Barros, pesquisador titular do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF) e amigo, a rotina de Lattes rompeu fronteiras. “O trabalho de Lattes ultrapassa a fronteira do Brasil e da América Latina. Ao descobrir o méson pi ele prova a existência de outras coisas no átomo do que simplesmente prótons e elétrons, o que abalou completamente o estudo da física da época. Lattes provou que era possível pensar ciência no Brasil”, exalta Lins de Barro. 

A existência dos mésons pi deu a Yukawa o Premio Nobel de Física de 1949, e a Powell o de 1950. Estranhamente não foram premiados Occhialini e Lattes. No entanto, eles pertencem a uma nova galeria – os Nobéis Injustiçados – da qual fazem parte nomes famosos na Física como Ludwig Edward Boltzmann, Lord Kelvin, Paul Langevin, Arnold Sommerfeld, Ernst Pascual Jordan, dentre muitos outros. 

Para o amigo e físico Alfredo Marques, faltou reconhecimento para a descoberta de Lattes, mas o próprio pesquisador pouco ligou para o não recebimento do Nobel. “Ele nunca batalhou ou montou “lobbies” para isso. Tampouco se queixava de não ter sido agraciado. Ironizava a situação dizendo que caso tivesse sido contemplado acabaria seus dias ao lado de uma escrivaninha assinando cartas de recomendações, o que detestava. 

O império de Lattes 

Depois do sucesso com os mésons pi, Lattes voltou ao Brasil para concretizar a idéia de criação do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF), no Rio de Janeiro. Ainda em Berkley, o pesquisador havia comentado o projeto com Nelson Lins de Barro, irmão do Ministro João Alberto – um político influente na época. Em dezembro de 1948, Lattes, juntamente com o físico Leite Lopes, foi visitar, o qual prontamente concordou com a idéia e prometeu ajuda financeira. Para estruturar o CBF, Lattes contou com a colaboração dos físicos Elisa Frota Pessoa, Gabriel Fialho, Jayme Tiomno, Lauro Xavier Nepomuceno, além de Leite Lopes, e dos matemáticos Antonio Aniceto Monteiro, Leopoldo Nachbin e Francisco Mendes de Oliveira Castro. 

Para o físico e amigo Alfredo Marques, “fora dos domínios puramente científicos, Lattes foi um semeador de empreendimentos bem sucedidos, como o CBPF e o Instituto de Física da Universidade de Campinas, no Brasil, e o Laboratório de Física Cósmica em Chacaltaya, Bolívia. O Centro logo se destacou em âmbito internacional e teve importante contribuição para a formação do Instituto de Matemática Pura e Aplicada, a da Escola Latino-Americana de Física e o Centro Latino-Americano de Física. Em 1949, Lattes cria em La Paz, com a colaboração de colegas bolivianos, o Laboratório de Físicas Cósmicas. Em pouco tempo o Laboratório passou a abrigar importantes equipamentos e cientistas de todas as partes do mundo, sendo referência em pesquisas sobre a radiação cósmica. O Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas tornou-se o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) do governo brasileiro, e o Laboratório de Chacaltaya, hoje Laboratório de Física Cósmica, pertence à Universidad Mayor de San Andrés.

O amigo Henrique Lins de Barros também destaca que “a figura de Lattes teve um peso muito grande na sociedade, levando o Governo a olhar a Ciência de um modo diferente. Havia um vazio de estudos nessa área no país que acabava de sair de um pós-guerra”.

Vídeo: Homenagem ao físico Lattes

Depois de outra breve estada nos EUA de 1955 a 1957, Lattes voltou para o Brasil e aceitou uma posição no Departamento de Física da Universidade de São Paulo (USP) e ingressou para a Academia Brasileira de Ciências (ABC). Em 1967, aceitou a posição de professor titular no novo Instituto "Gleb Wataghin" de Física na Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), o qual ele também ajudou a fundar. 

Um sistema para gerenciar uma base de dados sobre pesquisadores em Ciência e Tecnologia e para o credenciamento de orientadores no país foi desenvolvido pelo CNPq em parceria com a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). Em 1999, o CNPq decidiu homenagear Cesar Lattes emprestando o seu nome à base de dados. Hoje, a Plataforma Lattes reúne mais de 400 mil currículos de pesquisadores e estudantes brasileiros, ganhou prêmio e agora é internacional. Curiosamente, Cesar Lattes não cadastrou o seu curriculum vitae na base de dados que o homenageia. 

O ex-aluno e amigo de Lattes Edison Hiroyuki Shibuya aponta para o fato do trabalho do pesquisador ter criado uma nova área na Física, além de trazer benefícios para uma categoria. “Seu trabalho abriu um campo novo na área da física com a idéia das partículas elementares e com os raios cósmicos. A repercussão de seu trabalho permitiu a institucionalização da física, permitindo que o físico ganhe o status de profissional e não apenas de professor. 

O Lattes além da Plataforma 

Curitibano de nascença, mas carioca de coração. Atrás do jaleco de físico, havia um homem sensível, irreverente, simples e apaixonado pela natureza e pela família. Lattes casou-se com Martha Siqueira Netto Lattes e teve quatro filhas: Maria Carolina, Maria Cristina, Maria Lúcia e Maria Teresa. De acordo com as filhas, em um depoimento conjunto enviado por e-mail ao Portal Toque da Ciência, Lattes foi um pai muito carinhoso e muito dedicado à família, mesmo não participando muito do ambiente familiar. “Nosso pai, era uma pessoa de presença muito forte e bastante envolvida com a família durante toda sua vida. A seu modo era atento e carinhoso”, afirmam. 

Como pai, Lattes não media esforços para garantir o bem estar e criar condições para aprimorar os conhecimentos das quatro. “Ele valorizava imensamente a produção de cada uma das filhas, por mais prosaicas que fossem. Tudo era elogiado e usado com orgulho desde ensaios culinários a casacos de tricô”, acrescentam. Uma das paixões do físico era ouvir boas composições musicais brasileiras, principalmente música brasileira de raiz, algumas coisas da MPB e de peças eruditas, adorava cachorros, principalmente os da raça perdigueiro, os quais eram batizados com nomes de personalidades. Um vício o acompanhava desde a juventude: o cigarro. Lattes costumava dizer que a vida não tinha sentido sem o fumo e a bebida.

Um episódio curioso ocorreu em 1997, ano em que Gilberto Gil lançou o disco Quanta. Durante uma visita a Lattes motivada pela admiração, o músico pediu a ele que escrevesse uma apresentação que seria colocada no encarte do disco. O encarte foi feito, mas Lattes não dixou que o fotografassem devido a um comentário de Gil. O músico, minutos depois do pedido, declarou que havia feito o mesmo pedido a outra personalidade em um álbum anterior e que esta morrera três dias depois. Gil regravou também, no mesmo CD, o samba "Ciência e Arte", feito por Cartola e Carlos Cachaça em homenagem a Lattes. A música foi o samba-enredo da Mangueira, escola vice-campeã do carnaval de 1947. 

Como revela o amigo Alfredo Marques, Lattes era um mestre na aplicação de apelidos. “Certa vez ele me pediu para chamar o “lagartixa”. Fui atrás do “lagartixa” sem saber quem era, pois se perguntasse Lattes teria respondido que eu não servia nem para levar um recado, ou qualquer provocação desse porte. Chegando no local, olhando para o rosto e o biótipo dos presentes, não tive dúvidas em identificá-lo: era o motorista da caminhonete do CBPF. 

Nos últimos anos de vida, o físico passou a ler com freqüência a Bíblia e demonstrava curiosidade sobre o que lhe seria reservado após a morte, questionando muitas vezes como seriam as coisas do "outro lado". Outra curiosidade é que ele mantinha no escritório de trabalho, em sua residência, uma carta que teria sido psicografada por um médium e transmitida por Santos Dumont. 

Galeria de prêmios 

Este perfil de Lattes comprova porque ele é o físico brasileiro mais conhecido no Brasil. Prova disso, são os inúmeros títulos conquistados. Mas para Henrique Lins de Barros, o nome Lattes vai acabar caindo em esquecimento no Brasil, e os únicos culpados serão os próprios brasieliros. “Pelo fato de não termos no Brasil uma produção científica própria, de não termos muitos livros de Física escritos por brasileiros, acredito que o nome Lattes vai ser esquecido com o tempo. É um problema da cultura brasileira de não saber reconhecer o seu produto.”

No entanto, o amigo Alfredo Marques contesta e afirma que um trabalho como o de Lattes jamais poderá ser esquecido e que cabe a todos exaltar o tamanho de suas descobertas. “a trajetória de evolução da pesquisa científica no Brasil confere a Lattes a posição de pioneiro, desbravador, catalisador de novas oportunidades e principal fiador da qualidade que atingiu. Quanto a seu renome internacional, quem sobe tão alto na apreciação científica como Lattes subiu em função de sua descoberta, nunca reduz sua reputação”. 

Dentre as premiações recebidas, destacam-se o titulo de Doutor Honoris Causa outorgado pela USP, em 1948, recebido somente em 1964; o titulo de “Cavaliere di Gran Croce”, ardo Capitulari – Stellae Argentae Crucitae, em 1948; Prêmio Einstein, da Academia Brasileira de Ciências, em 1951; a Medalha de Ouro “Honra ao Mérito”, da Radio Nacional/ESSO, em 1951; o Prêmio Ciências, do Instituto Brasileiro de Educação, Ciência e Cultura, em 1953; o Prêmio Ernesto Fonseca Costa, do Conselho Nacional de Pesquisas, em 1953; o titulo de Personagem do Ano, pelo Grêmio cultural Rui Barbosa, em 1961; a Ordem do Mérito Cultural, da União Brasileira de Escritores, em 1969; a Medalha Carneiro Felipe, do Conselho Nacional de Energia Nuclear, em 1973; o Prêmio Moinho Santista (SAMBRA) – Física, em 1975; os títulos de Doutor Honoris Causa e Professor Emérito, outorgado pela UNICAMP, em 1987, porém ainda não recebidos e, em 1987, o Award in Physics of Third World Academy of Sciencies, em Trieste, Itália. Além dessas honrarias, Lattes foi escolhido patrono e paraninfo de várias turmas de formandos; é nome de ruas e prédios públicos no Paraná e Rio de Janeiro 

Saiba mais: 
Se você se interessou e quer conhecer um pouco mais sobre a vida de Cesar Lattes, não deixe de conferir: 

1-) documentário Cientistas Brasileiros: César Lattes & José Leite Lopes, dirigido por José Mariani (Riofilme Documenta, 2003): o filme aborda a trajetória pessoal e profissional dos dois físicos brasileiros. 

2-) livro Descobrindo a estrutura do Universo (Editora Unesp, 2001): entrevista com César Lattes acompanhada de iconografia, cronologia e bibliografia, além da tradução do artigo de sua autoria – Meu trabalho em física de méson com emulsões nucleares – originalmente publicado em 1960; 

3-) página do Grupo de História e Teoria da Ciência da Unicamp sobre César Lattes e os 50 anos do méson pi, com acesso ao primeiro artigo de Lattes sobre mésons - http://www.ifi.unicamp.br/~ghtc/meson.htm

4-) página do Arquivo Central do Sistema de Arquivos da Unicamp, com breve história da vida e obra de Lattes, depoimentos de diversos cientistas, fotos e arquivo de notícias - http://www.unicamp.br/siarq/lattes/

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