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Nova edição do Comunica PET!

Edição especial da Semana da Comunicação 2013

Premiação do Intercom Manaus

Unesp de Bauru ganha prêmios em categorias de produtos no Intercom 2013

Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental

Mais uma parceria inédita na Secom 2013

Parceria entre Secom e interdesigners

Dois eventos terão atividades conjuntas durante a Semana da Comunicação 2013

Projeto Morrinho

Projeto dismistifica a visão da favela como um lugar somente de violência através de ações culturais

17 de julho de 2012

Inscrições abertas para o Celacom 2012

ACI/FAAC

Do dia 8 a 10 de agosto ocorrerá em Bauru o XVI Colóquio Internacional de Escola Latino-americana de Comunicação (CELACOM), realizado pela UNESP, Departamento de Comunicação Social da Unesp (Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação (FAAC), Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social (PPGCOM), Grupo de Pesquisa do CNPq, Pensamento Comunicacional Latino-Americano (PCLA), e da Cátedra UNESCO de Comunicação. O tema desse ano é “Pensamento Comunicacional Latino-Americano através da Literatura”. 

Entre os conferencistas, painelistas, expositores e debatedores, que comparecerão ao evento, um dos destaques será a presença do Prof. Dr. Muniz Sodré, que abordará “Literatura e Comunicação na América Latina” na conferência de abertura, no dia 08 de agosto, às 20 horas).

Outros nomes convidados para o evento são de Antonio Hohlfeldt (Intercom); Cremilda Medina (ECA-USP); Esmeralda Villegas (Colômbia); Felipe Pena (UFRJ); Francisco Sierra Caballero (Espanha); Isabel Travancas (UFRJ); José Marques de Melo (Brasil); Luis Roberto Alves (Umesp); Marcelo Fernández (Equador); Maria Cristina Gobbi (Brasil); Mauro Souza Ventura; Osvando Morais (Uniso); Pablo Escandón (Equador); Raquel Escobar (Equador); Sandra Reimão (Eca-Usp); Sinval Medina (Usp); Sônia Jaconi (Umesp); Suely Flory (Unimar); Tânia Rosing (Passo Fundo).

Na conferência de encerramento, o tema Políticas Culturais, Comunicação e Literatura será abordado pelo conferencista convidado, Danilo dos Santos Miranda, do SESC, e terá a presença da mediadora Elizabeth Gonçalves, da UMESP. 

Segundo Maria Cristina Gobbi, uma das organizadoras do evento, o Celacom pretende ampliar o olhar para o narrador e o discurso no contexto da América Latina. “O resultado propiciará espaços de intercâmbio, promovendo diálogo entre pesquisadores, setores produtivos, governo e a sociedade civil organizada, dando incremento cognitivo às pesquisas realizadas na universidade”, destacou.

Os interessados em participar do XVI Celacom em Bauru poderão fazer suas inscrições somente pela internet. Para maiores detalhes, inscrições e informações acesse o site www.faac.unesp.br/celacom.

13 de julho de 2012

Projetos da FAAC são premiados no Intercom Sudeste

ACI/FAAC
O Sistema de Comunicação PET (SICOM PET), integrado ao Grupo de Educação Tutorial em Rádio e Televisão (PET-RTV), e a Empresa Júnior de Relações Públicas (RPjr), ambos projetos ligados ao Departamento de Comunicação Social (DCSO), foram premiados no XVII Congresso de Ciências da Comunicação na Região Sudeste, o Intercom Sudeste, realizado na última semana de junho em Ouro Preto (MG).

O SICOM PET, orientado pelos professores Antonio Francisco Magnoni, Angelo Sottovia Aranha e Francisco Machado Filho, concorreu ao prêmio da Exposição de Pesquisa Experimental em Comunicação (Expocom) na categoria Jornalismo, na modalidade Projeto de Assessoria de Imprensa. A Expocom é um prêmio destinado aos melhores trabalhos de graduação produzidos por alunos de Comunicação Social nas áreas de Jornalismo, Relações Públicas, Cinema e Audiovisual, Publicidade e Propaganda, Produção Editorial e Transdisciplinar.

O grupo SICOM é um projeto multidisciplinar de ensino, pesquisa e extensão, que tem como integrantes alunos dos cursos de Jornalismo, Radialismo, Relações Públicas e Design da Faculdade de Arquitetura Artes e Comunicação (FAAC), e também do curso de Sistemas de Informação, da Faculdade de Ciências (FC). “Vivenciamos a experiência profissional de uma assessoria de imprensa convergente e multimidiática”, relata o estudante de jornalismo Giovani Vieira Miranda, coordenador da equipe de alunos do projeto premiado.

A RPjr, por sua vez, foi vencedora na categoria "Organização de Eventos" da modalidade de Relações Públicas, pelo terceiro ano consecutivo. Em 2010, a empresa havia sido premiada pela edição de 2009 do "Meeting - Um Encontro com o Futuro”, evento organizado anualmente. Em 2011, a premiação foi devida à organização do "Desafio Hora Extra - Transforme seu tempo em Desafio", realizado em 2010, e que consiste em um jogo que tem como objetivo colocar os participantes em situações reais do mercado. O Desafio Hora Extra tem sua segunda edição confirmada para este ano.

Em 2012, o motivo do prêmio foi a organização do Festival Cultural da Rádio Unesp FM. “A rádio procurou a RPjr pra melhorar a imagem da rádio na faculdade e na comunidade e realizar algo que integrasse seu público. O festival foi realizado no final do ano passado e contou com um concurso de bandas, onde o único requisito era que um dos integrantes de cada banda tivesse algum vínculo com a Unesp, podia ser funcionário ou aluno”, explica Amanda Valença, Diretoria de Comunicação da RPjr.


“Contamos também com a colaboração da faculdade, dos alunos e de expositores como Labsol, por exemplo. O evento foi realizado com o intuito de integrar as três faculdades e reconhecer o trabalho da rádio”, completa Amanda.

Os vencedores do Intercom Sudeste participarão do XXXV Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, que acontecerá em Fortaleza (CE) entre os dias 3 e 7 de setembro.

3 de julho de 2012

Projeto PET da Unesp de Bauru conquista prêmio na Intercom Sudeste

A universidade também conseguiu outra premiação no evento

Da Redação SICOM PET,
por Kelly De Conti Rodrigues


O Projeto de Assessoria de Imprensa (SICOM PET), que é desenvolvido pelo Grupo de Educação Tutorial em Rádio e Televisão (PET-RTV), foi o vencedor da Exposição de Pesquisa Experimental em Comunicação (Expocom) no XVII Congresso de Ciências da Comunicação na Região Sudeste, o Intercom Sudeste 2012. O PET-RTV é um grupo de ensino, pesquisa e extensão do Departamento de Comunicação Social (DCSO) da Faculdade de Arquitetura Artes e Comunicação da UNESP de Bauru. O Intercom Sudeste aconteceu na última semana de junho, em Minas Gerais, no campus da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP). 

O projeto é orientado pelos professores Antonio Francisco Magnoni, Angelo Sottovia Aranha e Francisco Machado Filho e concorreu na categoria de Jornalismo, na modalidade Projeto de Assessoria de Imprensa. A Expocom é um prêmio destinado aos melhores trabalhos de graduação produzidos por alunos de Comunicação Social, nas áreas de Jornalismo, Relações Públicas, Cinema e Audiovisual, Publicidade e Propaganda, Produção Editorial e Transdisciplinar. 

O estudante de jornalismo Giovani Vieira Miranda, que coordena a equipe de alunos do projeto premiado, relata que “os participantes do SICOM PET vivenciam a experiência profissional de uma assessoria de imprensa convergente e multimidiática”. O grupo SICOM se caracteriza como um projeto multidisciplinar de ensino, pesquisa e extensão composto por estudantes de Jornalismo, Radialismo, Relações Públicas e Design da Faculdade de Arquitetura Artes e Comunicação (FAAC), e também do curso de Sistemas de Informação, da Faculdade de Ciências (FC). 

Os integrantes do Projeto trabalham com o planejamento e elaboração de produtos de comunicação para diversos suportes, desenvolvendo novas linguagens, gêneros e formatos para difusão do conteúdo. Fazem parte da estrutura de atividades do SICOM PET a Assessoria de Comunicação PET, composta por uma Assessoria de Imprensa e outra de Relações Públicas; o Portal de Notícias SICOM PET, com o auxílio de uma Assessoria de Tecnologia da Informação (T.I) e está disponível em www.petrtv.com.br; SICOM Impresso; SICOM Audiofônico, em parceria com a Rádio FM e com o Projeto de Extensão Rádio Unesp Virtual, e SICOM Audiovisual, em parceria com a TV Unesp. Todas as atividades do SICOM recebem o apoio da Assessoria de Artes, composta por alunos do curso de Design e responsável pela identidade visual do Projeto. Além das produções jornalísticas e artísticas, os participantes do PET também desenvolvem atividades em três Grupos de Estudo e Pesquisa. 

Neste ano, a Unesp de Bauru concorreu na Expocom com 11 trabalhos de graduação. Outro projeto do Departamento de Comunicação Social que recebeu premiação foi o “Festival Cultural 20 Anos da Rádio Unesp”, apresentado pela aluna Bruna Mantuan, integrante da Diretoria de Comunicação da Empresa Júnior de RP, na categoria Relações Públicas e modalidade "Organização de Eventos" Assista ao teaser elaborado pelo Grupo e-Colab para divulgação do evento:


A lista completa da premiação está disponível em http://www.intercom.org.br/vencedores-expocom-sudeste-2012.pdf. Os vencedores da etapa regional concorrerão ao prêmio nacional do Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação programado para acontecer em Fortaleza (CE) entre os dias 3 e 7 de setembro deste ano.

1 de julho de 2012

As pirâmides e a identidade mexicana

Da Redação SICOM PET,
por Gerardo Martínez - estudante intercambista da Universidad Nacional Autónoma de México 

O cultivo do espírito humano é realizado pela própria sociedade com o auxílio do seu progresso. No México existem os restos das culturas que formam o passado da civilização mexicana. A Arqueologia e a História preservam as características da população de lá e fazem parte do mistério que envolve os amantes dessas disciplinas. 

O México possui uma riqueza muito grande por ter sido formado com diferentes culturas em suas diferentes regiões. Espalhadas, juntas ou compartilhando semelhanças, essas são as raízes do México. 

A presença das culturas Maia e Azteca no território deixou, entre outros vestígios, as pirâmides que são um símbolo de identidade. Utilizadas como centros religiosos ou cerimoniais, representavam um lugar ótimo para a oração aos deuses e também foram utilizadas para os rituais e sacrifícios característicos daquelas culturas. 

Em Teotihuacán, podemos encontrar as duas pirâmides Aztecas que são as mais representativas do território mexicano, denominadas Pirâmides da Lua e do Sol. Construídas entre o século I a.C. e II d.C. as duas pirâmides eram vistas como lugares sagrados. 

A Pirâmide de Cholula ou Tlachihualtepec, em Puebla, é a maior construção piramidal do território mexicano. Com 202.505 metros quadrados e uma altura de 65 metros, essa majestosa pirâmide foi construída pelos astecas para ser templo do deus Chiconaquiahuitl. 

No complexo arquitetônico de Chichén Itzá, na península de Yucatan, a arquitetura Maia é uma das mais ricas da Mesoamérica pela sua variedade e conservação. Nesse lugar foi erguido o templo de Kukulcán, uma pirâmide de 24 metros de altura e 365 degraus simbolizando os dias do ano. Acredita-se que a construção, além de ter sido utilizada como centro religioso, foi também uma importante para a observação astronômica. 

Palenque é uma cidade Maia localizada no estado de Chiapas que, além de possuir outras construções, se destaca pela presença do Templo das Inscrições. A tradição aponta que essa pirâmide é a tumba do herói e líder político Pacal. 

Deve se ressaltar que, além das pirâmides, outros lugares e construções do México são considerados Patrimônio Cultural da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação a Ciência e a Cultura (UNESCO), fato que colabora para que o país seja sinônimo de cultura e tradição.

26 de junho de 2012

Grupo NeoCriativa em ação

O conceito de economia criativa fervilha nas academias desde 1994 e pode inovar e melhorar as maneiras de se produzir informação

Redação SICOM PET,
de Millena Grigoleti


Um dos grupos de estudo mantidos pela Faac é o NeoCriativa. Ligado ao Departamento de Comunicação Social, discute produções que dependem da criatividade para gerar renda e trabalho através da conjugação de economia, cultura e tecnologia.

O conceito de economia criativa surgiu na área acadêmica em 1994, mas, muito antes disso, países africanos já desenvolviam a idéia. Na área, existem quatro eixos centrais: mídias, artes, patrimônio histórico e aspectos técnicos funcionais. O tema ganhou tanta importância que hoje existem políticas públicas direcionadas exclusivamente a ele, inclusive no Brasil, onde já existe a Secretaria de Economia Criativa desde 2011.

“A economia criativa tem a Comunicação como elemento estruturante de suas atividades. Como um de seus eixos é a mídia (impressa, eletrônica, digital e radical – todas as formas midiáticas desenvolvidas pelos movimentos sociais subalternos: grafite, vestuário, anedotas, fanzine, camisetas...), a comunicação tem papel especial nesse campo de pesquisa, como produção de conteúdos criativos, plataformas criativas e desenvolvimentos de infra-estrutura de organização de processos de inovação criativa”, explica o professor Juarez Tadeu de Paula Xavier, coordenador da atividade. O professor revela que decidiu montar um grupo de estudos voltado ao tema devido à relevância da área: “a economia criativa é, na minha opinião, o campo propício para o desenvolvimento de projetos na área da comunicação social”.

Juarez explica como a economia criativa pode ser útil para diferentes áreas da comunicação. No Jornalismo, por exemplo, as tecnologias digitais podem melhorar a produção de conteúdos informativos, via reportagens assistidas por computador (RAC). Além disso, “para os produtores de conteúdos eletrônicos e digitais, a economia criativa oferece uma grande gama de recursos e processos criativos. E para Relações públicas, a economia criativa é um playground de possibilidades, já que essa nova ecologia digital revisita as formas de gestão de processos, pessoas e recursos, como nunca se via, nas décadas anteriores”, ressalta.

O NeoCriativa se reúne às quartas-feiras, das 17h às 19h, na sala de reuniões do Departamento de Comunicação Social.

Entenda o conceito de Indústrias Criativas com esta reportagem da Globo News

22 de junho de 2012

Mais um Unespiano em Bauru!

O professor Francisco Machado Filho chega à Faac e passa a integrar o quadro docente da universidade

Redação SICOM PET,
de Luana Rodriguez


O corpo docente da Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação (Faac) da UNESP-Bauru, ganha, neste ano mais um professor. Doutor em Comunicação Social pela Universidade Metodista de São Paulo (UMESP), o professor Francisco Machado Filho passa agora a integrar a equipe de docentes do curso de jornalismo da universidade.


Recém-chegado da Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG), onde era professor nas disciplinas do curso de jornalismo e publicidade, o professor Kiko, como é apelidado, está envolvido em dois projetos de extensão: a Rádio Unesp Virtual, na qual é responsável pelo núcleo artístico do projeto, e no Grupo PET, no qual é responsável pelo núcleo de novos formatos de roteiro para televisão.


Kiko, que também tem experiência em comunicação, com ênfase principalmente na área de Radio e TV, temi como linha de pesquisa assuntos referentes à TV digital e já trabalhou também com temas como as Mídias Digitais e a Internet. Quando perguntado sobre o seu interesse pelo tema TV digital, afirmou que é um assunto já recorrente em sua carreira como pesquisador. “Minha dissertação de mestrado já tratava do tema TV Digital. O que me levou a estudar esse tema foi minha experiência de mercado em TV e o aprofundamento dos estudos nas disciplinas que eu ministrava dentro do jornalismo e rádio e TV”, lembra o professor, que iniciou seus estudos sobre o assunto na Universidade Vale do Rio Doce em Governador Valadares/MG.


Como pesquisador na linha de TV digital, o professor ainda vê na universidade bauruense uma boa estrutura nessa nova plataforma de comunicação social: “a UNESP tem uma ótima oportunidade de aprofundar os estudos em TV digital, pois conta com um mestrado específico na área e possui um canal de TV aberto que irá transmitir em alta definição”. Para o professor, a TV da UNESP é uma ótima oportunidade para os alunos de comunicação vivenciarem na prática as aplicações de interatividade e dos novos formatos decorrentes dessa nova modalidade de TV.

21 de junho de 2012

Movimento #Yosoy132 - a mudança que o México precisa

Da Redação SICOM PET,
por Gerardo Martínez - estudante intercambista da Universidad Nacional Autónoma de México



O ano de 2012 é significativo para a situação social e política do México porque os jovens estudantes mexicanos começaram a mudar por meio das redes sociais e aproveitando ao máximo a tecnologia na internet a visão que se tinha deles com o movimento chamado #Yosoy132.

O movimento surgiu em 11 de maio na Universidade Iberoamericana, na cidade do México, com a visita do candidato do Partido Revolucionário Institucional (PRI), Enrique Peña Niet. Os estudantes da universidade o recepcionaram com manifestações respeitosas sobre sua atuação quando foi governador do Estado do México, principalmente no caso Atenco onde ele decidiu utilizar a força pública contra a própria população daquela região. Depois do evento, os meios de comunicação difundiram que foi um êxito respaldando a imagem do candidato.

Daí, os estudantes decidiram fazer reclamações contra a mídia que ficam com o governo por se deixar manipular e mal informar. Não informam a realidade porque só difundem o que eles querem e ão controlados pelo governo para manipular a opinião pública.

Seus princípios são que é um movimento estudantil, cidadão, político e apartidário, não violento, de luta pelas demandas baseado nos direitos da liberdade de expressão e na soberania que a constituição mexicana nos conferiu, é um movimento horizontal unificado que não faz distinção entre universidades privadas ou públicas, não é só estudantil, mas, procura incorporar a cidadãos que compartilham os ideais do movimento.

É nesse ponto que se concentra a importância da tecnologia, neste caso em específico a internet. Isso porque a desinformação e a manipulação da informação ficam dentro dos problemas sociais na população mexicana e, com o acesso aos sites, a liberdade de expressão fica como direito fundamental do ser humano para sua livre difusão das idéias. Como meio de denuncia e escape dos jovens mexicanos, a internet tem papel importante na vida das novas gerações. Hoje as redes sociais no México representam a diferença com o passado, isso porque é o espaço onde as pessoas podem se comunicar sem censura e as informações chegam de um jeito direto, ou seja, não filtrada pelo governo ou um poder fático que decide que podemos saber ou devemos saber.

O movimento dos jovens mexicanos #Yosoy132 representa a mudança na mentalidade deles, no qual seu papel dentro da sociedade mexicana faz a integração de vários aspectos, entre eles o compromisso que eles tem com o futuro do país, o bem comum e o câmbio verdadeiro que o México precisa.



18 de junho de 2012

SICOM PET abre inscrições para o segundo semestre

Vagas serão apresentadas durante encontro na próxima quarta-feira

Da Redação SICOM PET,
por Kelly De Conti

O Grupo SICOM PET promoverá uma reunião para apresentar as vagas disponíveis para o segundo semestre deste ano. O encontro acontece na próxima quarta-feira, às 17h30, na Sala PET, que fica em frente ao setor de Graduação da FAAC.

Haverá vagas para os alunos de Jornalismo, Radialismo, Relações Públicas e Sistemas de Informação. Eles poderão escolher entre a Assessoria de Relações Públicas, Assessoria de Comunicação, SICOM Audiovisual, SICOM Audiofônico (em parceria com a Rádio Unesp FM), SICOM Impresso e o Portal de Notícias PET. Durante o evento, serão apresentadas as propostas de cada modalidade.

O SICOM PET é um projeto de pesquisa e extensão do Departamento de Comunicação Social (DCSO) voltado para a formação extracurricular dos estudantes da Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação da UNESP (FAAC/Unesp). O foco é o estudo e o desenvolvimento de gêneros, formatos e linguagens para produção e difusão de programação audiovisual e escrita artística e jornalística.

15 de junho de 2012

A instabilidade política e as reclamações das crianças no México

Da Redação SICOM PET,
por Gerardo Martínez
 - estudante intercambista da Universidad Nacional Autónoma de México 

Compreender a política mexicana é uma tarefa difícil e trabalhosa, não basta olhar apenas para os acontecimentos atuais. Uma boa análise crítica da situação social mexicana precisa acontecer mediante uma revisão d a história, ou seja, as bases do sistema político atual estão no passado mexicano, no qual existem os fatos e as respostas aos questionamentos em relação ao desequilíbrio social dos mexicanos.

A menos de um mês das eleições presidenciais do México, existe um ambiente de dúvida social sobre o que será do futuro político mexicano. Andrés Manuel Lopez Obrador, candidato da esquerda mexicana, e Enrique Peña Nieto, da direita, são os presidenciáveis definidos na competência presidencial na qual a candidata do Partido Acción Nacional (PAN), Josefina Vázquez Mota, ficou em terceiro lugar.

O poder da informação que tem a Televisa, empresa mexicana de televisão mais importante do país com presença na América Latina conhecida também como o gigante dos meios no México, é a base para sustentar o controle da população por parte do governo mexicano.

Na última semana, foi realizada uma entrevista com o candidato Andrés Manuel López Obrador no programa Tercer Grado, da empresa Televisa, na qual ficou nítida a oposição por parte dos jornalistas daquela empresa. Em contraste, para o mesmo programa também foi convidado o candidato Peña Nieto recepcionado com uma entrevista de tonalidade diferente.

Veja os vídeos de cada uma das entrevistas realizadas com candidatos:





 A violência, a corrupção, a pobreza e a criminalidade presentes na atualidade mexicana é um reflexo da instabilidade social que existe no país. É verdade que desde que a vantagem folgada do candidato do Partido Revolucionário Institucional (PRI) foi diminuindo e o apoio a Lopez Obrador foi aumentando desatou-se com força a campanha contra o candidato da esquerda. A situação do México está mudando para outros caminhos, outros desafios que nós mexicanos temos que enfrentar.

As novas gerações estão percebendo isso de uma maneira diferente, são ideias novas e revolucionárias que se acomodarão aos novos caminhos. Assista ao vídeo a seguir com as reclamações das crianças mexicanos:


11 de junho de 2012

"Moda, Música e Cinema" é tema da Semana de RP

Redação SICOM PET,
Produção: Jéssica Godoy e Ana Carolina Monari





XI Semana de RP começa hoje e vai até quarta-feira (13). O tema deste ano é: RP e Produções Culturais - Moda, Música e Cinema. O evento é organizado por alunos do 2º ano do curso de Relações Públicas da Unesp, câmpus de Bauru.






Saiba a programação dos próximos dias com a integrante do Comitê Organizador, Larissa Portalupi:





FAAC tem 11 trabalhos aceitos para o Expocom 2012


Da Redação SICOM PET,
por Kelly De Conti

A lista oficial dos trabalhos aprovados para a Exposição de Pesquisa Experimental em Comunicação – Expocom – já está disponível no site do evento. Neste ano, a FAAC/Unesp de Bauru será representada com 11 trabalhos (confira a lista abaixo).

As apresentações serão em todos os dias do evento, que ocorre entre 28 e 30 de junho. Todas as sessões estão marcadas para acontecerem na Escola de Farmácia da Universidade Federal de Ouro Preto, na Rua Costa Sena, nº 171, Centro, Ouro Preto (MG).

Vale lembrar que o melhor trabalho será premiado com um certificado e, dependendo da contribuição obtida pelos organizadores da Intercom junto a parceiros e patrocinadores, também poderá haver medalhas ou troféus. Contudo, o trabalho deixará de concorrer ao prêmio se o aluno responsável não o apresentar no local designado.

Cinema e Audiovisual
DOX: Programa de televisão ao vivo e interativo – Débora dos Santos de Grande (Dia 28 – às 17h - Sessão I – Sala F1)

Interprograma Link (PET-RTV) – Flávia Battistuzzo Dias (Dia 29 – às 11h30 – Sessão II – Sala F1)


Jornalismo
SICOM PET: a experiência de uma assessoria de imprensa convergente e multimidiática - Giovani Vieira Miranda (Dia 28 – às 15h30 – Sessão I – Sala F4)

Agência Júnior de Jornalismo – Jornal Jr –
Marcela D’Andréa Busch (Dia 28 – às 14h30 – Sessão I – Sala F4)

Direto do Câmpus: acontecimentos da Unesp veiculado via web através de um produto audiovisual – Helena Schiavoni Sylvestre (Dia 29 – às 12h  – Sessão II – Sala F4)
Jornalismo Científico em Linguagem – Tiago Zenero de Souza (Dia 29 – às 14h – Sessão III – Sala F4)


Produção Editorial e Produção Transdisciplinar em Comunicação
Toque de Ciência Audiofônico – Lydia Rodrigues Souza (Dia 30 – às 10h30 – Sessão IV – Sala F4)

Relações Públicas
RPjr: Empresa Júnior de Relações Públicas – Lucas Sant’Ana Nunes (Dia 28 – às 13h – Sala F3)

Festival Cultural 20anos Rádio Unesp – Bruna Mantuan (Dia 28 – às 14h15 – Sala F3)

Assessoria de Comunicação para o Be Happy Bowling (Dia 28 – à 14h30 – Sala F3)

Assessoria de Comunicação para a ONG Batra – Rodolfo Josepette Nicolosi Garcia (Dia 28 – às 16h15 – Sala F3)

9 de junho de 2012

A riqueza da gastronomia do México

Da Redação SICOM PET,
por Gerardo Martínez - estudante da Universidad Nacional Autónoma de México

Uma das coisas nós mexicanos nos sentimos orgulhosos é de nossa culinária. A comida mexicana é famosa em todo o mundo por sua grande diversidade e a fusão de ingredientes que faz um sabor único. A gastronomia do México foi declarada em 2010 Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação a Ciência e a Cultura (UNESCO). 


A base principal dos pratos mexicanos são a pimenta, o milho e o feijão. A maioria dos ingredientes é de origem indígena e sua elaboração também faz parte da invenção de sabores. Paso a passo, com experiência herdeira por séculos de tradição, é um presente para o gosto das pessoas e também um tempero saboroso. 

A comida mexicana da atualidade é herdeira de um passado diverso, resultado do choque cultural do antigo mundo. Essa conjunção entre os sabores suaves da comida tradicional espanhola e os fortes sabores da comida indígena deu como resultado essa comida que é reconhecida e significativa para todas as pessoas que têm a oportunidade de conhecê-la e experimentá-la. 

Caracteriza-se pela variedade de pratos e receitas e pela complexidade da preparação. Quando se fala de comida mexicana ao mesmo tempo se fala de uma identidade nacional, na qual estão presentes tanto as raízes do México antigo quanto as invenções do México moderno. 

Um exemplo é o Pózole, feito com milho nixtamal, consiste em uma sopa ou guisado com carne de porco, pimenta e outros temperos. É um prato típico em vários estados como Sinaloa, Michoacán, Guerrero, Jalisco, Morelos, México e Distrito Federal. 

É muito importante destacar o jitomate, o cacau, o aguacate, o calabaza, o nopal e a vainilla porque faz parte da culinária e foram os alimentos da terra para os povos e culturas pré-hispânicas ou do México pré-colombiano. 

Alguns pratos tradicionais mexicanos são: El burrito, Carnitas, Chilaquiles, Enchiladas, Frijoles Refritos que é feijão cozido amassado e frito, também pode-se encontrar pratos como o famoso guacamole, o huitlacoche, mole, nopales, pico de gallo, quesadillas, sopes, tacos, tamales e tostadas a maioria feitos com milho nitamal e os famosos aperitivos nachos e totopos que é tortilha frita. 

Com esse reconhecimento se comprova novamente que o México é muito rico não só em riquezas da natureza, cultura e tradição, mas também em sabor.

5 de junho de 2012

Unesp oferece transporte aos estudantes que participarão da Intercom

Prioridade é para alunos que apresentarão trabalhos, mas há lista de espera para quem participar apenas como ouvinte 

Da Redação SICOM PET,
por Kelly De Conti

A Unesp anunciou que disponibilizará um ônibus para os estudantes que tiveram os trabalhos aceitos na XVII Intercom Sudeste. A etapa regional do evento ocorre entre os dias 28 e 30 de junho na Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), em Minas Gerais. 

Os alunos que quiserem reservar a vaga para a viagem devem comparecer à secretaria do Departamento de Comunicação Social com o documento de identidade e a carta de aceite do trabalho. 

No total, ficarão disponíveis 20 vagas para os alunos que participarão da Expocom e da Intercom Júnior. Também haverá uma lista de espera destinada aos estudantes que não apresentam trabalhos, mas estes só serão chamados caso não seja atingido o número limite de lugares. 

Neste ano, o tema do evento será “Esportes na Idade Mídia – diversão, informação e educação” devido ao momento de preparação para a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, ambos no Brasil.

3 de junho de 2012

México no Dia dos Mortos: quando a morte se encontra com os vivos.

Da Redação SICOM PET,
por Gerardo Martínez - estudante da Universidad Nacional Autónoma de México



Na etapa histórica, quando o domínio político e cultural pelos europeus não tinham chegado aos povos indígenas do continente americano, existia grande diversidade de tradições que, até agora, são parte de nossas origens. Um exemplo disso acontece no México com uma das tradições mais representativas e significativas para o povo, na qual os mexicanos fazem um ritual para lembrar seus parentes defuntos que voltam para o mundo dos vivos; é o chamado Dia dos Mortos. 

A UNESCO tinha declarado essa festividade como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade. No México, o dia é comemorada com grandes festejos; comida, bebida, música, danças e representações engraçadas e caricatas da morte (caracterizada pela personagem La Catrina). 

Conforme as crenças da civilização mexicana antiga, quando uma pessoa morre seu espirito continua vivendo no mundo terreno. No cemitério, o lugar onde eles podem descansar em calma e paz, é também designado para que as almas dos defuntos retornem à vida e possam reencontrar-se com suas famílias, e assim, poderem visitá-los. Tem-se a crença que ainda que as pessoas vivas não possam vê-los, eles podem percebê-los ou senti-los como se estivessem vivos. 

Faz parte da tradição que a imagem da morte não produza medo para o povo porque, para os indígenas mexicanos, tem-se a ideia de que a morte é uma questão de alegria. Já para os povos mesoamericanos antigos, a morte não tinha as conotações morais da religião católica, do inferno e o paraíso que servem para castigar ou premiar. Pelo contrario: eles acreditavam que os destinos das almas dos mortos estavam determinados pela morte que eles tiveram, mas não pelo seu comportamento na vida. 

Com a chegada dos espanhóis ao México no século XVI, aconteceu uma mistura de crenças e tradições, formando, assim, um conjunto de duas culturas diferentes e que agora faz parte da história e da memoria do povo mexicano.  De acordo com o calendário católico atual, o dia primeiro de novembro é dedicado a todos os santos e o dia dois aos fieis defuntos. Os indígenas tinham a crença de que todos os mortos se dirigiam para Mitlantecutli ou Mitlan, pois seria o lugar onde todas as almas vão permanecer pela eternidade.

Parte importante desta celebração é a ideia de que existe alguma coisa depois da morte, mudando o conceito de que há apenas tristeza. O Dia dos Mortos faz com que as pessoas contemplem a morte como uma filosofia de alegria, festividade e oração porque cada um dos elementos para a celebração contém misticismo, historia e cultura puramente mexicana.

1 de junho de 2012

Doc. de animação: a subjetividade para mostrar o real

Por Renan Simão em
matéria originalmente publicada no blog e-Colab

Antes de começar esse texto, copio uma frase do jornalista e documentarista Bruno Natal sobre documentários:

“… porque documentário não um gênero, é uma linguagem.”


Posto isso, vamos ao texto.


Na última terça-feira, durante a Semana de Rádio e Tv da Unesp, foi realizada a palestra: “A expansão do cinema documentário: novas relações entre documentário e ficção” ministrada por Jenifer Serra, na sala 1 da FAAC. Não se atendo ao título genérico da palestra, Jenifer, formada em Produção Cultural e mestranda do programa Multimeios da Unicamp, aprofundou-se por um gênero de documentário: o de animação.

Formato caro ao cinema documental contemporâneo, o documentário de animação se tornou famoso em dois filmes: Valsa com Bashir (2008), Globo de Ouro de melhor filme estrangeiro e Ryan (2004), vencedor do Oscar de animação. Tais produções têm em comum o fato utilizarem a animação para contar uma história real. Sim, a realidade pode ser representada de forma subjetiva e mostrar aspectos que o documentário objetivo não pode atingir. Esse foi o ponto da palestra.

Definições, Magritte e Ryan
Para delimitar seu campo de atuação Jenifer diz que o documentário é o cinema “que busca interrogar o real, o mundo histórico”. Também fala que a animação aparece “tradicionalmente como imaginativa, irreal”, mas utiliza recursos do cinema clássico para contar uma história. Por fim, define o documentário de animação: “linguagem que usa a representação subjetiva [persongens animados, bonecos, etc.] para mostrar temas, aspectos, histórias e sentimentos objetivos”.

René Magritte, pintor surrealista que confundiu os limites entre realidade e ficção, mostrava que tudo é representação: realidade e subjetividade caminham juntas. Um quadro, um texto ou um documentário são representações da realidade, sendo assim, impedidas de mostrar o real como um todo. Se não podemos mostrar a realidade como seu todo num documentário clássico, porque não lançar mão de recursos subjetivos da animação para representar aspectos objetivos que são impossíveis de se ver num filme convencional? Esse é o alvo do documentário de animação.

Como exemplo da discussão, Jenifer exibiu o curta-documentário de animação Ryan, com direção de Chris Landreth, de 2004. O filme faz uso de esquetes, pintura e animação 3D para contar a história real de Ryan Larkin. Larkin, um talentoso animador canadense que nos anos 80 criou peças de animação inovadoras de grande influência na produção de filmes de seu país sofreu com o fracasso profissional e 30 anos depois era facilmente encontrado morando nas ruas de Montreal devido ao vício em álcool e cocaína. Por meio de entrevistas e depoimentos verídicos, a animação conta a trajetória de Ryan, dialogando com seus amores, amigos, crises de criatividade, vícios e pobreza.

Mas o detalhe mais impressionante do curta é a representação dos personagens. Desfigurações do rosto mostram a degradação moral, demonstrações de raiva são tentáculos vermelhos que saem do cérebro e contornos roxos sobre o rosto lembram o amor dos entrevistados animados. “A imagem vista na tela é fruto das impressões coletadas nas entrevistas. Os detalhes dos corpos e expressões são subjetivos sim, mas tem profunda ligação objetiva com a história real”, observa Jenifer. Ela ainda conta que essa aproximação de realidade fantástica é chamada por pesquisadores de psicorrealismo.

Com convicção, a mestranda afirma que o documentário de animação deve ter uma leitura documentalizante, não se atendo à imaginação somente, e que “animação pode ser subjetiva mas tem compromisso sobre o real".

Agora, lembrando da frase do Bruno Natal lá de cima, realmente o documentário pode transitar por vários gêneros devido à sua linguagem abrangente e não se prender ao seu rótulo limitador de objetivo.

Veja na íntegra o curta-metragem Ryan:


31 de maio de 2012

Cultura e economia em debate

Mesa-redonda do FIAA promove discussões sobre o atual modo de produção cultural
ACI/Faac


A terceira noite do Fórum Ibero-Americano de Audiovisual e Arranjos Produtivos (FIAA) foi marcada pela mesa-redonda com o tema “Economia Política da Produção Cultural”. Os convidados para o debate foram a socióloga argentina Stella Puente, o poeta e cineasta Donny Correia e o professor da FAAC Francisco Machado.


Quem iniciou a discussão foi Stella Puente, que focou sua fala no impacto das novas tecnologias da indústria da música: “Com a digitalização dos conteúdos e o surgimento das novas tecnologias, a indústria dos bens culturais teve seu paradigma amplamente modificado, tanto na produção, quanto no consumo e no modelo de negócios”, explica a socióloga. Stella também falou sobre a “Lei dos Médios”, criada recentemente na Argentina, que aumenta a democratização no acesso e produção dos meios.

Em seguida, Donny Correia falou sobre o novo modelo de organização social e as dificuldades no investimento na cultura: “Um dos grandes problemas relacionados aos espaços culturais é o aporte de verba que será destinado para cada local. Isso é minimizado pela Lei de Incentivo à Cultura, mas ainda é um grande empecilho”, afirma Donny.

Já Francisco Machado abordou a TV digital sob diferentes aspectos. Primeiramente, o professor usou slides para mostrar as novas tecnologias de transmissão de conteúdos. Depois, ele explicou os impactos da digitalização e o posicionamento das emissoras diante dessa mudança: “Os canais de TV vão se preocupar muito mais com a qualidade da imagem do que com o conteúdo jornalístico produzido”, alerta o professor. Ao fim das exposições, os ouvintes presentes na sala 1 puderam tirar suas dúvidas e debater com os convidados. O FIAA continua sua programação com palestras, mesas-redondas e bate-papo até o dia 1º de junho.

Incubação de projetos ganha destaque em workshop

O jornalista Valdir Alvares ressaltou a importância da incubação na elaboração de projetos relacionados à cultura
ACI/Faac

Ocorreu hoje durante o FIAA, o Workshop “Incubação de Projetos no Desenvolvimento da Economia Criativa”, liderado pelo jornalista e Diretor de Programas Culturais da Secretaria de Cultura, Valdir Grandini Álvares. Incubação trata-se do planejamento e preparação de um projeto, e na área da cultura, essa prática tem crescido bastante com inúmeros editais. Valdir também foi secretário de cultura da prefeitura de Londrina, e falou um pouco de sua experiência no cargo, no qual visitou com muita freqüência comunidades carentes e favelas para orientar os projetos culturais rumo a aprovação para a lei de incentivo. Para ele deve se ter cuidado ao lidar com esses tipos de projetos, e não tentar impor e nem fiscalizar muito. “É necessária ter uma relação de confiança com os artistas”, completa.

A lei de incentivo a cultura, criada em 1994 obteve uma adesão progressiva ao longo dos anos, com 256 projetos inscritos dois anos depois, número recorde, que foi batido de 2001 a 2002, com 406 projetos. E a verba que era de R$ 1,2 milhões dobrou para R$ 2,5 milhões no segundo ano.

Valdir ressalta que em Bauru falta uma mediação e melhor divulgação para implementar o projeto de incubação de projetos culturais. Ele também acredita que é possível uma parceria entre a universidade com a secretaria de cultura da cidade, para criar uma Incubadora, que pode funcionar como projeto de extensão. Para o jornalista é preciso que se discuta qualquer tipo de idéia, mesmo que ela pareça inviável: “Nenhuma idéia não pode ser aproveitada, é necessário ter um tratamento delicado para cada projeto que você vai lidar e orientar o interessado para que a chance de aprovação seja a maior possível”, frisa.

Crise no cinema espanhol

Segundo dia do FIAA traz mostra de cinema espanhol e debate sobre o tema
ACI/Faac

O segundo dia do Fórum Ibero-Americano de Audiovisual e Arranjos Produtivos (FIAA), teve como parte de sua programação uma mostra de cinema espanhol, com a exibição dos curtas-metragens “Um perro andaluz” (direção de Luis Buñuel), “La concejala antropófaga” (de Pedro Almodóvar) e “Mirindas Asesinas” (direção de Alex de La Iglesia). Os convidados para debater sobre cinema espanhol foram o cineasta e poeta Donny Correa e o professor Francisco Caballero, da Universidad de Sevilla. A discussão foi mediada pelo professor da FAAC, João Eduardo Hidalgo.

A mostra começou com Hidalgo expondo uma breve história do cinema espanhol. Depois, o professor explicou que a Espanha passa por uma crise na área cinematográfica, a qual acompanha a crise econômica europeia, tendo, dessa forma, menos recursos para produzir filmes. Após essa pequena introdução, foram exibidos os três curtas-metragens espanhóis e “Totem”, curta-metragem do cineasta Donny Correia. Em seguida, deu-se início ao debate entre os convidados e a plateia.

Francisco Caballero explicou que o cinema foi interrompido na Espanha, pois o país não soube lidar com a crise econômica que o atinge, ao contrário de nações latino-americanas. “O cinema brasileiro e argentino está crescendo, pois esses países souberam lidar e produzir dentro de crises. A Espanha, por outro lado, produz cada vez menos obras cinematográficas”, esclarece Caballero. Além disso, o professor comentou sobre a dificuldade de comercializar obras espanholas, como de Almodóvar, dentro do próprio país, uma vez que a população espanhola está cada vez mais adaptada a assistir produções norte-americanas. 

O professor João Eduardo Hidalgo alertou para o fato de que os brasileiros não conhecem filmes espanhóis, assim como a população espanhola não é acostumada com o cinema brasileiro. “Até poucos anos atrás, os filmes estrangeiros tinham que ser dublados para entrar na Espanha. Esse é um dos motivos para o pouco conhecimento dos espanhóis em relação ao cinema brasileiro”, explica Hidalgo. Outro ponto destacado pelo professor da FAAC é o fato de que atualmente o cinema brasileiro não necessita de grandes cenários e efeitos visuais grandiosos, basta ter uma boa ideia para se produzir um filme. 

Por fim, Donny Correia falou um pouco sobre cinema brasileiro, criticando o constante uso da temática de favelas nas produções nacionais. Além disso, afirmou que o Brasil passa por uma crise de criatividade para criar histórias. “No Brasil sofremos uma crise de roteiro. Temos dinheiro pra produzir, ótimos atores, boa estética, mas não temos roteiro para criar boas narrativas”.

30 de maio de 2012

Trabalho de incubadora é apresentado no FIAA

Da Redação SICOM PET,  
por Gabriela Ferri


Ontem a tarde os inscritos no FIAA 2012 tiveram a oportunidade de participar da oficina "Incubadora de Cooperativas Populares (INCOP) e a Economia Solidária".

A conversa que durou das 14h as 18h foi um grande incentivo para quem se interessa pelo assunto e pretende trabalhar na área. Para aqueles que não puderam participar, fica a oportunidade de dar uma olhada no álbum do evento.




28 de maio de 2012

Entrevista para a Rádio Unesp FM

Da Redação SICOM PET

Os professores Antonio Francisco Magnoni e Juarez Xavier da Unesp de Bauru participaram hoje pela manhã do quadro Entrevista do Dia, na Rádio Unesp FM. Há algumas horas do inicio do I Fórum Ibero-Americano de Audiovisual e Arranjos Produtivos (FIAA) os coordenadores do evento falaram um pouco mais do esperam e quais os principais objetivos do evento.
No podcast abaixo você confere um pouco mais sobre Audiovisual e Arranjos Produtivos.




O fórum começa hoje as 19 horas e as inscrições ainda podem ser realizadas na entrada. Mais informações pelo email fiaa2012@faac.unesp.br 

27 de maio de 2012

Prostituição em Bauru é vista como “doença social”, afirma jornalista

No Brasil, assunto é tratado como problema de saúde pública; exploração sexual e tráfico de pessoas são as maiores preocupações

Colaboração
por Amanda Pioli, Felipe Mateus, luciana Fraga 

Discentes do 7º Termo de Comunicação Social-Jornalismo da FAAC/Unesp 

Apesar de ter sido sede de um dos mais famosos bordéis do Brasil nos anos 50 e 60 - a “Casa da Eny” - a cidade de Bauru não tem um histórico de desenvolvimento de políticas públicas específicas sobre o assunto. As ações existentes são extensões de políticas nacionais ou iniciativas de organizações não governamentais, todas voltadas à prevenção da transmissão de doenças sexualmente transmissíveis (DSTs).

Em 2008, a jornalista Priscila Gonçalves Bernardes escreveu o livro-reportagem “Profissão da vida: olhares femininos sobre a regularização da prostituição”. Apresentada como trabalho de conclusão do curso de Jornalismo na Unesp, a obra trata da questão da prostituição em várias cidades, entre elas Bauru.

Priscila explica que, na maioria das cidades, não há uma organização das garotas de programa a fim de lutar por melhorias de condição de trabalho, porque muitas dessas profissionais consideram a ocupação como uma atividade temporária. Essa falta de união das prostitutas traz consequências, como explica a jornalista: “Em Bauru, as prostitutas não desenvolveram a capacidade organizativa e autônoma que podemos verificar em cidades como Campinas e Ribeirão Preto, por exemplo. Elas estão muito mais marginalizadas e, portanto, expostas a diversos tipos de violência. Ouvi relatos que vão desde pessoas que jogam objetos nessas mulheres até sequestro e tentativa de homicídio”.

A prostituição em Bauru, segundo a entrevistada, é tida pela sociedade como uma “doença social” que deve ser combatida para manter os valores da cidade. Mas ela faz uma observação: “´É na família tradicional que muitas delas encontram o seu sustento. A prostituição no Parque Vitória Régia nas manhãs e tardes dos dias úteis é bastante interessante para elas, porque, segundo uma de minhas entrevistadas, é nesse período que os homens casados e com maior estabilidade financeira costumam procurá-las.”

De acordo com Priscila, a discussão a respeito da regulamentação como forma de evitar problemas como a exploração e a violência é algo que precisa ter a participação das próprias prostitutas: “Apesar do desenvolvimento de uma pesquisa sobre o assunto, não cheguei a uma conclusão definitiva sobre a regulamentação da prostituição. Por ser um tema especialmente delicado, não me senti no direito de expor como as coisas devem ser. O que acredito, porém, é que essa é uma discussão que precisa ser pautada, e precisa ser levada com e pelas próprias prostitutas. Há tanto grupos de prostitutas organizadas favoráveis à regulamentação quanto contrários”.

Prevenção e aconselhamento

Em Bauru, a maior parte das ações desenvolvidas é voltada para a área de saúde pública. A ONG Sociedade de Apoio a Pessoas com Aids de Bauru (SAPAB) presta assistência a portadores do vírus HIV na região desde 1992. Seja por meio de abrigo, tratamento psicológico ou campanhas de prevenção, a SAPAB é uma iniciativa ligada à prática sexual saudável e, portanto, de orientação a profissionais do sexo. “Tentamos valorizar o que de melhor cada um tem, tentamos encontrar uma forma da pessoa não achar que é um excluído da sociedade”, afirma Marcia Pereira da Silva, coordenadora da ONG.

Bauru também possui os Centros de Testagem e Aconselhamento, que realizam ações de prevenção e diagnóstico de doenças sexualmente transmissíveis. Os serviços oferecidos são testes para HIV, sífilis e hepatites B e C, gratuitos, além de fornecer materiais de prevenção, como preservativos.

Segundo Eliane Monteiro, coordenadora do programa DST/AIDS em Bauru, as pessoas que procuram os centros também recebem acompanhamento psicológico sigiloso. “Quando uma pessoa nos procura, a primeira coisa que fazemos é uma sessão para aconselhá-la, tirar todas as suas dúvidas sobre DSTs”, afirma.

Profissionais do sexo e outros grupos considerados mais vulneráveis às DSTs também podem contar com o trabalho de educação continuada oferecido pelo Centro de Referência em Moléstias Infecciosas (CRMI). Confira endereço e telefone desses serviços no final da reportagem.

Combate à exploração sexual

Apesar de a prostituição não ser considerada um crime pela legislação brasileira, existem alguns delitos ligados à prática, como o favorecimento à essa atividade, chamado de Lenocínio. De acordo com o art.227 do Código Penal, esse crime é punível, com reclusão de um a oito anos. A Polícia Militar de Bauru informa que o combate às casas de prostituição é realizado apenas mediante à denúncia. Não há fiscalização contínua nesse tipo de estabelecimento.

Desde o século passado, a questão é abordada no Brasil como problema de saúde pública, no qual a transmissão de doenças venéreas, como a sífilis, é a maior preocupação. Outros problemas são o turismo sexual e o tráfico internacional de pessoas, principalmente de mulheres. O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), em parceria com o Governo Federal, luta para acabar com essas práticas com campanhas anuais, intensificadas na época do Carnaval, época em que muitos estrangeiros visitam o Brasil.

Serviço:

- SAPAB - Sociedade Apoio Pessoas com Aids de Bauru
Endereço: Rua Arnaldo R. Menezes 15/46, Parque Jaraguá – Bauru - SP
Telefone: 3226-2002

- CTA – Centro de Testagem e Aconselhamento
Endereço: Rua XV de Novembro, 3-36, Altos da Cidade – Bauru – SP
Telefone: 3234-2576

- CRMI – Centro de Referência em Moléstias Infecciosas
Endereço: Rua Silvério São João, s/no
Telefone: 3224 – 2380

(Colaboraram: Ana Cláudia Tripoloni, Brunara Ascêncio, Bruno Sisdelli, Camila Franzoni, Lucas Gandia, Mariane Bovoloni, Matheus Fontes, Mirela Dias, Odelmo Serrano e Tainá Goulart)

26 de maio de 2012

Saúde em Bauru: promessas e dívidas

Situação do setor na cidade não mostra melhoras significativas; projetos prometem mudar esse panorama

Colaboração
por Beatriz Almeida, Damaris Rota, Laís Rodrigues, Lívia Pereira
Discentes do 7º Termo de Comunicação Social-Jornalismo da FAAC/Unesp



O endividamento do município de Bauru atinge a área da saúde e leva o governo a tomar certas medidas. Uma delas é a privatização de instituições administrativas no setor. No entanto, as ações não garantem melhorias na área e a qualidade do serviço oferecido ainda deixa a desejar: faltam leitos e medicamentos e os equipamentos são ultrapassados. Como alternativa, a sociedade civil cria iniciativas para suprir a demanda por atendimento médico 

Apesar de Investimentos, a situação da saúde ainda é preocupante 

No dia 6 junho, o Ministério da Saúde anunciou um repasse de R$ 880 milhões para o sistema de saúde do país. Desse total, Bauru receberá quase R$ 397 mil, para construir duas novas Unidades de Pronto-Atendimento (UPAs): uma em Tibiriçá e a outra em Octávio Rasi. Segundo informações fornecidas pelo ministério, o objetivo é aumentar o acesso aos serviços de saúde, desafogar os atendimentos nas urgências e emergências e ampliar a assistência especializada. 

Além das duas novas UPAs há possibilidade da cidade ganhar este ano mais um hospital. Ele está localizado nas dependências da Universidade de São Paulo e deve começar a funcionar de modo gradativo. O estabelecimento é um passo para a instalação de um curso de Medicina em Bauru. Quando estiver funcionando de forma plena, o novo hospital - que possui 12 andares, 164 leitos e 20 de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) - precisará de, em média, 200 médicos. 

Desde a crise do Hospital de Base (HB) em 2009, ele atua com a metade de sua capacidade. Mais de 50% das pessoas que dão entrada no hospital necessitando de internação demoram mais de 24 horas para conseguir um leito. 

No período de 2005 a 2011, a média de leitos no país era de 26 por 10 mil habitantes, enquanto a média mundial é de 30 leitos para cada 10 mil. Em 2009, Bauru contava com 1046 leitos para internação, sendo 465 regulares e 581 privados. 


Projeto aprovado pela Câmara prevê privatização de setores da saúde 

O prefeito de Bauru, Rodrigo Agostinho, deve terminar seu mandato em dezembro deste ano sem cumprir uma de suas promessas de campanha, que diz respeito a não privatização da saúde pública na cidade. No dia 17 de outubro de 2011, em sessão na Câmara dos Vereadores, foi aprovado, por 11 votos a cinco, o Projeto de Lei nº 56/11, que prevê a criação da Fundação Estatal Regional de Saúde de Bauru pelo Poder Executivo. 

A Fundação teria a responsabilidade de coordenar as atividades e políticas da área da saúde, junto aos municípios da região, inclusive a partir da contratação de serviços junto à iniciativa privada. 

O projeto foi aprovado pela Câmara com a condição de que o estatuto da entidade voltasse ao Legislativo para análise e aprovação: até o momento não houve encaminhamento do documento para os vereadores. 

Cerca de oitocentos funcionários serão necessários para o funcionamento da instituição. Para cumprir essa demanda, trabalhadores de outras unidades do serviço de saúde pública deverão ser remanejados. Segundo declaração do vereador Roque Ferreira (PT) para a Rádio 94FM, servidores estatutários não poderiam ser transferidos para uma instituição na qual as relações de trabalho são regidas pelo regime jurídico de natureza privada. 

Outro caso semelhante aconteceu na administração da Maternidade Santa Isabel, cuja gerência passou da Associação Hospitalar de Bauru (AHB) para a Fundação para o Desenvolvimento Médico e Hospitalar (FAMESP), uma Organização Social de Saúde (OSS). As OSSs são entidades de direito privado, de finalidade não lucrativa. Os 106 funcionários da antiga AHB que não foram aprovados pelo concurso realizado pela instituição foram realocados para trabalhar no Hospital de Base. 


Transição de gestão da Maternidade Santa Isabel chega ao fim 

No dia 1º de junho, a Maternidade Santa Isabel passou a ser administrada pela Fundação Para o Desenvolvimento Médico Hospitalar (FAMESP). A entidade privada Associação Hospitalar de Bauru (AHB), antiga administradora da Maternidade, possuía como principal fonte de renda fixa os repasses do Sistema Único de Saúde (SUS), que era inferior às necessidades da unidade. A Associação esteva envolvida em escândalos de desvio de verbas do SUS e encontrava-se com dívidas que passam dos R$ 140 milhões. 

A crise veio à tona quando a Operação Odontoma - ação do Ministério Público Federal, Ministério Público Estadual e Polícia Federal (PF) - foi executada para apurar a existência de desvios de recursos públicos, superfaturamento e cobranças indevidas de serviços dentro da AHB. 

A FAMESP pretende investir este ano na Maternidade R$ 22 milhões com reformas do prédio e compra de equipamentos novos. A Fundação também avalia projetos para a construção de uma nova maternidade ao lado do Hospital Estadual de Bauru, já administrado pela Fundação. 

Até o final do ano, mais 80 funcionários que passaram no concurso, mas ainda não foram convocados, devem ser contratados. A fundação admitiu também 50 médicos que começaram a trabalhar dia 1º de junho. A Maternidade Santa Isabel é referência em partos de alto risco para toda a microrregião de Bauru, que abrange 22 municípios. 

Iniciativas da população civil suprem necessidades 

Apesar do investimento em ações que promovam a saúde da população, as suas necessidades básicas não são atendidas pelo governo municipal. Por esse motivo, a demanda é atendida em parte por projetos que não são ligados à Prefeitura. 

Os estudantes de Odontologia do campus de Bauru da USP são um exemplo desse tipo de ação. A partir do segundo ano do curso, eles atendem em quatro clínicas diferentes, oferecendo vários tipos de tratamento à população. O professor da Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB) Rafael Mondelli explica que é feita uma triagem que encaminha o paciente para a especialidade necessária. Os alunos de cada especialidade são definidos de acordo com os semestres e as disciplinas que já cursaram. 

Os alunos também atendem a comunidade se dirigindo aos bairros mais afastados. O professor destaca que tanto a sociedade quanto o corpo discente se beneficiam com a ação . “É uma forma de você ter todo o investimento do governo em termos da universidade na formação do profissional para que depois ele possa estar prestando atendimento de qualidade aos pacientes.” 

O doutorando do programa de odontologia da USP Guilherme Cardia concorda com o professor e comenta que a qualidade do atendimento não pode ser considerada inferior a clínicas particulares: “Os pacientes necessitam desse atendimento, e aqui fazemos esse atendimento da mesma forma que seria um atendimento particular. Temos toda a gama de materiais, de conhecimento, então conseguimos atender esses pacientes da melhor forma possível.”, afirma o estudante. 

Também colaboraram: Aline Camargo, Ana Laura Mosquera, Ana Lis Soares, Beatriz Spinelli, Bianca Barbis, Camila Oliveira, Gabriel Salgado, Guilherme Weimman, Isabel Namba, Kátia Kishi, Luis Paulo Jarussi, Maria Eduarda Kalil, Pedro Zambon, Raphael Rodrigues, Thatianna Oliveira, Thiago Sawada, Vanessa Cancian, Vinicius Denadai

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